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terça-feira, 12 de abril de 2016

Marina Silva: 5 motivos para não votar na criatura ( GEORGE MAZZA MATOS )

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Seguindo a cartilha ideológica da esquerda, Marina Silva e a Rede Sustentabilidade promovem a destruição da família brasileira, através do fomento da Ideologia de Gênero.
Os últimos meses têm sido de turbulência política no Brasil. Nestes momentos de agitação e indefinições gerais é comum surgirem discursos e expoentes políticos, antes adormecidos, mas agora como única e exclusiva alternativa para o caos que se presencia. No cenário político da atualidade, onde os principais partidos e seus mais importantes quadros com acesso ao poder tentam se evadir dos noticiários policiais, antiga figura política busca a aproximação dos holofotes. Seu nome: Marina Silva. Embora considerada por alguns cientistas políticos como a via alternativa (à esquerda) para pôr ordem ao caos, há vários motivos para não depositarmos nossas minguadas esperanças nesta via, pois esta opção de saída engrossará o caldo caótico conjuntural.
O Partido Rede, fundado por Marina Silva, é umbilicalmente um partido de esquerda. Embora tentando se posicionar com neutralidade política e se definindo como um partido de centro-esquerda, a Rede Sustentabilidade é, na verdade, um partido de extrema esquerda [1]. O Partido Rede não pode ser enquadrado senão como esquerda, em uma de suas vertentes extremistas, que é a esquerda ambientalista. Ser de esquerda, e da esquerda ambientalista, se coloca como o primeiro motivo para a total rejeição popular desta via alternativa. A sociedade brasileira encontra-se exausta de tantos anos da esquerda no poder, desde a era PSDB-PT.
De modo incoerente, não obstante se declarando como ambientalista e guerreira do desenvolvimento sustentável, Marina Silva praticamente silenciou [2] ante uma das maiores tragédias ambientais ocorridas no Brasil. Sob a alegação de “não se promover em face da tragédia” ocorrida na cidade de Mariana, em Minas Gerais, o que praticou Marina foi a velha e carcomida politicagem esquerdista: fugir do confronto direto. Não se teve conhecimento de nenhuma ação, representação, reclamação, protesto ou petição da Rede Sustentabilidade ou de Marina Silva em contraponto à tragédia de Mariana. O Partido, intitulado defensor ambientalista de fauna e flora indefesas, emitiu mísera Nota de Repúdio [3] em face da gigantesca catástrofe ocorrida em Minas Gerais. Uma mera Nota de Repúdio é atitude desconsiderável para um Partido que se denomina como defensor ambiental.
O que o Partido Rede e Marina Silva não esclarecem ao eleitor é que se nomear como ambientalista, principalmente quando se origina das ideias esquerda, é vestir a camisa do ambientalismo contra o agronegócio. Assim, para estes falsos ambientalistas, o que realmente importa não é defender a Fauna e a Flora brasileiras, mas sim, enfraquecer o capitalismo sustentado na agricultura de negócio, hoje um dos maiores geradores de riqueza no Brasil [4]. As receitas com agricultura em larga escala representaram quase 25% do PIB brasileiro em 2015 [4], sendo um importante marco na geração de riqueza para o país. No entanto, para Marina Silva e sua Rede Sustentabilidade, o agronegócio destrói as florestas brasileiras, devendo ser combatido. Enfraquecido o agronegócio, diminuem-se as exportações de commodities, esvaziando-se ainda mais as riquezas em nosso país. Incoerentemente, é isto o que pretende a esquerda-ambientalista. Desse modo, empobrecer e fragilizar ainda mais nossas receitas deve ser considerado como o segundo motivo para não assentar nossa confiança em um Partido Político que enfraquecerá nossa economia ao combater a agricultura geradora de receitas ao país, sob o falso manto da defesa de nossa riqueza ambiental.
O terceiro motivo para não desperdiçarmos nosso voto nessa insurgente esquerda ambientalista é a estreita relação entre Marina Silva e o Partido dos Trabalhadores, por mais de 30 anos. Como influente e ativa militante do Partido dos Trabalhadores, Marina Silva, se eleita ao cargo máximo do Executivo, irá aprofundar e ampliar as iniciativas encabeçadas pelo PT. Situando-se como ambientalista, a vertente esquerdista da Rede Sustentabilidade é ainda mais vermelha que as bases petistas. A Rede Sustentabilidade incorpora as ideologias da esquerda tradicional, revolucionária, subversiva. Escolher a Rede Sustentabilidade como sucessão do Partido dos Trabalhadores é escavar as raízes da esquerda, encontrando seu mais notório extremismo.
Ao encontrar com a base do projeto da esquerda-ambientalista, o brasileiro se deparará com o aprofundamento vertiginoso do casos social, político, econômico, ético e moral. Desse modo, o quarto motivo para a não guinada à esquerda extremista é claro: evitar o mal maior. Se aceito for o entroncamento à esquerda ambientalista, corre-se o risco de um avigoramento negativo da anarquia Bakuniana [6] que se apresenta no país, atualmente padecendo de esquizofrenia social. Assim, deve-se rejeitar, incondicionalmente, qualquer possibilidade de alçarmos ao poder mais um Partido de Esquerda, principalmente de linha ideológica ainda mais radical.
Por último, mas não menos importante, não podemos coadunar como opção salvadora um Partido que, declaradamente, afronta a sociedade brasileira. Seguindo a cartilha ideológica da esquerda, Marina Silva e a Rede Sustentabilidade promovem a destruição da família brasileira, através do fomento da Ideologia de Gênero. Em recente manifesto, ideologicamente com uso de gênero [7], o partido político de Marina se fez adepta de ideologia que motiva a sexualização de nossas indefesas crianças através da educação sobre sexualidade nos primeiros anos escolares. Este único motivo seria o suficiente para se repensar qualquer possibilidade de voto em Marina e em qualquer político filiado à Rede. Porém, juntando-se aos quatro motivos anteriores, este quinto motivo é esclarecedor da veemente repulsa ao Partido Rede, a Marina e seus partidários. Não podemos permitir que tal político seja alçado ao cargo máximo do Executivo. Se assim o fizermos, teremos “saudades” da era petista.
Assim, pelos critérios acima expostos, Marina Silva deve ser sumariamente rejeitada como sinal de expoente político assegurador da normalidade em nosso país ou como renovadora de nossas esperanças.
Tal qual na matemática, onde o expoente é sempre colocado à direita do número, é à direita conservadora ou liberal que a sociedade brasileira deve encontrar seu expoente político.
Não há outra saída.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

MELANCIAS, TERRORISTAS VERDES.OU:"COP21 empobrecendo os mais pobres e degradando os mais ricos". (LUIS DUFAUR)


Paris não se deixa dobrar pelo terror islâmico. Cederá antes as aterrorizantes armadilhas verdes que ressoarão na COP21?

A COP21, ou Convenção do Clima das Nações Unidas – Conferência das Partes, vai começar numa atmosfera enrarecida pelos atentados islâmicos que enlutaram a França. 
Mas o fundamentalismo verde não manifesta intenções de parar.
As negociações preliminares para redigir o acordo que será submetido à aprovação na COP21 desenharam a criação de um Fundo Climático Verde (Green Climate Fund) que deverá tirar anualmente 100 bilhões de dólares dos países “ricos” por volta do ano 2020.
Isso é apenas um piso. Como as metas almejadas pelos promotores da COP21 são fantasiosas e inalcançáveis, esse fundo vai exigir sempre mais e mais.
Obviamente, quererá tirar esses capitais dos “predadores” capitalistas, emissores de CO2, aquecedores do planeta, e mais outros slogans depreciativos cunhados pela militância socialista-verde.
O fundo terá oficialmente um objetivo: subsidiar energias alternativas e financiar programas de desenvolvimento ecologicamente corretos nos países pobres.
Como as energias preferidas nos conciliábulos verde-vermelhos (eólicas, painéis solares, além de outras ainda envoltas em fraldas) e os projetos ecotribalistas não produzem algo digno de elogio, os países pobres “beneficiados” não sairão da pobreza.
Resultado: o Fundo Climático Verde extorquirá dos “ricos capitalistas” quantias cada vez mais astronômicas, sob pena de eles serem conduzidos perante o futuro Tribunal Internacional de Justiça Climática, onde a sua sentença está assinada há tempos.
Porém, muitos países em desenvolvimento, notadamente da África, não querem saber de promessas insensatas.
Eles já perceberam que seu nível de vida melhorou enormemente pela aplicação dos métodos produtivos do capitalismo privado, usando centrais energéticas movidas a carvão, petróleo, gás e nuclear.
Para dito Fundo, até agora 37 países “ricos” prometeram apenas 10 bilhões de dólares, sendo os EUA o maior doador.
A China, tida como superpotência econômica que desafia comercialmente os EUA, apresentou uma embaralhada proposta, mais parecida com um empréstimo, sem avançar número algum. Caiu fora. Que os bobos paguem. A Rússia não tem sequer para si própria.
O Japão ofereceu 1,5 bilhões a esse Fundo Climático Verde, composto em boa parte por empréstimos de seu governo a empresas japonesas que constroem termoelétricas movidas a carvão no sudeste asiático.
Positivamente, não é o que querem os assanhados sonhadores da utopia planetária verde-tribalista.
Mas, se esse dinheiro aparecer, o Fundo não poderia auxiliar os países “pobres”? É a pergunta que fizeram Nicolas Loris, economista especializado em questões de energia e meio ambiente, e Katie Tubb, pesquisadora do Thomas A. Roe Institute for Economic Policy Studies. Os dois trabalham na The Heritage Foundation.
Os autores partem do fato básico lembrado por Adam Smith em seu famoso ensaio A riqueza das nações, no qual ele constata o dado mais elementar: um país não é rico porque acumulou moedinhas, mas porque seu povo se enriqueceu trabalhando metodicamente em proveito próprio.
O desejo de progredir e de melhorar inspira ideias inovadoras, incrementa a produtividade e gera um tremendo volume de riquezas que se espalham por toda a sociedade.
Para isso, é indispensável a livre iniciativa, o Estado de Direito e a propriedade privada. Esses fundamentos permitem aos países lidar com desastres naturais ou mudanças climáticas, quaisquer que sejam as suas causas.
Mas tais fundamentos são ignorados em muitos países em desenvolvimento. E são até combatidos por regimes populistas socialistas, ideologicamente insensíveis ao bem de seus países. O PT exemplifica bem o caso com tudo o que vem fazendo para tentar afundar o Brasil.
Para verdadeiramente deixar para trás a pobreza são necessários esses princípios, e não teorias sobre mudança climática.
O ministro de Meio Ambiente da Índia, Prakash Javadekar, deixou isso bem claro: “Enquanto nós não solucionarmos nem erradicarmos a pobreza, não podemos tratar sinceramente da mudança climática”.
Não surpreende, pois, que cidadãos indianos tenham se revoltado contra os projetos de Greenpeace que levavam energia solar cara e intermitente a regiões que nunca tiveram eletricidade.
“Queremos eletricidade deveras, e não eletricidade fictícia!”, reclamaram eles.
Obama prometeu bilhões de dólares para os países “pobres” combaterem as mudanças climáticas, mas não para que possam ter uma fonte abundante e estável de energia. Assim, eles nunca vão melhorar.
Por isso, acrescentam Loris e Tubb, o nome melhor para o Protocolo de Paris seria Protocolo de Transferência das Riquezas das Nações.
O novo nome parece fadado a não ser aceito. E apesar de mais colado à realidade, cheira demais a luta de classes planetária de essência marxista.
A verdade é que, com a instituição do Fundo Climático Verde, os “pobres” se verão impossibilitados de sair da pobreza, e os “ricos” serão empurrados para uma crescente queda do nível de vida.
Já de início, decaindo do carro para a bicicleta e do churrasco para o bife de minhoca. E, isto sim, pagando cada vez mais impostos “verdes” e totalitários.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Groenlândia aquece há 19 mil anos e sem culpa do homem (LUIS DUFAUR )

Era para os aquecimentistas se perguntarem se ainda vale a pena seguir com o mesmo ritornelo. Pois mais um estudo da revista americana Science veio tirar pretextos a seus slogans e a sua ideologia. E com dados de desmaiar. 

Com procedimentos de medição mais precisos dos usados até agora, a equipe de cientistas constatou que a Groenlândia começou a aquecer há 19 mil anos, informou o jornal de Paris “Le Monde”. 

Quer dizer, muitos milênios antes de aparecer a civilização, as cidades, indústrias etc. Porém, segundo o dogma ambientalista, a civilização atual provocou o aquecimento global que vai derreter as geleiras da Groenlândia. E, como resultado final, esquentará o mundo até deixá-lo como um astro morto.
Segundo o mesmo estudo, há 20 mil anos o mundo ainda estava no auge da última idade glacial e vastas camadas de gelo cobriam a América do Norte e o norte da Europa. A média das temperaturas era quatro graus centígrados inferior à da idade pré-industrial.

Modificações ocorridas há 19 mil anos na órbita terrestre aumentaram a energia solar recebida pela Groenlândia, pois o sol é o imenso determinante do frio e do calor.
O benéfico aquecimento favoreceu a liberação de fortes doses de dióxido de carbono (o injustamente famigerado CO2), que ao se espalhar na atmosfera favoreceu a multiplicação dos vegetais, alimento natural dos animais e, por sua vez, fonte de matérias primas para os homens. Esses puderam então desenvolver a civilização num clima mais ameno. 

O reaquecimento da Terra e o aumento do CO2 tornaram o planeta muito mais habitável, belo e aconchegante. E esses aumentos não aconteceram por causa das indústrias, dos carros e de outros engenhos humanos.

Pelo contrário, foram inteiramente independentes do homem, como também a era glacial prévia em nada resultou da atividade humana.

A hipótese do homem estar determinando e até estragando o clima da Terra não tem base na realidade.

É uma suposição forjada que só se entende bem se se focaliza a ideologia de fundo panteísta religioso que anima a revolução verde afim com certas doutrinas que falam de um comunismo utópico vivendo na mata num regime de tribo primitiva.

Luis Dufaur edita o blog Verde, a cor nova do comunismo.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Melancia, o comunismo verde.Ou:" Algemas verdes: a histeria ambiental ameaça nossas liberdades" (RC)


Quero controlar você!
Nosso planeta está na iminência de derreter e, para salvá-lo, é preciso mudar radicalmente nosso estilo de vida, abandonar o progresso industrial e delegar poder absoluto aos governos. Ao menos é isso que muita gente quer que acreditemos. São os ambientalistas, uma seita que mascara profundo desprezo pelo avanço capitalista e tenta monopolizar a legítima preocupação com o meio ambiente.
Contra essa ameaça, o ex-presidente da República Tcheca Vaclav Klaus escreveu o excelente livro “Planeta azul em algemas verdes”, afirmando que é a liberdade, não o clima, que corre verdadeiro perigo atualmente. Klaus considera o risco “verde” mais sério do que o comunismo, e isso, vindo de alguém que sofreu intensamente sob o regime comunista, é algo que merece atenção.
“O aquecimento global tornou-se símbolo e exemplo da luta entre a verdade e a propaganda. A verdade politicamente correta já foi estabelecida e não é fácil opor-se a ela”, diz ele. A postura de muitos ambientalistas remete àquela de seitas religiosas fanáticas. Há uma “verdade” absoluta revelada, os “profetas” (como Al Gore e companhia), e os “hereges”, que adotam posição mais cética e demandam cautela.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Loucura ecofascista: “Você está congelando? Culpa do aquecimento global!” (POR LUIS DUFAUR)

Um “vórtice polar” avançou sobre grande parte do território dos EUA fazendo descer as temperaturas até -50º.

As cataratas do Niágara gelaram parcialmente e as perdas estão sendo calculadas em bilhões de dólares.

Malgrado a intensidade do fenômeno, ele nada tem a ver com a tendência ao esfriamento global que os cientistas objetivos vêm registrando há anos.

Trata-se de um fenômeno extraordinário já verificado em outras oportunidades, com maior intensidade até.

Entretanto, grande parte da opinião pública americana considera o fenômeno como um cruel desmentido da natureza à furada teoria do “aquecimento global”.
Este posicionamento, na realidade, não tem base científica, mas sim um poderoso fundamento psicológico que funciona assim: “como pode ser que o planeta esteja aquecendo quando mais da metade dos EUA está paralisado por um espantoso ‘vórtice polar’”?
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Vórtice polar atinge Plattsmouth, Nebraska.
Os militantes ambientalistas sentiram na pele a força desta reação puramente psicológica.

Afinal de contas eles não se interessam tanto pela ciência, mas apenas tencionam manipulá-la para jogar a opinião pública contra o “capitalismo”, a “civilização industrial”, o “progresso” e outras realidades que contradizem seus sonhos anarco-socialistas.
Sentiram eles, então, a necessidade de manipularem mais uma vez argumentos científicos para tentar desfazer essa reação psicológica.

Mas, o que dizer para ludibriar a opinião pública americana nesse ponto?

Difícil responder.

O certo que para surpresa de todos, ativistas “verdes” de ONGs, mídia e centros científicos, não acharam nada melhor que pôr a causa no ‘aquecimento global’, nas ‘mudanças climáticas’ e outros slogans cada vez mais gastos.

Para a opinião pública isso soou como o auge do desatino: “congelamos porque o mundo aquece? Estão doidos?”

Não estão doidos, eles têm uma “religião” que lhes exige professar absurdos, se isso serve para abalar a civilização ocidental.
Niagara
Cataratas do Niágara parcialmente congeladas.

Um ápice de contradição foi atingido pela revista “Time”, de renome mundial.
Um de seus principais redatores, Bryan Walsh, chegou a profetizar que não só este mais outros auges de frio acontecerão por culpa do aquecimento global gerado pela civilização.
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1974 e 2014: duas maneiras opostas de noticiar fenômenos identicos.
O viés desinformador da “Time” ficou evidente pelo fato que em 1974 quando um fenômeno semelhante atingiu os EUA, a revista noticiou-o como anunciador do “esfriamento global”. O título do artigo da revista já o diz tudo “Another Ice Age?” (“Outra era glaciar?”, segunda-feira, 24 de junho de 1974).

Mas, os ridículos não pararam por ai. O meteorologista Eric Holthaus que havia anunciado que iria se esterilizar em 2013, para ajudar a salvar o planeta, proclamou no Twitter: “Sim você pode agradecer o ‘aquecimento global’ por ter nos oferecido este ‘vórtice polar’”.
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Cidadãos de Minnesota se divertem com os sofismas da militância eco-farsante.
Weather Channel, reconhecendo que publicava uma afirmação “contra-intuitiva” citou cientistas que defendem a mesma inacreditável montagem do espantoso esfriamento causado pelo aquecimento.

A ousadia do absurdo por vezes confunde as inteligências honestas que não concebem que possa se chegar a tais estouvamentos.

Felizmente cientistas categorizados refutaram essas interpretações distorcidas por um viés ideológico e puseram as coisas em seu lugar.
Dr. Will Happer, premiado professor de Física da Universidade de Harvard declarou: “os ‘vórtices polares’ tem estado por ai desde sempre. Eles não têm quase nada a ver com algum aumento do CO2 na atmosfera”.
Também o meteorologista Dr. Ryan Maue repeliu a suposição absurda: “Esta história do ‘vórtice polar é a mais recente mensagem de ‘Snapchat’ (aplicativo para rede social): após alguns segundos a explicação se desfaz”.

O blog Real Science sublinhou o disparate de atribuir o frio ao calor e o sem-sentido de dizer que o aquecimento do Ártico gerou o ‘vórtice polar?’: “Como é que alguém pode dizer que o Ártico está se aquecendo rapidamente e ao mesmo tempo produzindo frios recordes? Como é que um frente de ar com uma temperatura de -65ºF pode resultar de um gelo que está derretendo? Essas afirmações são ridículas para além da compreensão humana. A extensão da superfície do Ártico está normal. A neve no Hemisfério Norte está atingindo recordes”.

climatóloga Judith Curry, professora catedrática na School of Earth & Atmospheric Sciences do Instituto de Tecnologia da Universidade de Geórgia, respondeu categoricamente ao disparate: “O aquecimento global, causando o ‘vórtice polar’? Numa só palavra: NÃO”.
O climatologista Cliff Mass pediu seriedade à imprensa: “As alegações que nós ouvimos esta semana, no sentido de que o ‘efeito estufa’ gera mais ondas de frio, realmente, aparecem como desprovidas de qualquer fundamento na observação e na teoria. A mídia precisa parar com esse argumento insustentável”. 
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Cliff Mass:  alegações dos ambientalistas estão desprovidas de qualquer fundamento.
Cliff Mass acrescentou ainda: “Todos esses relatos falsos estão produzindo danos substanciais, fazendo com que muitos americanos acreditem que o aquecimento global está tornando cada vez mais extremo nosso clima invernal, quando a evidência observacional sugere que não há nada disso. Um dia, alguns sociólogos terão que estudar esta ocorrência e os elementos psicológicos que nos jogaram nisso”.
Nós, não acreditamos que se trate de alguma patologia a ser tratada pela medicina ou pela psiquiatria.

No livro “Psicose ambientalista” de Bertrand de Orleans e Bragança, está largamente demonstrado que as condutas aparentemente aberrantes do ambientalismo radical, obedecem a uma religião ecológica, igualitária e anticristã.

Esse fundo “religioso” fornece uma explicação coerente dos procedimentos ambientalistas no Brasil e no mundo.

Luis Dufaur edita o blog Verde, A Cor Nova do Comunismo.

Kátia Abreu: Querem acabar com a propriedade privada!(RC)


artigo da senadora Kátia Abreu na Folha hoje é daqueles que devem ser lidos com muita atenção, e depois relidos. São verdades evidentes para qualquer um minimamente atento aos acontecimentos políticos do Brasil, mas que poucos, ainda mais na posição da senadora, têm a coragem de dizer.
Até porque, como a própria autora diz no começo, quem quer que diga tais verdades incômodas será logo tachado de paranoico, de adepto de teorias conspiratórias. É uma blindagem que fazem contra os fatos que geram desconforto.
E quais são estes fatos? Qual é essa verdade? Ora, a de que há em curso no país, hoje, um movimento poderoso que deseja destruir a propriedade privada e instaurar um regime autoritário com todo o poder no estado. A senadora sabe bem disso, pois seu setor, o rural, é o alvo predileto desses golpistas. Diz ela:
Usa-se o pretexto da crise social para invasões criminosas a propriedades produtivas: sem-terra, quilombolas e índios têm sido a massa de manobra, incentivada por ativistas, que, no entanto, não querem banir a pobreza.
Servem-se dela para combater a livre iniciativa e estatizar a produção rural. Espalham terror nas fazendas e, por meio de propaganda, acolhida pela mídia nacional, transformam a vítima em vilão. Nos meios acadêmicos, tem-se o produtor rural como personagem vil, egoísta, escravagista, predador ambiental, despojado de qualquer resquício humanitário ou mesmo civilizatório.
No entanto, é esse “monstro” que garante há anos à população o melhor e mais barato alimento do mundo, o superavit da balança comercial e a geração de emprego e renda no campo.
Como negar isso? Alguém pretende realmente acusar de paranoica a senadora? Só quem não tem olhos para enxergar, ou quem age com má-fé, por já ter sido capturado pelo movimento.
A tática usada por esses antidemocráticos é a velha máxima de dividir para conquistar. Como lembra Kátia Abreu, a “sociedade brasileira está sendo artificialmente desunida e segmentada em negros, índios, feministas, gays, ambientalistas e assim por diante”. ONGs endinheiradas estão por trás disso.
O país que pretendem construir? “Não tenham dúvida: um país em que o Estado, com seu poder de coerção, seja a única instância capaz de deter os conflitos que ele mesmo produz; um Estado arbitrário, na contramão dos fundamentos da democracia”.
Essa, sim, é a Kátia Abreu que aprendi a admirar! Não aquela que elogia e pede voto para Dilma, cujo partido, o PT, está associado até o talo a esse esquema bolivariano de destruição da nossa democracia.

Conspiração, teoria e prática (Kátia Abreu)

"Teoria da conspiração" tornou-se uma espécie de mantra para banir qualquer avaliação mais profunda da conjuntura política. O termo é invocado mesmo quando já se está diante não de uma tese, mas da própria prática conspirativa.
Os fatos estão aí: há um projeto em curso, que pretende restringir e relativizar a propriedade privada e a economia de mercado. Em suma, o Estado democrático de Direito. O setor rural é o mais visado.
Usa-se o pretexto da crise social para invasões criminosas a propriedades produtivas: sem-terra, quilombolas e índios têm sido a massa de manobra, incentivada por ativistas, que, no entanto, não querem banir a pobreza.
Servem-se dela para combater a livre iniciativa e estatizar a produção rural. Espalham terror nas fazendas e, por meio de propaganda, acolhida pela mídia nacional, transformam a vítima em vilão. Nos meios acadêmicos, tem-se o produtor rural como personagem vil, egoísta, escravagista, predador ambiental, despojado de qualquer resquício humanitário ou mesmo civilizatório.
No entanto, é esse "monstro" que garante há anos à população o melhor e mais barato alimento do mundo, o superavit da balança comercial e a geração de emprego e renda no campo.
Nada menos que um terço dos empregos formais do país está no meio rural, que, não tenham dúvida, prepara uma nova geração de brasileiros, apta a graduar o desenvolvimento nacional.
Enfrenta, no entanto, a ação conspirativa desestabilizadora, que infunde medo e insegurança jurídica, reduzindo investimentos e gerando violência, que expõe não os ativistas, mas sua massa de manobra, os inocentes úteis já mencionados.
Vejamos a questão indígena: alega-se que os índios precisam de mais terras. Ocorre que eles -cerca de 800 mil, sendo 500 mil aldeados- dispõem de mais território que os demais 200 milhões de compatriotas. Enquanto estes habitam 11% do território, os índios dispõem de 13%. Não significa que estejam bem, mas que carecem não de terras, e sim de assistência do Estado, que lhes permita ascender socialmente, como qualquer ser humano.
Mas os antropólogos que dirigem a Funai não estão interessados no índio como cidadão, e sim como figura simbólica. Há o índio real e o da Funai, em nome do qual os antropólogos erguem bandeiras anacrônicas, querendo que, no presente, imponham-se compensações por atos de três, quatro séculos atrás.
O brasileiro índio do tempo de Pedro Álvares Cabral não é o de hoje, que, mesmo em aldeias, não se sente exclusivamente um ente da floresta, mas também um homem do seu tempo, com as mesmas aspirações dos demais brasileiros.
Imagine-se se os franceses de ascendência normanda fossem obrigados pelos de descendência gaulesa a deixar o país, para compensar invasões ocorridas na Idade Média. Ou os descendentes de mouros fossem obrigados a deixar a Península Ibérica, que invadiram e dominaram por oito séculos.
A história humana foi marcada por embates, invasões e violência. O processo civilizatório consiste em superar esses estágios primitivos pela integração. O Brasil é um caudal de raças e culturas, em que o índio, o negro e o europeu formam um DNA comum, ao lado de imigrantes mais tardios, como os japoneses.
Querer racializar o processo social, mais que uma heresia, é um disparate; é como cortar o rabo do cachorro e afirmar que o rabo é uma coisa e o cachorro outra.
A sociedade brasileira está sendo artificialmente desunida e segmentada em negros, índios, feministas, gays, ambientalistas e assim por diante. Em torno de cada um desses grupos aglutinam-se milhares de ONGs, semeando o sentimento de que cada qual padece de injustiças, que têm que ser cobradas do conjunto da sociedade.
Que país pretendem construir? Não tenham dúvida: um país em que o Estado, com seu poder de coerção, seja a única instância capaz de deter os conflitos que ele mesmo produz; um Estado arbitrário, na contramão dos fundamentos da democracia. Não é teoria da conspiração. É o que está aí. 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Nosso frágil planeta ( Walter Williams)


terra-frágil-do-planeta-13940378.jpgExaminemos algumas declarações que refletem uma visão tida como absolutamente inquestionável. 
"O mundo em que vivemos é belo, mas muito frágil".  Ou "A terceira pedra do sol, também conhecida como Planeta Terra, é um oásis bastante frágil".  Eis algumas frases divulgadas no Dia da Terra: "Lembre-se de que a Terra tem de ser salva diariamente".  "Lembre-se da importância de cuidar do nosso planeta.  É o único lar que temos."
Tais declarações, sempre acompanhadas de previsões apocalípticas, são rotineiramente feitas tanto por ambientalistas extremistas quanto pelos não-extremistas.  Pior ainda é o fato de que esta doutrinação sobre a "terra frágil" é infundida em nossa juventude desde o jardim de infância até a universidade.  Sendo assim, examinemos o quão frágil a terra realmente é.
Em 1883 houve a erupção do vulcão Krakatoa, localizado onde hoje é a Indonésia.  Tal erupção teve a força de 200 megatons de TNT.  Isso é o equivalente a 13.300 bombas atômicas de 15 quilotons cada uma (15 quilotons é aproximadamente a capacidade explosiva da bomba que devastou Hiroshima em 1945). 
Antes desta erupção, houve a erupção do vulcão Tambora, em 1815, também localizado onde hoje é a Indonésia.  Esta ainda detém o recorde de ser a maior erupção vulcânica da história.  Ela cuspiu tantos detritos na atmosfera, que a luz solar foi bloqueada.  Consequentemente, o ano de 1816 passou a ser conhecido como o "Ano em Que não Houve Verão" ou "O Verão que Nunca Ocorreu".  As consequências foram plantações completamente destruídas, perdas totais de safras agrícolas e a dizimação de animais em grande parte do Hemisfério Norte, o que gerou a pior fome do século XIX.
Já a erupção do Krakatoa no ano 535 d.C. foi tão violenta, que bloqueou quase que toda a luz e todo o calor oriundos do sol por 18 meses.  Há quem diga que foi esse evento que deu origem à Idade das Trevas.
Geofísicos estimam que apenas três erupções vulcânicas — Indonésia (1883), Alasca (1912) e Islândia (1947) — jogaram na atmosfera mais dióxido de carbono e dióxido de enxofre do que todas as atividades humanas o fizerem ao longo de toda a nossa história.
E como o nosso frágil planeta lidou com dilúvios?  A China provavelmente é a capital mundial das inundações colossais.  A inundação de 1887 do Rio Amarelo matou entre 900.000 e 2 milhões de pessoas.  Já as inundações de 1931 foram ainda piores, causando um morticínio estimado entre 1 e 4 milhões.  Mas a China não detém o monopólio das enchentes.
Entre 1219 e 1530, a Holanda vivenciou enchentes que mataram aproximadamente 250.000 pessoas.
E o que dizer dos terremotos que assolam o nosso frágil planeta?  Houve o terremoto de Valdivia, no Chile, em 1960.  Foi o mais violento terremoto já registrado na história, chegando 9,5 graus na escala Richter, uma força equivalente a 1.000 bombas atômicas explodindo simultaneamente.  Já o terremoto ocorrido em 1556 na província de Shaanxi, na China, foi o mais mortífero da história: matou 830.000 pessoas e devastou uma área de 1.300 quilômetros quadrados.
Mais recentemente, houve o terremoto de dezembro de 2004 no Oceano Índico, que alcançou uma magnitude 9,1 graus na escala Richter e gerou o devastador tsunami de 26 de dezembro, que atingiu majoritariamente a Indonésia, o Sri Lanka, a Índia, a Tailândia e as Maldivas e matou mais de 230 mil pessoas.  E não nos esqueçamos do terremoto de 9 graus na escala Richter que devastou o leste do Japão em março de 2011 e matou mais de 28 mil pessoas.
Nosso frágil planeta também já teve de enfrentar terrores vindos do espaço.  Dois bilhões de atrás, um asteróide atingiu a terra e criou a cratera de Vredefort, na África do Sul.  Ela possui 300 km de diâmetro, o que faz dela a maior cratera de impacto do mundo.  Em Ontário, Canadá, há a Bacia de Sudbury, a segunda maior cratera de impacto da terra, resultante da queda de um meteoro ocorrida há 1,8 bilhão de anos.  Ela possui um diâmetro de 130 km.  Já a cratera de Chesapeake Bay, no estado americano da Virginia, é um pouco menor, tendo um diâmetro de 85 km.  E finalmente há a famosa, porém miúda, Cratera de Barringer, no Arizona, cujo diâmetro não chega nem a 2 km.
Citei aqui apenas uma ínfima fração de todos os eventos cataclísmicos que já atingiram a terra — e ignorei várias outras categorias, como tornados, furacões, queda de raios, incêndios, nevascas, avalanches, deslizamentos de terra, movimento de continentes, raios solares, manchas solares, tempestades magnéticas, inversão magnética dos pólos, erosão, raios cósmicos e eras glaciais.  Não obstante todos estes eventos cataclísmicos, nosso frágil planeta sobreviveu. 
Logo, minha pergunta é: dentre todos estes poderes da natureza, qual pode ser igualado pelo homem?  Por exemplo, conseguiria a humanidade reproduzir os efeitos poluidores da erupção do vulcão Tambora, ocorrida em 1815?  Ou, quem sabe, reproduzir o impacto do asteróide que aniquilou os dinossauros?  É o cúmulo da arrogância acreditar que a humanidade pode gerar alterações paramétricas significativas na terra ou que ela possa igualar as forças destrutivas da natureza.
Ocasionalmente, ambientalistas se entusiasmam além da conta e acabam inadvertidamente revelando suas verdadeiras intenções.  O famoso biólogo eco-socialista Barry Commoner disse que "O capitalismo é o inimigo número um do planeta".  Já Leo Marx, professor do MIT, disse que "Em termos ecológicos, a necessidade de termos um governo mundial dispensa debates".
Com o colapso da URSS, o comunismo perdeu sua até então considerável respeitabilidade.  Atualmente, ele adquiriu uma nova embalagem e se apresenta sob as formas de ambientalismo e progressismo.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Melancias os ecoterroristas escatológicos.Ou:" Aquecimentistas presos no gelo antártico" ( LUIS DUFAUR)


gelo1A história é hilariante, mas reveladora do clima ideológico e pretensamente científico com que vem sendo tocada a propaganda do “aquecimento global”, e/ou “mudanças climáticas”.
Respeitadas as oscilações cíclicas, a expansão da superfície gelada da Antártica cresce há 150 anos.


O grupo de “cientistas da mudança climática” preso pelo gelo no barco de bandeira russa “Akademic Shokalskiy” foi felizmente resgatado e passa bem. 

Um helicóptero do quebra-gelo chinês “Xue Long” (“Dragão da Neve”) os conduziu até o australiano “Aurora Australis” que prudentemente não ingressou na área. 
Mas, o “Dragão da Neve” não conseguiu quebrar o gelo e também acabou preso pelo mar em fase de congelamento malgrado o verão antártico.
Os tripulantes dos dois navios ficaram a bordo. Eles aguardam serem liberados pelo quebra-gelo “Polar Star” da Guarda Costeira dos EUA, único habilitado para a tarefa.

A mídia, entrementes, omitiu dizer o que ia fazer a equipe de cientistas: demonstrar o “aquecimento global”! 
40 de 41 (97,5%) crônicas de jornal impresso ou virtual, recenseadas por Mike Ciandella analista do Business &Media Institute, abafaram o objetivo anunciado pelos cientistas até a ocorrência.
O noticiário camuflou os cientistas de “passageiros” ou de “turistas”. 
A agência AFP apontou os perigos da expedição, a falta de conhecimentos do mar da região e a inexperiência dos participantes, além dos riscos do resgate. 
A história é hilariante, mas reveladora do clima ideológico e pretensamente científico com que vem sendo tocada a propaganda do “aquecimento global”, e/ou “mudanças climáticas”.

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Foram constatar a mudança climática e verificaram na própria pele o contrário
 O líder da expedição foi Chris Turney, professor de mudança climática na universidade australiana de New South Wales. Em seu site pessoal, Turney havia anunciado que o objetivo era “descobrir e comunicar as mudanças ambientais que estão acontecendo no sul”.
O perigoso fiasco não lhe ajudou a criar juízo. Em entrevista a Fox News, Turney reafirmou sua crença no derretimento global dos polos.

“O gelo marinho está desaparecendo devido à mudança climática, mas aqui o gelo está se acumulando”, acrescentou num comunicado, sem se importar com a contradição nos termos. 
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O 'Dragao da Neve' não conseguiu se desentalar a si proprio e apelou ao antipatizado EUA.
 E depois de uma tentativa de justificação concluiu: “estávamos no lugar errado, na hora errada”.
De fato, o frio na Antártica vem aumentando de modo consistente há 35 anos segundo a NASA.

Respeitadas as oscilações cíclicas, a expansão da superfície gelada da Antártica cresce há 150 anos. 
total da superfície gelada do planeta aumenta regularmente há 25 anos, pois o gelo antártico compensa a diminuição cíclica e temporária da camada de gelo do Ártico.

A marinha australiana conhecia bem o local, mas os alegres ambientalistas ficaram escravos de seus mitos e o navio alugado “Akademic Shokalskiy” amanheceu o dia 30 de dezembro encravado numa banquisa de 4 metros de profundidade.

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USCG Polar Star. O vilipendiado vilão aquecedor do planeta (EUA)
é a grande esperança para solucionar a trapalhada.
 Os ambientalistas pretendiam refazer o percurso da épica mas trágica expedição do explorador Douglas Mawson. 
Em 1912, Mawson protagonizou uma histórica façanha de sobrevivência, passando dois anos na Antártida, vencendo dificuldades gigantescas e ficando como único sobrevivente de uma falida expedição ao polo sul magnético.

Obviamente, os auto-embombados aquecimentistas não estavam dispostos a sofrer nem a milésima parte do que padeceu seu herói e fugiram de helicóptero na primeira dificuldade.
Não lhes faltará financiamento para nova excursão visando provar que o planeta esquenta por todo lado.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O tufão Haiyan e as manobras inescrupulosas do alarmismo climático(ESCRITO POR LUIS DUFAUR)


haiyan“Cada vez que há uma tempestade forte, alguém com influência na mídia solta um comentário bombástico. A imprensa pega e espalha, e isso se transforma numa lenda sagrada. Depois, por mais que haja estudos científicos, não há jeito de desmentir essa lenda.”


Explorando a dor enorme que significou para as Filipinas o tufão Haiyan (ou Yolanda) o desastre vem sendo relacionado pela mídia ambientalista com o “aquecimento global”.
O viés alarmista que aflora em certos noticiários é de molde a impressionar o público para alguma decisão demagógica que possa adotar a 19ª Sessão da Conferência das Partes (COP 19) (Nineteenth Session of the Conference of the Parties) agora reunida em Varsóvia.
A COP 19 é a reunião mais importante sobre clima do ano e tem o objetivo de 'preparar terreno' para novo acordo global climático em 2015.
Marc Morano, de “Climate Depot” preparou um valioso apanhado das posições dos cientistas e dos jornais, das verdades e das falsificações, sobre o grande tufão.
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COP19: demagogia alarmista tenta explorar ideologicamente o tufão
Brian McNoldy, especialista em tempestades da Universidade de Miami, criticou a apresentação tendenciosa no noticiário alarmista: “nós não podemos pegar as tempestades e pinçar as que nós achamos que se devem a um clima mais quente e quais não”.
“Embora o tufão Haiyan seja absolutamente impressionante, não é o único. Ele está no nível elevado de um punhado de outros ciclones tropicais verificados através das décadas pelo mundo todo.
“Haiyan foi o tema deste ano em matéria de clima porque muitos outros não foram tão impressionantes. Os ciclones tropicais extremamente intensos são raros, mas sempre fizeram parte da natureza — nós não precisamos procurar neles argumentos em nosso favor”.
Gabe Vecchi, oceanógrafo da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) que não faz parte dos cientistas ditos ‘céticos’, afirmou que se o ‘aquecimento global’ influenciou o Haiyan, certamente não foi de maneira significativa. “Eu acho que a contribuição do ‘aquecimento global’ à intensidade extrema do tufão Haiyan deve ser pequena”.
O Prof. Roger Pielke Jr. criticou a mídia pelos exageros:

“uma tempestade poderosa não precisa ser super-magnificada. A realidade já é bastante ruim... O Serviço Meteorológico das Filipinas calculou ondas de 18 pés geradas pelo Haiyan. Mas o show de Anderson Cooper na CNN falou por volta de 22-32 pés’”. “Por que é que exageraram com falsas afirmações como ondas de 40-50 pés?”

(ainda no programa da CNN de Anderson Cooper)
O Serviço Meteorológico das Filipinas alertou para o fato de que “algumas noticias sobre a velocidade dos ventos foram exageradas”.
Este tipo de tufões foi muito mais frequente na Pequena Idade Glacial, obviamente não influenciados pelo “aquecimento global de origem humano”. Assim indica a reconstrução paleo-climática dos furacões que atingiram a China nos períodos de 1660–1680 e 1850–1880.
O meteorologista Joe Bastardi explicou: “se você estudou verdadeiramente os tufões, por maior que tenha sido o Haiyan, você não abriria a boca para dizer que foi o maior que já houve”. “O Haiyan tocou terra com as características de um tufão de categoria 4, uma abaixo do máximo possível”, acrescentou.
“De acordo com os dados oficiais os ventos atingiram 235 km por hora com picos de 275 km/h quando chegou à terra. Segundo estas medições, Haiyan é comparável a um furacão forte da categoria 4 nos EUA, quase no topo da categoria, e perto da 5”.
Porém: “cada vez que há uma tempestade forte, alguém com influência na mídia solta um comentário bombástico. A imprensa pega e espalha, e isso se transforma numa lenda sagrada. Depois, por mais que haja estudos científicos, não há jeito de desmentir essa lenda”.
Os jornais britânicos insistiram em que “enquanto a mudança climática continue, devemos aguardar tempestades ainda mais devastadoras”. E atribuíram essa afirmação a meteorologistas mencionados genericamente.
Para o meteorologista Dr. Ryan Maue essas afirmações “são apenas as primeiras de muito lixo que ainda vai vir”.
E acrescentou: “nos últimos mil anos as Filipinas foram golpeadas por 10 mil ou 20 mil ciclones tropicais. Não sejam tão arrogantes de achar que o homem provocou o Haiyan”.
O engraçado, disse Maue, é que a informação de má qualidade que diz que foi a “maior tempestade já registrada” fala sem nenhuma confirmação de fonte independente. Ela se apoia apenas no blog do aquecimentista Jeff Masers.
Bob Tisdale mostrou que “não há nada inusualmente aquecido ou anomalias na temperatura do mar na área percorrida pelo tufão Haiyan”.
As argumentações aquecimentistas também não resistem quando comparadas com a afirmação aceita pelas mesmas fontes de que o ‘aquecimento global’ entrou numa “pausa”.
Para o aquecimentista John Vidal, do jornal britânico “The Guardian” o “que realmente alarma aos filipinos é que o mundo rico está ignorando a mudança climática”. No comentário entra o espírito de luta de classes planetária.
Mas, isso não é ciência nem honesto ambientalismo. É ideologia que não serve às infelizes vítimas do fenômeno natural que agora estão pensando em se alimentar, curar as feridas, recuperar seus bens ou encontrar seus parentes desaparecidos.
Para a aliança verde-vermelha – ambientalista-socialista – a realidade, as vítimas ou a tragédia moral interessam pouco: só quer explorá-las para tirar delas sofismas para derrubar a civilização.


Luis Dufaur
 edita o blog Verde, a Cor Nova do Comunismo