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terça-feira, 8 de setembro de 2015

MARXISTA, FABIANO E PROGRESSISTA, LOGO UM ESQUERDISTA. OU:"FHC, o grande morde e assopra do petismo" (Reaçonaria)

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso concedeu uma entrevista ao Estadão. Nela, deu vazão para as obviedades de sempre: manteve as cautelas e o mesmo discurso ambíguo de quem pode “manter a coerência” seja qual for o desfecho.
Como se trata de FHC, nosso “príncipe da sociologia”, algumas declarações não causam surpresa. É o nosso grande morde e assopra do petismo. O intelectual progressista que adoraria ter sido fundador do PT, mas que acabou fazendo política com a turma do Franco Montoro.
Trechos da entrevista:
Defesa e reabilitação política de Lula
“O Lula tem idade para poder aspirar voltar ao poder, voltar a governar.”
Não existem motivos para o impeachment de Dilma
“Dilma provavelmente não acha que está num beco sem saída, e eu também acho que ela ainda não está (…) Não está clara responsabilidade moral de quem está dirigindo nos malfeitos.”
A vontade popular pelo impeachment de Dilma é apenas “periférica”
Entendo que a população queira tirar a Dilma. Tudo bem, mas é um sentimento periférico, mas e depois? E as instituições? Qual é a base para se tirar? Não pode.
Defesa do PT
“eu não acho que seja saudável esse antipetismo irracional. Nem é o que eu faço. Acho que tem que fazer uma análise, mas não criar ‘o PT é o demônio’. Não, errou aqui ou ali, no meu julgamento. O PT tem um germe de hegemonia que eu acho que é ruim: ‘eu mando, você obedece’. E a democracia não é isso: eu mando hoje e amanhã eu obedeço.”
Atualização:
Mais tarde, no mesmo dia, saiu uma entrevista de FHC em O Globo em que o ex-presidente declarou a seguinte pérola:
“Os petistas aceitaram a democracia, mas uma democracia sob hegemonia, não aceitando o outro, só quando o outro se submete.”

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso
Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, “Prisoner of PT”

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Esquerda patológica: quando a ideologia alimenta a doença, e vice-versa (RC)

patologia
Quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha? A mesma pergunta metafísica pode ser feita sobre os esquerdistas bolivarianos: o que vem antes, sua patologia ou a ideologia? Ao ler a coluna de Clovis Rossi na Folha hoje, fiquei com essa questão na cabeça. Rossi tenta separar uma coisa da outra, e diz que o bolivarianismo é patologia, não ideologia.
Mas até que ponto a própria ideologia não acaba alimentando a doença mental dessa turma? Diz ele, sobre as teorias conspiratórias que os bolivarianos andam espalhando sobre as manifestações nas ruas dos países dominados por governos de esquerda:
Alguns querem o golpe no estilo tradicional, não um “golpe brando”. Outros, a maioria, preferem o impeachment, que, estando previsto na Constituição, só pode ser chamado de golpe por energúmenos.
Na verdade, recorrer a uma teoria conspiratória é um recurso tão antigo como o mundo e serve para não encarar as deficiências de governos que se acham messiânicos mas estão acossados pelas ruas.
Que a esquerda tida por bolivariana se deixe fascinar por essa estupidez não é, em todo o caso, de causar admiração.
Ela idolatra um governante, Nicolás Maduro, que diz ter recebido o antecessor (Hugo Chávez) na forma de um passarinho.
Não é, pois, um problema ideológico e, sim, patológico.
De fato, bolivarianos e petistas dão claros sinais de desvios cognitivos, o que pode ser considerado um problema patológico, ou de caráter. Mas não estou convencido de que é a patologia que sempre leva a uma defesa de tal ideologia. Poderia ser o caso de a ideologia martelada desde cedo na cabeça dessas pessoas também acabe por desenvolver uma patologia.
Acreditando na plasticidade cerebral, o poder de estrago de “professores” marxistas jamais pode ser deixado de lado nessa equação. Pessoas que seriam normais, em condições normais, acabam vítimas de uma patologia desenvolvida pela ideologia que lhes foi enfiada goela abaixo quando jovens.
Vejam bem: não quero isentar de culpa os próprios bolivarianos e petistas, o que seria algo típico deles. Sua responsabilidade no que defendem é clara, pois entre o estímulo e a resposta, o homem tem a liberdade de escolha. Mas seria um atenuante apenas: ideologias podem contribuir para a formação de patologias.
A dissonância cognitiva se encarrega do resto no processo. Funciona basicamente assim, e como não sou médico, apenas um observador atento, peço vênia por qualquer equívoco: 1) o “professor”, os artistas, os “intelectuais”, todos martelam incansavelmente em cabeças jovens as “maravilhas” do socialismo e demonizam o capitalismo; 2) o jovem idealista acredita nesses gurus, deseja ser aceito no grupo, ser visto como abnegado e altruísta, muitas vezes é parte de uma elite culpada, e endossa, então, a ideologia utópica igualitária; 3) qualquer argumento ou fato contraditório – e eles pululam – precisa ser ignorado, para que o cérebro fique blindado contra a realidade, de modo a permitir a sobrevivência da ideologia.
Pronto! O sujeito defende a “democracia” ao mesmo tempo em que enaltece o regime cubano. Ele chama os outros de “fascistas” enquanto defende mais estado e controle sobre as vidas alheias. Acusa de “raivosos” os adversários depois de babar de tanta raiva e usar os adjetivos mais chulos para definir um “coxinha”. Revolta-se com a denúncia de corrupção envolvendo Eduardo Cunha, enquanto trata os petistas do mensalão e do petrolão como heróis injustiçados. E por aí vai.
É um caso de patologia? À exceção dos que fazem isso tudo conscientes e em troca de pixulecos, sem dúvida! Bolivarianos e petistas genuínos, que acreditam na causa revolucionária, sofrem de alguma patologia. Mas é, também, uma questão ideológica. Foi a ideologia adotada lá atrás que veio, como um câncer, destruindo a capacidade de raciocínio lógico dessa gente.
Existem, portanto, dois tipos de bolivarianos e petistas, ambos reagindo de forma desesperada agora, que seus governos se encontram ameaçados pela realidade, pela revolta popular, pela crise econômica que produziram: aqueles “espertos”, em pânico pelo risco de perder as mamatas, as tetas estatais; e aqueles “otários”, que servem de massa de manobra dos “espertos”, que realmente acreditam na ideologia, no socialismo do século XXI.
Ou uma coisa, ou outra. O que não é mais possível é ter alguém inteligente, honesto, decente, livre de patologias graves, que ainda defenda o bolivarianismo e sua versão brasileira, o lulopetismo. Pelos canalhas oportunistas, sinto apenas desprezo, e regozijo-me com a aproximação de seu encontro com a dura realidade, quando perderão as tetas estatais e terão, ó céus!, que trabalhar de verdade para se sustentar; dos patológicos consigo sentir alguma pena, e torço para que o estrago ideológico não tenha sido total, para que ainda exista salvação.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

PARE DE ACREDITAR NO GOVERNO!!!!!Ou:"Deixar o governo determinar a quantidade de médicos é uma tremenda loucura"(

Nas discussões sobre medicina no Brasil, persiste o mito de que, se o governo deixar a mão do mercado atuar livremente, as faculdades abrirão vagas sem limite e os médicos esquecerão dos brasileiros mais pobres.
A ideia tem pouco fundamento; uma das tendências mais festejadas da medicina hoje são justamente as clínicas populares para atender pobres cansados da ineficiência dos hospitais públicos. Uma delas, a cearense SIM, que faz consultas por R$ 60, planeja abrir 63 unidades no Norte e no Nordeste até 2019.
Mas a crença de que é preciso controlar o mercado alimentou uma intervenção pesada do governo Dilma na formação dos médicos. Desde 2013, faculdades de medicina não podem abrir vagas como desejarem ou como indicarem seus estudos de mercado. Precisam esperar que a Autoridade abra editais e decida quais regiões têm carência de médicos e poderão abrir cursos.
Na semana passada, essa intervenção se estendeu para as especialidades médicas. Um decreto de Dilma dá ao Ministério da Saúde o poder de “dimensionar o número de médicos, sua especialização, sua área de atuação e sua distribuição em todo o território nacional”. Veja só: a presidente deu a um grupo de burocratas de Brasília o poder de decidir a quantidade de médicos numa nação de 200 milhões de pessoas.
Uma lição que o último século ensinou repetidas vezes é que não vale muito a pena confiar no planejamento central. Por mais benevolente e iluminado que seja o planejador, ele não consegue se atentar a todos os movimentos e necessidades de milhões de pessoas dispersas pelo país.
Na União Soviética, burocratas achavam que poderiam calcular a demanda de roupas, sapatos ou quilos de farinha e ainda determinar preços de milhões de produtos. A pretensão resultou em filas eternas para obter coisas simples como pão ou sapatos.
No Brasil, temos problemas em todas as áreas que deixamos na mão do planejador benevolente: a manutenção do poder de compra da moeda, a gerência da demanda de energia elétrica e até o suprimento de água, um bem abundante por aqui.
Não se trata de culpar um ou outro político, mas admitir que o sistema é complexo demais para um órgão central tentar coordená-lo. Isso fica claro no transporte coletivo. Toda semana abrem e fecham escolas, igrejas, empresas, fábricas, casas de shows. Surgem eventos e necessidades de transporte diferentes para bairros ou ruas específicas. Só os próprios agentes dispersos no sistema conseguem detectar necessidades das pessoas ao redor e abrir negócios para satisfazê-las. Mas o planejador central proíbe iniciativas livres no transporte público, com a pretensão de que ele, e somente ele, é capaz de ordenar o sistema. Não daria certo nem se o planejador fosse um gênio da logística.
Agora o governo quer levar esse modelo para a medicina, e ainda tem gente que elogia a medida. “Já passou da hora de o governo federal assumir para si a responsabilidade de planejar e gerir os recursos humanos em saúde”, disse a jornalista Cláudia Collucci, da Folha.
É interessante imaginar uma decisão semelhante para o jornalismo. Ora, há jornalistas especializados demais nas grandes cidades do Sul e do Sudeste. Precisamos obrigar alguns deles a trabalhar em jornais de bairro de Osasco e do interior do Amazonas. Seria um atentado à liberdade, não?
O aumento da burocracia do começo do governo Dilma já está travando a inovação na saúde. Em 2010, a Anvisa deixou de aceitar certificações internacionais, como a do FDA, a Anvisa americana, para aprovar a importação de equipamentos médicos. Mas os burocratas da Anvisa demoram em média quatro anos para certificar equipamentos. Por causa da demora, um hospital interessado em trocar um aparelho de ressonância é impedido de importar máquinas de última geração. Só pode comprar a que foi lançada há quatro anos, que já tem a certificação da Anvisa.
Entraves como esse devem se espalhar pela formação dos médicos. O problema vai estourar justamente quando a população estiver envelhecendo e precisando de serviços de saúde. O triste é que, quando isso acontecer, os planejadores benevolentes vão culpar a mão do mercado, e não o excesso de regulação, pelos problemas da medicina no Brasil.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Lista dos traidores do povo: Doravante, para cada crime que ocorrer cometido por menores, os culpados serão eles.


Deputados que votaram a favor da criminalidade (consentida) cometida por menores não merecem mais os votos dos cidadãos brasileiros.

Os votos dos deputados comunistas a favor dos criminosos o povo já esperava; mas o voto desses deputados, na lista abaixo, é mais que uma traição, é um aval para a perpetuação da carnificina contra o cidadão brasileiro.

DEM (2)
    • Mandetta (MS)
    • Professora Dorinha Seabra Rezende (TO)
  • PMDB (18)
    • Carlos Bezerra (MT)
    • Celso Maldaner (SC)
    • Celso Pansera (RJ)
    • Darcísio Perondi (RS)
    • Dulce Miranda (TO)
    • Elcione Barbalho (PA)
    • Jarbas Vasconcelos (PE)
    • João Arruda (PR)
    • João Marcelo Souza (MA)
    • José Fogaça (RS)
    • Josi Nunes (TO)
    • Lelo Coimbra (ES)
    • Lindomar Garçon (RO)
    • Marinha Raupp (RO)
    • Osmar Terra (RS)
    • Saraiva Felipe (MG)
    • Simone Morgado (PA)
    • Washington Reis (RJ)
  • PP (3)
    • Conceição Sampaio (AM)
    • Ricardo Barros (PR)
    • Waldir Maranhão (MA)
  • PR (2)
    • Clarissa Garotinho RJ
    • Zenaide Maia RN
  • PSC (2)
    • Marcos Reategui AP
    • Silvio Costa PE
  • PSD (2)
    • Fernando Torres BA
    • Paulo Magalhães BA
  • PSDB (5)
    • Betinho Gomes PE
    • Eduardo Barbosa MG
    • João Paulo Papa SP
    • Mara Gabrilli SP
    • Max Filho ES

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Sindicatos são antros de bandidos bancados com nossos impostos! RC)

Paulo Vermelho: o perfil de um sindicalista. Fonte: GLOBO
Já escrevi aqui sobre as máfias sindicais e o vergonhoso imposto arrecadado à força dos trabalhadores brasileiros para sustentar essa cambada de parasitas. Emreportagem hoje no GLOBO, conhecemos melhor o perfil do provável líder das depredações no Sindicato dos Comerciários. O homem é da Força Sindical, e seu apelido é Paulo Vermelho. Nada mais adequado, já que esses sindicatos não passam de antros de bandidos ligados à esquerda e sustentados com nossos impostos. Diz o jornal:
Entre os 202 presos na madrugada de quarta-feira por atos de vandalismo na sede do Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio, há um homem que vem sendo investigado de forma especial pela Polícia Civil. Trata-se de Paulo Rogério Rodrigues, mais conhecido como Paulo Vermelho, acusado de envolvimento em crimes relacionados a disputas eleitorais dentro de entidades de classe de São Paulo. Assessor da Força Sindical, ele trabalha na organização de pleitos, segundo a central. No entanto, líderes e advogados trabalhistas ouvidos pelo GLOBO dizem que Vermelho é conhecido por recrutar os chamados “bate-paus” — vândalos que usam de violência para garantir a vitória das chapas que os contratam. O grupo responsável pelo quebra-quebra de quarta-feira veio do bairro paulistano de Itaquera em seis ônibus alugados.
Em um processo que corre na Justiça paulista, Vermelho é acusado de comandar cem homens numa invasão à sede do Sindicato dos Gráficos, em 29 de agosto de 2011. Na época, a direção da entidade pretendia se desfiliar da Força Sindical, central ligada ao deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho de Força, que era filiado ao PDT, e se associar à Central Única dos Trabalhadores (CUT), vinculada ao PT. Depois da confusão, a mudança nunca aconteceu.
[...]
No Rio, Vermelho foi autuado por roubo, dano, resistência, desacato, desobediência e organização criminosa por conta do ataque ao Sindicato dos Empregados no Comércio. Segundo a 5ª DP (Mem de Sá), o objetivo dos vândalos era destruir as urnas e as cédulas de votação — eles não conseguiram alcançá-lo porque foram impedidos por vigilantes armados. Porém, fizeram um quebra-quebra nos oito andares da sede da entidade, no Centro.
O editorial do jornal comenta brevemente os esquemas que dominam os sindicatos no país:
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Sem dúvida, uma mina de ouro para bandidos, e uma avenida política para demagogos de esquerda, que tentam monopolizar nos discursos as boas intenções para com os trabalhadores, enquanto, na prática, prejudicam justamente os mais pobres. Outra evidência de que só dá bandido nesses sindicados está na declaração de um taxista sobre regulamentação do aplicativo Uber:
“Não temos como conter a categoria”, “vai ter morte”. As declarações são do presidente do Simtetaxis (Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores nas Empresas de Táxi de SP) em audiência na Câmara dos Deputados para discutir a regulamentação no Brasil do aplicativo Uber, que disponibiliza corridas pagas com motoristas particulares.
Antônio Raimundo Matias dos Santos, conhecido como Ceará, esteve em Brasília nesta quinta-feira (18) para pressionar os deputados federais contra a liberação desse serviço –visto como concorrência desleal pelos taxistas.
O “recado” dele, mais tarde, foi reforçado por outro representante da categoria, que voltou a falar na possibilidade de essa disputa por passageiros resultar em violência.
“Eu quero dizer aos nobres deputados para que tomem providências porque, se não tomarem, não temos como conter a categoria”, disse Ceará, presidente do Simtetaxis.
“Pode ocorrer sim uma desgraça porque os motoristas estão revoltados. Um grupo veio falar comigo para dizer que, se a lei não fiscalizar esses clandestinos, eles vão tomar uma atitude. Hoje ele [Santos] deu o recado”, disse Natalício Bezerra, presidente do Sinditaxi (Sindicato dos Taxistas Autônomos de SP), também presente na audiência.
Eis a linguagem dessa gente: a ameaça, a intimidação, a violência. E nós ainda somos obrigados a sustentar essa turma! Até quando o brasileiro trabalhador vai aceitar passivamente esse nefasto imposto sindical? Adesão a sindicatos deve ser algo totalmente voluntário, assim como seu financiamento. Chega! Sindicatos são antros de bandidos. É indecente e imoral jogar a fatura para os pobres trabalhadores!