terça-feira, 22 de julho de 2014

Professores marxistas e “ativistas”: uma combinação explosiva. Literalmente! (RC)

Um “ativista”. Fonte: GLOBO
Escrevi nesta segunda esse eesse texto sobre a prisão dos “ativistas” ligados aos black blocs, e em ambos deixei a pergunta mais importante no ar: quem os financia? Pois bem: a Polícia Civil, que tem feito um excelente trabalho de investigação até aqui,suspeita do envolvimento de sindicatos no financiamento das “manifestações”. Entre eles, o Sepe, dos professores:
A investigação da Polícia Civil sobre a participação de manifestantes em atos de vandalismo revelou indícios do envolvimento de sindicatos no financiamento de protestos. As evidências foram levantadas a partir do monitoramento, autorizado pela Justiça, de telefonemas e e-mails, além de depoimentos ouvidos no inquérito da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) que resultou na Operação Fire Wall.
Como a investigação era voltada apenas para a apuração de atos de violência, os indícios foram usados para abrir um novo inquérito, com o objetivo de chegar aos financiadores. Entre as entidades de classe citadas, figuram o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), o Sindprev e o Sindpetro. Este último, segundo a polícia, teria fornecido dinheiro, transporte, carros de som e alimentação para ativistas participarem de ocupações e manifestações violentas. Em contrapartida, integrantes do sindicato teriam cobrado o recolhimento de assinaturas contra o leilão do Campo de Libra — maior reserva do pré-sal do país.
De acordo com as investigações, Jair Seixas Rodrigues, o Baiano, atuaria como elo entre o Sindpetro e os manifestantes. Ligado à Frente Internacionalista dos Sem Teto (Fist), Baiano teria recebido dinheiro do sindicato para mobilizar ativistas para invadir e ocupar prédios, além de dar transporte a grupos que realizaram um protesto violento contra o leilão, em outubro passado, na Barra da Tijuca.
A ligação do Sepe com os black blocs não é novidade, e já a comentei aqui, incluindo a Fiocruz no “trio explosivo”. É realmente algo assustador, que mina a esperança de todos nós, pessoas decentes, no futuro do Brasil. Professores que deveriam estar ensinando nossas crianças a ler e escrever direito nossa língua, a fazer contas, a conhecer direito nossa história, preferem se aliar a jovens niilistas, rebeldes de classe média ou alta em busca de adrenalina, marginais mascarados, para agredir policiais e depredar nosso patrimônio.
Como acreditar que há salvação para nosso país enquanto esses “professores” estiverem por aí alimentando essa garotada insegura e imatura com ideias revolucionárias de meia tigela? Uma dessas professoras, Camila Jourdan, dava aulas de filosofia na Uerj e agora está presa, indiciada por formação de quadrilha. Como crer em nossa educação se quadrilheiros estão dentro das salas de aula, influenciando nossos jovens dessa forma?
E ainda tem muita gente que acha que a solução para o Brasil é jogar mais dinheiro público no sistema educacional atual. Este? Para financiar ainda mais Sininhos? Seria apenas alimentar uma máquina de doutrinação ideológica, de proselitismo marxista revolucionário. Não resolve nada. Muito pelo contrário: pode muito bem piorar a situação, ao “empoderar” gente que deveria estar atrás das grades.
Professores marxistas e “ativistas”: uma combinação explosiva. Literalmente!
PS: Caso o leitor não tenha notado, uso o termo “ativista” entre aspas o tempo todo de propósito, para confrontar a linha jornalística da grande imprensa, assim como faço com “manifestação”. Não são ativistas, e sim criminosos, marginais. Quem joga coquetel Molotov em policial em uma democracia é bandido, não importa que julgue ter uma causa nobre (e não tem). Ou vão começar a chamar Marcola de “ativista” também? Ele, que é marxista assumido, garante ter uma causa nobre…

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