Mostrando postagens com marcador Globalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Globalismo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de junho de 2016

TERRORISTA DE ORLANDO ERA MUÇULMANO, ESQUERDISTA E FILIADO ATIVO DO PARTIDO DEMOCRATA DE HILLARY CLINTON.(AA)

O terrorista Omar Mateen, que matou 50 pessoas e feriu outras 53 em uma boate gay na cidade de Orlando, Flórida, era muçulmano e filiado ativo do Partido Democrata, o principal partido de esquerda dos Estados Unidos. Omar nasceu nos Estados Unidos e seus pais são do Afeganistão.
O terrorista foi morto em um tiroteio com forças policiais às 5 da manhã deste domingo (12). Ele estava armado com um rifle de assalto, uma pistola e um “dispositivo suspeito”, possivelmente um explosivo, e chegou a fazer reféns entre as mais de 300 pessoas que estavam na boate, dado que havia apenas um segurança armado no local. Omar morava na cidade de Fort Piece, o que o fez alugar um carro e viajar 200 quilômetros até Orlando para cometer o ato terrorista. A boate onde aconteceu a tragédia, a Pulse, era uma “gun free zone” (local onde a entrada de armas é proibida).
O pai de Mateen, Mir Seddique, disse à NBC que seu filho começou a ter raiva de homossexuais há alguns meses, quando viu dois homossexuais se beijando em Miami

MAIORIA DOS BRITÂNICOS VOTARÁ PELA LIBERDADE! DIRÁ 'NÃO' AOS MANDARINS ASSASSINOS DA UNIÃO EUROPÉIA.(AA)


Ganha força a campanha para salvar o Reino Unidos dos assassinos da União Europeia. (Foto: Veja)
Se o mega investidor-comunista (hehehe...) George Soros, o Obama e David Cameron, o premiê britânico "conservador light" defendem a permanência do Reino Unido na União Europeia então, logicamente, isto não interessa ao povo inglês que vem sofrendo o esbulho islâmico e ameaças terroristas permanentes. Ainda mais depois que Cameron fez vistas grossas à eleição de um muçulmano a Prefeito de Londres. 

O povo do Reino Unido deve puxar o barbante da arapuca montada pela quadrilha da União Europeia. Depois da Inglaterra outros países cairão fora, como a República Tcheca sendo a bola da vez. Optarão por se verem livres dos grilhões desse malfadado "bloco" fundado nos princípios do neocomunismo do século XXI destinado a liquidar o direito individual e a manter enormes contingentes humanos sob severo controle e vigilância. O jornalismo a soldo dessa gentalha da UE alega que essa brutal realidade é apenas 'teoria conspiratória'. Quem diz isso está comendo caraminguás concedidos pelos vagabundos que controlam a UE.

O plano dos globalistas, pós-queda do Muro de Berlim e o fim da URSS, foi a criação imediata da União Europeia, algo acalentado, vejam só, por Adolf Hitler. A diferença é que Hitler planejava essa unidade na base dos canhões e dos campos de matança de judeus. Os burocratas da União Europeia pretendem alcançar o mesmo objetivo não como uma guerra declarada, mas com um esquema que conta com a importação de islâmicos para manter submissos, sob o terror, todos os europeus.

O povo inglês foi um dos primeiros a sentir o cheiro de carne queimada e partiu para o ataque e está disposto a mandar para o inferno aquela meia dúzia de mandarins que controlam a burocracia da União Européia.

Não é para menos que nos próximos dias que antecedem o referendo que selará o futuro do Reino Unido, se verificará matérias e reportagens chorosas, emocionadas e outras agressivas prevendo a catástrofe geral se os ingleses pularem fora desse barco pirata. É que a maioria dos jornalistas é pena alugada dos chefetes da União Européia, baita cabide de emprego e uma fonte inesgotável de propinas. A vassalagem da grande mídia em nível internacional à União Européia não é de graça. Não mesmo!

Veja-se, por exemplo, esta matéria postada no site da revista Veja:
O DESESPERO DOS VAGABUNDOS
A campanha que defende a saída do Reino Unido da União Europeia ampliou sua vantagem sobre os que defendem a permanência do país no bloco, mostraram duas sondagens de opinião publicadas pela agência de pesquisa ICM nesta segunda-feira. O resultado foi divulgado dez dias antes da realização do referendo que decidirá a questão, marcado para 23 de junho.
De acordo com as pesquisas, uma feita pela internet e a outra por telefone, os defensores da saída da UE têm 53% de apoio e a campanha pela permanência do país no bloco tem 47% de adesão, noticiou o jornalThe Guardian, que patrocinou a consulta telefônica. Duas semanas atrás, os mesmos levantamentos mostravam uma diferença inferior - 52% e 48% respectivamente, segundo o jornal. As duas pesquisas excluíram os entrevistados que responderam "não sei". A ICM disse ter consultado 1.000 adultos por telefone e 2.001 adultos on-line, entre os dias 10 e 13 de junho.
As pesquisas da ICM são as mais recentes a sugerir que a campanha pela saída ganhou força, o que vem perturbando os investidores. Um levantamento divulgado na sexta-feira, que apontou uma dianteira de 10 pontos porcentuais para a saída, aumentou a pressão sobre a libra esterlina e provocou uma alta recorde no custo do hedging, sistema de proteção das grandes oscilações da taxa de câmbio.
Do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Fundo Monetário Internacional (FMI), uma série de lideranças mundiais e organizações internacionais tem alertado o eleitorado britânico sobre os riscos de romper com a união à qual seu país se juntou em 1973. O Banco da Inglaterra disse que a desfiliação, apelidada de "Brexit", em inglês, pode lançar o país numa recessão econômica

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

As eleições nos EUA ( NIVALDO CORDEIRO)


dtMadeleine, enquanto sacerdotisa de Satã, só tem poder mesmo de mandar suas colegas feministas aos infernos, pois as demais estão a salvo. Não se rederam ao papo demoníaco do sexismo.

É evidente que as prévias das eleições norte-americanas estão despertando emoções consideráveis em todo o mundo. A esquerda está em pânico com a possibilidade de Donald Trump ganhar as eleições, o que mudaria o eixo de poder mundial em desfavor da agenda dita “progressista”. Trump será talvez o candidato mais claramente engajado contra o politicamente correto, contra o esquerdismo e o estatismo presentes no Partido Democrata.
A propósito, a disputa entre os democratas não está fácil, pois a favorita Hilary Clinton não decola. É provável que terá a legenda, mas há muita incerteza no caminho. A Sra. Clinton congrega as esperanças das feministas e dos globalistas de forma apaixonada. É possível ter um vislumbre desse fato no artigo publicado pela Madeleine Albright (Meu momento não diplomático). Quase me havia esquecido dela, uma velhota infernalmente feia e antipática que Bill Clinton transformou em secretária de Estado no seu malfadado governo.
Madeleine saiu do sarcófago para defender a candidatura da Hilary. Seus argumentos, contudo, só convencem feministas caricatas, falou para sua turma da luluzinha. Ela própria se colocou como a rainha dos infernos ao assegurar, em defesa de sua candidata, que “existe um lugar especial no inferno para as mulheres que não se ajudam”. Entenderam bem, ela quer alojar as não feministas no seu feudo no submundo. O sexismo radical leva a esse tipo de argumento infantil, impróprio na pena de uma anciã.
A esquerda adora segmentar a sociedade e trabalhar os subgrupos em seu favor, mas nunca conseguiu colocar as mulheres contra os homens e, muito menos, convencê-las de que as possíveis candidatas seriam melhores governantes do que os homens, que têm sido regularmente eleitos por elas. O fato é que Madeleine, enquanto sacerdotisa de Satã, só tem poder mesmo de mandar suas colegas feministas aos infernos, pois as demais estão a salvo. Não se rederam ao papo demoníaco do sexismo.
Não satisfeita na sua argumentação burra, ela foi além: “Quando mulheres têm o poder para tomar decisões, a sociedade se beneficia”. Seria verdade se todas as governantes fossem gigantes como a saudosa Margaret Thatcher. Os brasileiros estão sob o bico do sapato alto de Dilma Rousseff e jamais poderiam concordar com essa bobagem. Dilma ficará conhecida certamente como a pior presidente que o Brasil já teve.
Mas não é só por aqui que mulheres governantes fazem trapalhadas. Na Alemanha, Angela Merkel se meteu a receber migrantes muçulmanos, atendendo às ordens dos chefes globalistas, e se estrepou. A população alemã, a começar pelos líderes do seu próprio partido, protestou. Essa é uma decisão das mais insensatas e pouco tem a ver com o fato de Merkel ser mulher, mas sim, por ser socialista e soldada do globalismo, que quer escravizar o mundo.
Fechou o artigo lembrando a caso Roe versus Wade, para fazer apologia ao aborto. Hilary Clinton certamente radicalizaria essa síndrome de Herodes, que patrocina o morticínio de bebês ainda não nascidos e nega a essência feminina de ser mãe. A claque infernal certamente aplaudiu a retórica satânica de Madeleine, mas as pessoas sensatas puderam ver que a eventual eleição de Hilary Clinton é o que de pior poderia acontecer para o mundo, não apenas para os EUA. E não por ela ser mulher, mas por ser malvada, ateia e abortista. E socialista. Deus nos livre dessa maldição.
Com apoios como o de Madeleine Albright a Dona Hilary não irá longe. Será chutada devidamente para o lixo da história. Trump vem aí.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Notas: sobre a ignorância a respeito das estratégias globalistas ( DAVID AMATO)

pki
Se você quer fazer oposição, e não brincar de, aprenda a primeira e última regra do jogo: não há negociação com essa gente.

A ONU e o Diálogo Interamericano, através de sua cria, o Foro de São Paulo, enfim, conseguiram bater a meta de criar as Forças Sul-Americanas de Defesa.
O nome pomposo soa forte, mas a verdade é que ele engloba o sucateamento e subserviência das Forças Armadas à entidades supranacionais, além do extermínio das polícias antes de absorvê-las, desmilitarizando-as e sindicalizando-as.
Reflexo disso são nossos militares distribuindo panfletos contra o engodo montado em torno do Zika, além dos policiais, que também são militares, sendo abatidos como moscas por bandidos que possuem verdadeiros arsenais de guerra.
Tudo documentado. Tudo premeditado. Tudo consolidado. Que zica.
* * *

Me surpreende ver gente instruída acreditando e replicando tudo que é desinformação a respeito do nazismo. E não, esta postagem não é mais uma defesa relativista de mais uma lepra vermelha que assolou a humanidade, mas é preciso ir além da superfície, principalmente os favelados mentais que adoram dizer que "nazismo é de extrema-direita".
Se você sabe quem são as figuras que compõem o establishment; se está ciente de que a mídia é controlada por um cartel cujos proprietários não enchem os dedos de duas mãos; que o mercado editorial e os espaços acadêmicos estão repletos de falsificações históricas, como é que você confia em tudo que é disseminado pelo império controlado por essa gente?
Hitler foi uma criatura que se voltou contra seus criadores. E não fez isso por bondade, e sim porque tinha seu próprio projeto de poder. O milagre econômico do nacional-socialismo se deu graças ao financiamento que transformou a Alemanha Nazista em um cavalo de guerra, vindo da mesma turma que bancou incontáveis guerras e revoluções mundo afora.
Hitler sabia, mesmo que parcialmente, dos planos da turma, entre eles o de usar o nazismo como motor unificador da Europa; sabia, também, dos planos de promover o vira-latismo cultural via estratégia estabelecida por Kalergi, tendo buscado a "raça ariana" como contramedida, esta também alimentada por inspirações ocultistas (Hitler era obcecado por esoterismo).
Não por acaso, Kalergi era um supremacista branco e paga-pau de sionistas, e suas ideias foram financiadas por Louis de Rothschild, que ficou maravilhado com o que hoje conhecemos como União Europeia, pois viu no Movimento Pan-Europeu uma possibilidade formidável de ampliar o poder do clã ao qual pertencia.
Hitler passou a combater os judeus não só porque neles encontrou um bode expiatório, mas também porque foi inspirado no anti-semitismo de Karl Marx e na estratégia de aniquilar um dos braços globalistas, na época representado por Kalergi e seus financiadores, a maioria convertida ao judaísmo por puro oportunismo, visto que sacanearam outros judeus, e que possuíam uma visão talmudista de mundo.
Também não foi por acaso que a cúpula nazista prendeu o barão Louis, motivo pelo qual os Rothschild e suas crias dinásticas detonam culturalmente o nazismo até hoje, mas não fazem o mesmo com o comunismo, que assim como o nazismo foi e é utilizado como ferramenta de dominação mundial.
Ou vocês não sabem que entre os maiores interessados e financiadores das revoluções vermelhas estavam os banqueiros de Wall Street? Que a família Warburg, que se meteu até no Levante Bolchevique, também fez as conexões entre Kalergi e os Rothschild? Que sem os Rothschild os Rockefellers sequer existiriam? Que sem estes, não haveria Diálogo Interamericano e consequentemente Foro de São Paulo? Pois agora sabe, e tudo está conectado.
Sendo assim, entendam que os pais e financiadores do nazismo foram os mesmos pais e financiadores do comunismo, para não dizer do fascismo e outros ismos que levam idiotas a se digladiarem, escolhendo uma das inúmeras falsas oposições.
Essa turma é suficientemente esperta para garantir que seus estepes ocupem imediatamente a posição dos pneus furados, e exemplo atual disso são os movimentos de rua e pseudo-intelectuais lambendo a sola de organizações globalistas e seus partidos políticos.
Se você quer fazer oposição, e não brincar de, aprenda a primeira e última regra do jogo: não há negociação com essa gente.
*
Se tem coisa que me irrita é ver gente discorrendo sobre como os "governantes" não manjam nada sobre a Curva de Laffer, sobre a Teoria da Captura, sobre o Cálculo Econômico sob o Socialismo e o escambau.
Meus filhos, os governantes são marionetes de organizações que financiam e financiaram, entre outras coisas e pessoas, figuras como Ludwig Von Mises, ou vocês não sabiam que a Fundação Rockefeller bancou um cargo patrocinado para que o ícone da Escola Austríaca pudesse trabalhar na National Bureau of Economic Research? Isso para não citar os verdadeiros objetivos e frutos do Volker Fund e outros mais.
Isso não invalida a obra de Mises, pelo contrário: ele foi um gênio em sua área. Ocorre que há muito que os detentores dos reais poderes usam o poderio econômico do qual são possuidores para bancar capital humano e inovação vindos das mais privilegiadas mentes do planeta, não só a fim de compreender como também estabelecer e controlar as teses e antíteses mundo afora.
Para piorar, vários economistas liberais e libertários prestaram prestimosos serviços à turma de Richard Coudenhove-Kalergi, o desgraçado responsável pelo Plano Kalergi, que instituiu a destruição cultural dos povos europeus através de engenharias hoje visíveis para qualquer um: multiculturalismo, politicamente correto, Cloward-Piven e tantas outras.
No fim, não são eles que não manjam nada: são vocês que não compreendem bulhufas de dialética e guerra cultural, disseminando artiguinhos inócuos e gabando-se de estratégias que beiram o vexame.

*

O Pretinho Básico, um programa chinelão que endossa toda a agenda novo-ordista, teve uma de suas últimas edições paralisada dias atrás porque grupos narcotraficantes rivais estavam trocando tiros de AK-47 no morro Santa Tereza, em Porto Alegre.
Ironicamente, alguns dos que lá trabalham e que defendem a agenda superprafrentex que dissemina a cultura do crime, das drogas e do desarmamento civil, se borraram nas calças. O episódio pode ser ouvido aqui:http://goo.gl/4G4bRB
Esses grupos não usam nem 1% das armas que possuem porque o acúmulo de arsenal de guerra ainda é utilizado como método de dissuasão, ou seja, para que os rivais não invadam os lucrativos pontos comerciais do tráfico, comandados através de expansão e domínio territorial.
Não é de hoje que eu afirmo - porque li os documentos - que o Brasil vai ser um alvo cada vez maior de guerra química e terrorismo urbano, até que o país colapse; até que os brasileiros se matem entre si e que cada bovino que habite este continental pasto ache tudo isso muito normal.
No mais, Porto Alegre já é um caso de intervenção militar, e não do lixo pretoriano da Força Nacional. Mas o Exército está mais preocupado em foder com a vida dos caçadores, atiradores e colecionadores de armas, e deveria passar, juntamente com os habitantes da cidade, por um ritual de exorcismo que os livrasse da frouxidão e da subserviência à organização criminosa que tomou conta da América Latina.
Enquanto as armas de fogo não voltarem em abundância e em grossos calibres para as mãos da população civil, com regulamentações iguais as da década de 90, onde a própria polícia facilitava os trâmites burocráticos e vagabundo pensava duas vezes antes de esculachar com os alheios, nós continuaremos com a maior taxa de homicídios do mundo.
Não tenho dúvidas que o Brasil é possuidor do maior rebanho de gado existente.
*
Estudos revelam que estudos revelam um monte de baboseiras.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

A crise européia dos "refugiados" e a necessidade de uma direita forte e verdadeira ( ANDRÉ ASSI BARRETO)


Uma direita que acerta no campo econômico mas erra em todo o resto está invariavelmente fadada ao fracasso e não merece nenhum apoio.
pegida
Manifestantes em marcha organizada pelo PEGIDA (Europeus Patriotas Contra a Islamização do Ocidente)
recebem jatos de água da polícia
.
O público brasileiro, carente de qualquer direita organizada, costuma enamorar-se com toda sorte de pretensos direitistas: centro-direitistas, social-democratas, democratas cristãos, liberais e até mesmo meros anticomunistas. Contudo, a crise “imigratória” da Europa tem ajudado a revelar as fraquezas desses ditos políticos “de direita”. Foram as políticas de Angela Merkel, da União Democrata-Cristã (CDU), de centro-direita, que arreganharam as fronteiras da Alemanha para talvez um punhado de refugiados genuínos, mas outros milhares de jihadistas, simpatizantes do ISIS, interessados unicamente em duas coisas: os benefícios do estado de bem-estar social europeu e a implementação de uma governança islâmica sobre o ocidente (concretizando as profecias próprias do islã e de seus teóricos, como Guénon e Qutb). Isso tudo não, sem antes, espetáculos de molestação pública de mulheres e arrastões, como vimos na virada de ano em Colônia (na própria Alemanha).
Mesmo depois do ocorrido em Colônia, e de tantos outros por toda a Europa, os políticos da dita direita não mudam sua postura. Seguem atinados à agenda politicamente correta, multicultural e anti-ocidental a que, invariavelmente, pertencem (na Suécia isso é fato estabelecido há bons tempos). Quanto à mídia, o quadro é o mesmo ou ainda pior (a BBC só relatou o ocorrido de Colônia pelo menos dois dias depois e diversos outros órgãos substituíram a expressão “refugiados muçulmanos” por “imigrantes do Norte da África” – como a Deutsche Welle, por exemplo). A prefeita de Colônia sugeriu, como solução para o problema a criação de um código de conduta para as mulheres. Um imã salafista da cidade afirmou que as mulheres foram estupradas porque elas estavam “seminuas e usando perfume”. Exatamente como no lamentável caso da Charlie Hebdo, onde o sangue dos cartunistas ainda estava quente quando políticos e analistas sociais já estavam preocupados com as eventuais “reações (sic) islamofóbicas” que os ataques gerariam. O ministro alemão da Justiça, pouco preocupado em investigar o caso, teme as reações “xenofóbicas” da “extrema-direita”. No parlamento britânico discute-se a possibilidade de impedir a entrada de Donald Trump na terra da rainha enquanto a pregação radical em escolas, universidades e mesquitas segue livre.
A polícia alemã, que pouco fez (ou estava autorizada a fazer) nos arrastões em Colônia, agiu e age de maneira ostensiva nas manifestações do grupo Pegida, que propõe restrições à imigração: Tommy Robinson, outra voz potente contra a imigração muçulmana para o Reino Unido e criador do “Pegida britânico” foi, recentemente (mais exatamente, dois dias depois de criar a organização), preso (enquanto o clérigo radical que propõe a implementação da sharia na Grã-Bretanha e nos EUA e ameaçou a ativista Pamela Geller ao vivo, Anjem Choudary, continua solto).
É nesse contexto que surge um pequeno, porém importante livro, escrito pelo sueco Daniel Friberg chamado “A verdadeira direita” (a ser publicado pela editora Simonsen, em tradução minha, com campanha decrowdfunding em andamento). Friberg é figura central e basilar para a existência de uma nova direita real na Suécia, sendo que sem Daniel ela provavelmente não existiria, conforme atesta seu amigo, sócio e prefaciador do livro, John Morgan. Considerando o laboratório de causas progressistas que é a Suécia, podemos certamente depreender o elevado mérito de Friberg não apenas por fazer manter algum pensamento de direita no país nórdico, mas bem como por fazer existir um pensamento de direita coeso, forte e ativo.
Três importantes e urgentes lições, tanto para direitistas europeus quanto brasileiros, podem ser deslindadas a partir do livro de Friberg (que tem por subtítulo, pertinentemente, “um manual para a oposição de verdade”): 1) uma direita forte não apenas é possível como é necessária, 2) a já moribunda e falsa direita pode e deve ser definitivamente rechaçada e 3) o caminho para a vitória da direita é pela via de uma batalha no terreno da “metapolítica”.
A Europa, ao menos, já teve uma direita forte, o que leva os teóricos da Nova Direita a se reportarem a políticos, pensadores e situações do passado que representaram bem a corrente de pensamento, ao passo que nós, brasileiros, não podemos ir tão longe*. Estamos, geralmente, acostumados a uma oposição insossa ao esquerdismo tão tipicamente latino, um anticomunismo de manual por parte dos sociais-democratas ou, nos servindo de um exemplo extraído da realidade atual para ilustrar o sentimento, um tímido antipetismo “democrático”; uma direita frágil, acuada, envergonhada e usuária dos cacoetes linguísticos da esquerda (e que, por isso, invariavelmente, pensa como ela).
Friberg mostra em seu livro como essa direita, já moribunda na Europa, pois não atende aos anseios das pessoas (segundo Friberg, por exemplo, embora os políticos “de direita” sejam partidários das políticas imigratórias malucas que têm levado à destruição da antiga cultura sueca e aos episódios ocorridos em Colônia, uma fatia considerável do povo sueco é favorável a políticas imigratórias restritivas, carecendo apenas de uma representação política que faça jus à sua vontade) deve ser absolutamente rechaçada e extirpada da vida política séria para que os problemas mais urgentes da realidade política atual sejam superados; tanto essa direita fraca quanto a esquerda são culpadas pelos problemas que assolam o continente europeu no momento.
Em determinada altura do livro, Friberg dá, literalmente, dicas práticas de como lidar com esquerdistas militantes hostis, como reagir a um jornalista militante de esquerda que bate à sua porta etc.; e a lição é bastante simples, a direita pode e deve ser forte, o que inclui uma militância ativa e ostensiva: Friberg é criador do empreendimento “Motpol”, que, além de assessorar vítimas de assédio ideológico esquerdista (algo extremamente comum na Suécia), é uma força crescente na imprensa, na área editorial, como think-tank e cresceu vertiginosamente em diversas outras atividades ao longo de sua década de existência completada em 2015.
E ainda mais importante, Freiberg é enfático em afirmar que para a direita vencer a guerra, o campo de batalha é a cultura ou, conforme Friberg chama, a “metapolítica”. Não se trata de meramente ganhar eleições, ocupar parlamentos, enfim, vencer a “política de rua”, é mister que as instituições produtoras de cultura sejam retiradas da alçada do esquerdismo radical. Escolas, universidades, imprensa, editoras etc. devem voltar a servir os interesses genuínos das pessoas e não à agenda do progressismo frankfurtiano e da estratégia gramscista. No livro, Friberg oferece todo o passo-a-passo de como essa ofensiva cultural de direita deve ser empreendida para que obtenha sucesso.
Os episódios que chamei a atenção no início do artigo mostram como o diagnóstico de Friberg é preciso: a esquerda preparou o terreno cultural para (entre outras coisas, evidentemente) a aceitação de políticas de imigração em massa, por exemplo, acusando todos que discordam dela de “fascista”, “racista” ou “nazista” e a dita direita, covarde, acuada e cúmplice, sorveu tudo que veio desse caldo politicamente correto que escorreu das universidades sob a alcunha de “multiculturalismo” e de “politicamente correto”, autorizando legal e moralmente a coisa toda. Uma direita que acerta no campo econômico (vale novamente o exemplo alemão, a mesma Merkel que abriu as fronteiras para qualquer um é o principal bastião da ortodoxia e da austeridade econômica) mas erra em todo o resto está invariavelmente fadada ao fracasso e não merece nenhum apoio consistente.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Concedam às mulheres o direito de se defenderem (Geert Wilders & Machiel de Graaf)


Geert Wilders denuncia o "Taharrush". À direita: protestos públicos na Alemanha em resposta aos
abusos sexuais em massa ocorridos na cidade de Colônia e em outras cidades na passagem do Ano Novo.

O "enriquecimento cultural" nos trouxe uma nova palavra: Taharrush. Lembre-se bem dela, porque teremos que lidar muito com ela. Taharrush é a palavra em árabe que denota o fenômeno através do qual mulheres são cercadas por grupos de homens e assediadas sexualmente, tocadas, agredidas e estupradas. Depois da taharrush que ocorreu na cidade de Colônia na Passagem do Ano Novo, muitas mulheres alemãs compararam spray de pimenta. Quem pode condená-las?

Uma cultura que tem uma palavra específica para uma gama de assédios sexuais cometidos por grupos de homens é um perigo para todas as mulheres. A existência da palavra indica que o fenômeno é generalizado. Frau Merkel, Primeira Ministra Rutte e todos os políticos partidários da política de portas abertas deveriam ter conhecimento disso.
O mundo islâmico está mergulhado na misoginia. O Alcorão preconiza explicitamente que a mulher vale a metade do homem (Surata 2: 228, 2: 282, 4:11), que as mulheres são impuras (5:6) e que o homem pode ter relações sexuais com sua esposa quando ele bem entender (24:31). O Alcorão chega até a dizer que aos homens é permitido possuir escravas sexuais (4:24) e que eles têm o direito de estuprar as mulheres que capturam (24:31).
Hádices, a resenha da vida de Maomé, o ser humano ideal cujo exemplo deve ser seguido por todos os devotos da fé islâmica, confirmam que as mulheres são objetos sexuais, que elas são seres inferiores como os cães e macacos e que não há nada de errado com a escravidão sexual e com o estupro de prisioneiras.
Taharrush é muito comum em países islâmicos. As mulheres são frequentemente cercadas por homens e violentadas. O Website egípcio Jadaliyya destaca que o abuso também é cometido contra mulheres cobertas com o véu islâmico. As mulheres são vítimas simplesmente porque são mulheres e não porque elas se insinuaram ou porque sua conduta ou vestimenta são "provocantes". O abuso pode acontecer na rua, no transporte público, em supermercados ou em meio a uma manifestação de protesto.
Em 2011 Lara Logan, repórter de uma TV americana, teve sua roupa rasgada e logo "violentada com as mãos" por um grupo de 200 homens na Praça Tahrir no Cairo. Dois anos mais tarde, uma jovem holandesa também se tornou vítima da taharrush na mesma praça. Agora, juntamente com a entrada de migrantes do mundo muçulmano, esse fenômeno também chegou a Europa. A elite tentou esconder o fato da população, mas isso já não é mais possível.
Cartunistas já sentiram o gosto de assassinos islâmicos batendo em suas portas quando ousam fazer algum desenho de Maomé. Agora milhares de mulheres em Colônia e em outras dezenas de cidades alemãs e através da Europa, como Zurique, Estocolmo, Malmo e Viena, passaram pela experiência dos estupradores estarem escondidos atrás das portas esperando que elas ousem sair na rua.
Islã significa submissão. E há uma boa razão para isso. A chegada do Islã levou à redução das liberdades ocidentais sob a ameaça da violência. E essa ameaça só irá aumentar. É um processo capcioso que levará todo o Ocidente a se curvar ao Islã.
Na semana passada a prefeita de Colônia aconselhou as cidadãs da cidade a manterem certa distância de homens estranhos. Em Viena, o chefe de polícia ressaltou que seria melhor que no futuro as mulheres não saiam sozinhas nas ruas. Parece que a Áustria logo será parecida com a Arábia Saudita, onde não se permite que mulheres andem pelas ruas desacompanhadas. Mais cedo, na Holanda, as mulheres de família que abrigam candidatos a asilo já tinham sido aconselhadas a usarem roupas "apropriadas" (mesmo dentro de casa), "de modo que nada de vestido de festa ou costas descobertas" e para se certificarem de nunca ficarem sozinhas em um ambiente com candidatos a asilo do sexo masculino.
Mas o comportamento das mulheres nada tem a ver com isso. Além disso, é uma desgraça que as nossas mulheres sejam aconselhadas a mudarem seus hábitos porque o governo convidou milhares de homens perigosos a ingressarem em nosso país. Quando se importa o Islã para a Holanda, também está se importando a cultura misógena do Cairo, Damasco, Riad para as nossas cidades. Além dos lenços de cabeça, burcas, mesquitas, assassinatos em nome da honra e terrorismo, agora também temos a taharrush.
A solução não está na atitude das nossas mulheres de manterem certa distância desses bárbaros e sim do nosso governo de manter esses homens a milhares de quilômetros de distância de nós. Até que isso aconteça outras medidas são necessárias. É uma irresponsabilidade transformar nosso país em uma selva e depois mandar mulheres desarmadas para o interior desta selva. Elas devem no mínimo ter o direito de se defender. Diferentemente de países como a Alemanha e a França, em nosso país o uso de spray de pimenta é ilegal. Considerando que a Holanda está sendo inundada por homens que veem as mulheres como brinquedos sexuais inferiores, está na hora de legalizar o spray de pimenta em nosso país como arma de defesa contra a taharrush.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

O Papa não gosta das mulheres? (CAROLINE PARMENTIER)


Por elas, nem uma palavra. Não mais do que se elas jamais tivessem existido, essas centenas de mulheres alemãs, violentadas, agredidas sexualmente por uma turba formada por cerca de mil homens de origem magrebina, em sua maioria “refugiados”. Os votos do Papa ao corpo diplomático (votos quase que inteiramente consagrados aos imigrantes!) não trazem qualquer alusão ao fato. Por outro lado, o soberano pontífice continuou a exortar a Europa a permanecer acolhedora e a perpetuar-se como o “farol da humanidade”.
O Papa Francisco exortou os europeus a “vencer seu medo” aos imigrantes, “apesar das inevitáveis dificuldades”. Será isso uma alusão? As agressões sexuais em massa, utilizadas como arma de guerra para aterrorizar as populações invadidas, serão uma das “inevitáveis dificuldades” da acolhida de imigrantes às quais devemos nos acostumar? 
O acontecimento monumental de Colônia (mas também os de Estocolmo, Hamburgo, Düsseldorf, Bielefeld, e ainda os da Finlândia, Áustria, Suécia, a qual reconhece haver mantido oculta uma vaga de casos de agressão sexual) não muda em nada o discurso ideológico e sentimental-humanista do Papa. Nada o mudará no menor detalhe.

A compaixão e a caridade pontificiais atuam apenas em um sentido. Se uma única refugiada tivesse sido violada por um policial alemão, pode-se imaginar a gritaria internacional e as condenações mundiais consequentes. Mas as palavras dolorosas e o pranto dessas mulheres alemãs, seu terror, sua humilhação, e a cólera que nos arrebata, são coisas sem valor. O grito “de Raquel que chora por seus filhos”, citado por Francisco, é exclusivamente o grito dos imigrantes.

Assim como todas as comparações com o Antigo Testamento, do qual o Papa alimentou o seu discurso, o exílio do Paraíso terrestre, a marcha à terra prometida, passando pelo Êxodo e pela fuga do Egito, tudo isso são parábolas para os imigrantes em busca de “uma terra na qual correm leite e mel”. Imagem significativa, quando se sabe como esses bárbaros serviram-se durante o réveillon.

E o soberano pontífice deseja que a Itália dê o exemplo: “Espero que o tradicional senso de hospitalidade e a solidariedade que distinguem o povo italiano não esmoreçam diante das inevitáveis dificuldades do momento, mas que, à luz de sua tradição multimilenar, esse povo seja capaz de acolher e de integrar o aporte social, econômico e cultural que os imigrantes podem oferecer”. Quer dizer, a destruição da cultura multimilenar desse povo acolhedor – pela imigração e pelo multiculturalismo.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

PT propõe fim do dinheiro em espécie: até que só coma quem obedeça (DAVID AMATO )


rel
Projeto de lei do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) é parte de um velho plano globalista que dá ainda mais poder à elite política revolucionária e anticristã.

Daniel Estulin: "O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população, deve suprimir o dinheiro em espécie."

Como todos já deveriam saber, a turma ligada ao PT está no poder com a missão de acelerar a degradação do País, entregando todos os setores e recursos em baixa para as organizações transnacionais revolucionárias que a sustenta. Ou por qual motivo você acha que gente tão baixa, vil e desqualificada possui as costas tão quentes? Pois é.
Caso seja necessário refrescar a memória do leitor, tanto a Revolução Francesa quanto o Levante Bolchevique - só para citar dois casos -, foram financiados pelas mesmas elites ocultas e famílias dinásticas possuidoras de organizações transnacionais com poder de alcance mundial, e que através de suas bilionárias fundações irradiam dinheiro para uma agenda cultural alegadamente "progressista".
Essa turma não quer só o dinheiro, mas o poder e o controle sobre tudo e todos, de modo a implementar um novo mundo baseado em inspirações ocultas doentias e distorções completas da realidade. Todo o processo se dá por meio dialético e é por isso que a esmagadora maioria da população não compreende a síntese objetivada.
Sendo assim, conforme noticiado pela Rádio Vox (http://goo.gl/BBeilp), o senhor Reginaldo Lopes (na foto com Lula), deputado federal pelo PT de Minas Gerais, honrando os prestimosos serviços marxistas prestados aos socialistas fabianos, apresentou um projeto de lei que visa extinguir a produção, circulação e uso do dinheiro em espécie, determinando que as transações financeiras se realizem apenas através do sistema digital.

Um projeto que talvez agrade alguns inocentes úteis e entusiastas do Bitcoin, que acreditam piamente que a criptomoeda não seja um teste de menor escala para um fim maior, também conhecido como Teste de Choque.
Abaixo, segue um trecho do livro 'A Verdadeira História do Clube Bilderbeg', de Daniel Stulin. O clube nada mais é do que uma reunião anual que define pautas para pessoas com destaque no mundo, de modo a azeitar as engrenagens de uma das "novas ordens mundiais":
CAPÍTULO 4
Para uma sociedade sem dinheiro em papel-moeda
"(...) Logo, na década de 1960, os globalizadores se deram conta de que o mundo não estava mudando suficientemente rápido para seu gosto e decidiram atuar. Em 1962, Nelson Rockefeller apelou à criação de uma Nova Ordem Mundial: "Os temas da atualidade exigem a gritos uma nova ordem mundial, porque a antiga caiu; uma ordem nova e livre luta por emergir à luz... Antes de que pudéssemos nos dar conta, estabeleceram-se as bases da estrutura federal para um mundo livre."
Se a informação dos capítulos anteriores foi alarmante, o que vem a seguir lhe produzirá um calafrio nas costas, porque nos aproximamos das etapas finais da Escravidão Total.
A sociedade sem dinheiro em papel-moeda não é um "novo" conceito, mas um antigo, recuperado pela elite globalizadora para exercer um controle absoluto sobre todos os indivíduos. Em agosto de 1975, o senador americano Frank Church declarou que "o Governo tem capacidade tecnológica para impor uma "tirania total" no caso de que um ditador tomasse o poder. Não existiria um só lugar para ocultar-se".
O dinheiro em metálico nos garante intimidade e anonimato ou, o que é o mesmo, liberdade. Também nos garante independência.
Todos nós poderíamos conseguir que os bancos do mundo quebrassem apenas tirando simultaneamente o dinheiro que temos depositado neles. O dinheiro em papel-moeda também é sinônimo de descentralização. O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população deve suprimir o dinheiro em efetivo.
Na década de 1960, segundo meu avô ─ um oficial do Serviço Contra Espionagem da KGB ─, este órgão formulou um plano que consistia na introdução de um cartão de crédito no sistema para assim poder efetuar com facilidade o rastreamento tanto das pessoas, como do dinheiro.
Para sua desgraça, embora felizmente para o resto da população, havia um inconveniente de caráter prático em todo este assunto. Naquela época, as lojas russas, se se caracterizavam por algo, era por sua falta de mercadorias.
Embora cada cidadão russo dispusesse de um sofisticado cartão de crédito, o governo não poderia seguir a pista de ninguém, excetuando um reduzidíssimo grupo de clientes, geralmente aqueles que tinham contatos, aqueles que conheciam alguém em alguma parte e podiam trocar seus bens e favores pelos de seus amigos.
Isto me recorda uma anedota de minha juventude: uma vez, em pleno inverno, meu pai e eu, enquanto retornávamos à casa, depois de esperar duas horas em um supermercado local, encontramo-nos com uns amigos da família.
Antes de partimos, meu pai trocou doze rolos de papel higiênico por um par de sapatos, que eram muito estreitos a seu amigo. Conforme me explicou meu pai mais tarde, as pessoas sempre levavam consigo alguma coisa que lhes resultasse imprestável e que sempre pudessem trocar por algo que pudessem tirar proveito.
Como já assinalei no capítulo 3, o objetivo da Nova Ordem Mundial é erradicar os poderes descentralizados; devem, portanto, suprimir os territórios independentes, que são mais difíceis de controlar, e criar uma comunidade européia dependente, a fim de estabelecer um Governo Mundial Único (autoridade universal, monopólio) que se autoperpetue.
Na década de 1980, o professor B. A. Hodson, diretor do Centro Informático da Universidade de Manitoba, recomendou gravar uma marca identificadora na frente de cada indivíduo. Num primeiro momento, a idéia consistia em tatuar um fluido permanente, não tóxico, sobre a carne humana, que se transluziria, com a ajuda de raios ultravioleta, ou infravermelhos.
Em 20 de setembro de 1973, a capa do Senior Scholastics ─ uma publicação especializada (agora desaparecida), orientada aos centros de ensino médio e superior ─ mostrava um grupo de meninos com números tatuados na fronte e divulgava um artigo de fundo intitulado "Necessidades sociais e direitos privados. Quem te vigia?".
Em tal artigo se especulava o seguinte: "Sem moeda, sem mudança e sem cheques. No programa, a todas as pessoas será atribuído um número, que terão tatuado no pulso ou na fronte.
Deste modo, todos os artigos de bens de consumo marcar-se-ão digitalmente. No ponto de controle, graças a um ordenador situado na saída da loja, captar-se-á o número de artigos selecionados para sua compra, assim como o número da pessoa, e automaticamente o ordenador somará o preço e descontará a importância da conta do cliente."
O Prêmio Nobel de Química de 1954, Linus Pauling, propôs que se tatuasse uma marca nos pés, ou na fronte de todos os jovens, com o código de seu respectivo genótipo.
Em 1974, um professor da universidade pública de Washington, o doutor R. Keith, inventou uma pistola laser que se empregaria para numerar peixes em menos de um segundo. Farrell disse que tal arma também poderia utilizar-se para registrar numericamente às pessoas.
O assessor do Serviço de Inteligência, McAlvany, declarou que "a era do dinheiro em papel moeda está chegando a seu fim e uma nova era com uma sociedade sem dinheiro está amanhecendo.Se os modernos cartões eletrônicos de crédito e débito podem trocar-se por dinheiro em efetivo, então cada transação econômica de sua vida pode ser catalogada e armazenada como uma futura referência e, aqueles com o poder de interromper seu acesso ao dinheiro eletrônico, podem estrangulá-lo no tempo que dura um batimento cardíaco. O potencial do totalitarismo para chantagear e controlar é incrível, mas a maioria das pessoas nem sequer parece dar-se conta".

A trama segue e chega até os microchips, mas para isso recomendo que baixem e leiam o livro, que conta com fontes primárias.

Vale lembrar que a Venezuela, país vizinho afundado em uma ditadura tida como modelo a ser imitado pela base governista brasileira, já aboliu o papel moeda de uma maneira mais arcaica, desvalorizando-o a ponto de certas notas serem usadas até mesmo como guardanapo.
Para agravar a situação, nos caixas de supermercado há leitores biométricos que regulam a quantidade de itens que cada cidadão pode adquirir, o que é um upgrade da clássica livreta cubana de racionamento.
Com tamanha desvalorização e escassez, é sensato afirmar que, na Venezuela, só come quem obedece. E é exatamente esse modelo que será implementado no mundo inteiro, mais cedo do que se imagina, caso continuemos nos comportando como gado.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Para virar o jogo é preciso conhecer o adversário (CANAL DA DIREITA)


"Sem um estudo desse fenômeno do globalismo nunca vamos entender o que está acontecendo no Brasil."
Olavo de Carvalho

Não é novidade que a maioria dos brasileiros não só adora futebol como acompanha os campeonatos e sabe tudo sobre os times, suas escalações, placares e estratégias. Não seria fantástico se o povo também aprendesse quem são verdadeiramente os jogadores em campo no jogo político, uma vez que o placar deste afeta a vida de todos nós?
Através desta simples montagem é possível entender o Pacto de Princeton, abordado no livro O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial, de Heitor de Paola (adquira aqui:https://loja.observatoriolatino.com), que compreende uma aliança estratégica entre o Diálogo Interamericano - ao qual fazem parte FHC e Marina Silva - com o Foro de São Paulo.
O Foro foi criado para "resgatar na América Latina o que fora perdido pela União Soviética no Leste Europeu", ou seja, para acelerar a onda vermelha em uma clássica união de socialistas fabianos e marxistas.
Esta união também é articulada Estratégia das Tesouras, onde duas lâminas aparentemente opostas acabam cortando para o mesmo lado, tratando-se do estabelecimento e manutenção de uma falsa oposição, motivo pelo qual nada muda para melhor no Brasil. Não é novidade que o povo, majoritariamente conservador, não se sente representado.
tfd
Entre os vários objetivos dessa turma está a de consolidar a Unasul de maneira geopolítica, isto é, criar um enorme bloco totalitário que irá do México até a Patagônia, destruindo assim as soberanias nacionais e suas culturas, fazendo com que as integrações regionais transformem-se em integrações mundiais.
Este bloco compreende a zona 6 arquitetada pelo Clube de Roma, think thank globalista ao qual FHC também faz parte. O Clube anseia dividir o mundo em 10 blocos controlados por um parlamento cada, de modo a facilitar o controle de um futuro governo mundial. O mapa do projeto pode ser visto na sexta imagem, no canto inferior direito da montagem.
Desse modo, a disputa que ocorre na América Latina e também no mundo em relação aos movimentos globalistas, eurasianos e demais concorrentes se dá pela hegemonia no fechamento dos blocos, motivo pelo qual podemos entender uma parcela das tensões que se passam no 7, onde estão situados Síria e Irã.
Abaixo seguem vários links com artigos, vídeos e dicas de livros. Reserve algumas horas, estude o material e seja mais um brasileiro na luta para reverter o placar de um jogo onde uma seleção de 200 milhões de habitantes só tem feito gols contra.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

MELANCIAS, TERRORISTAS VERDES.OU:"COP21 empobrecendo os mais pobres e degradando os mais ricos". (LUIS DUFAUR)


Paris não se deixa dobrar pelo terror islâmico. Cederá antes as aterrorizantes armadilhas verdes que ressoarão na COP21?

A COP21, ou Convenção do Clima das Nações Unidas – Conferência das Partes, vai começar numa atmosfera enrarecida pelos atentados islâmicos que enlutaram a França. 
Mas o fundamentalismo verde não manifesta intenções de parar.
As negociações preliminares para redigir o acordo que será submetido à aprovação na COP21 desenharam a criação de um Fundo Climático Verde (Green Climate Fund) que deverá tirar anualmente 100 bilhões de dólares dos países “ricos” por volta do ano 2020.
Isso é apenas um piso. Como as metas almejadas pelos promotores da COP21 são fantasiosas e inalcançáveis, esse fundo vai exigir sempre mais e mais.
Obviamente, quererá tirar esses capitais dos “predadores” capitalistas, emissores de CO2, aquecedores do planeta, e mais outros slogans depreciativos cunhados pela militância socialista-verde.
O fundo terá oficialmente um objetivo: subsidiar energias alternativas e financiar programas de desenvolvimento ecologicamente corretos nos países pobres.
Como as energias preferidas nos conciliábulos verde-vermelhos (eólicas, painéis solares, além de outras ainda envoltas em fraldas) e os projetos ecotribalistas não produzem algo digno de elogio, os países pobres “beneficiados” não sairão da pobreza.
Resultado: o Fundo Climático Verde extorquirá dos “ricos capitalistas” quantias cada vez mais astronômicas, sob pena de eles serem conduzidos perante o futuro Tribunal Internacional de Justiça Climática, onde a sua sentença está assinada há tempos.
Porém, muitos países em desenvolvimento, notadamente da África, não querem saber de promessas insensatas.
Eles já perceberam que seu nível de vida melhorou enormemente pela aplicação dos métodos produtivos do capitalismo privado, usando centrais energéticas movidas a carvão, petróleo, gás e nuclear.
Para dito Fundo, até agora 37 países “ricos” prometeram apenas 10 bilhões de dólares, sendo os EUA o maior doador.
A China, tida como superpotência econômica que desafia comercialmente os EUA, apresentou uma embaralhada proposta, mais parecida com um empréstimo, sem avançar número algum. Caiu fora. Que os bobos paguem. A Rússia não tem sequer para si própria.
O Japão ofereceu 1,5 bilhões a esse Fundo Climático Verde, composto em boa parte por empréstimos de seu governo a empresas japonesas que constroem termoelétricas movidas a carvão no sudeste asiático.
Positivamente, não é o que querem os assanhados sonhadores da utopia planetária verde-tribalista.
Mas, se esse dinheiro aparecer, o Fundo não poderia auxiliar os países “pobres”? É a pergunta que fizeram Nicolas Loris, economista especializado em questões de energia e meio ambiente, e Katie Tubb, pesquisadora do Thomas A. Roe Institute for Economic Policy Studies. Os dois trabalham na The Heritage Foundation.
Os autores partem do fato básico lembrado por Adam Smith em seu famoso ensaio A riqueza das nações, no qual ele constata o dado mais elementar: um país não é rico porque acumulou moedinhas, mas porque seu povo se enriqueceu trabalhando metodicamente em proveito próprio.
O desejo de progredir e de melhorar inspira ideias inovadoras, incrementa a produtividade e gera um tremendo volume de riquezas que se espalham por toda a sociedade.
Para isso, é indispensável a livre iniciativa, o Estado de Direito e a propriedade privada. Esses fundamentos permitem aos países lidar com desastres naturais ou mudanças climáticas, quaisquer que sejam as suas causas.
Mas tais fundamentos são ignorados em muitos países em desenvolvimento. E são até combatidos por regimes populistas socialistas, ideologicamente insensíveis ao bem de seus países. O PT exemplifica bem o caso com tudo o que vem fazendo para tentar afundar o Brasil.
Para verdadeiramente deixar para trás a pobreza são necessários esses princípios, e não teorias sobre mudança climática.
O ministro de Meio Ambiente da Índia, Prakash Javadekar, deixou isso bem claro: “Enquanto nós não solucionarmos nem erradicarmos a pobreza, não podemos tratar sinceramente da mudança climática”.
Não surpreende, pois, que cidadãos indianos tenham se revoltado contra os projetos de Greenpeace que levavam energia solar cara e intermitente a regiões que nunca tiveram eletricidade.
“Queremos eletricidade deveras, e não eletricidade fictícia!”, reclamaram eles.
Obama prometeu bilhões de dólares para os países “pobres” combaterem as mudanças climáticas, mas não para que possam ter uma fonte abundante e estável de energia. Assim, eles nunca vão melhorar.
Por isso, acrescentam Loris e Tubb, o nome melhor para o Protocolo de Paris seria Protocolo de Transferência das Riquezas das Nações.
O novo nome parece fadado a não ser aceito. E apesar de mais colado à realidade, cheira demais a luta de classes planetária de essência marxista.
A verdade é que, com a instituição do Fundo Climático Verde, os “pobres” se verão impossibilitados de sair da pobreza, e os “ricos” serão empurrados para uma crescente queda do nível de vida.
Já de início, decaindo do carro para a bicicleta e do churrasco para o bife de minhoca. E, isto sim, pagando cada vez mais impostos “verdes” e totalitários.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A OMS, a carne vermelha, as mudanças climáticas e o controle estatal: a conexão é explícita ( Yuri N. Maltsev)


2015-10-26t183826z_12204673.jpgO cada vez mais poderoso complexo verde-industrial, cujo quartel-general está nos EUA, está se revelando extremamente eficaz em utilizar a ONU, suas trinta e duas instituições "irmãs"(como o Banco Mundial, a UNESCO e vários "tribunais") e centenas de centros de pesquisa e treinamento.  Esta enorme e continuamente crescente máquina burocrática já emprega mais de um milhão de "servidores públicos internacionais" para administrar aquilo que nossos visionários socialistas sonham se tornar o governo mundial do futuro.
Uma "instituição irmã" da ONU que está se tornando cada vez mais importante é o altamente politizado "Departamento Mundial de Saúde", também conhecido como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a qual, como parte de sua nova campanha do medo, emitiu recentemente a declaração de que bacon, presunto, salsicha são cancerígenos.  E complementou dizendo que todas as carnes vermelhas são "provavelmente cancerígenas".
[N. do E.: vale ressaltar que a OMS não mostrou o relatório científico final e também omitiu o fato de que sete dos vinte e dois cientistas que participaram das pesquisas não aprovaram o relatório desconhecido.  Até mesmo o politicamente corretíssimo doutor Dráuzio Varella achou isso muito estranho.  Diz ele: "[...] não existe consenso entre os epidemiologistas. Não houve unanimidade sequer entre os 22 especialistas do painel da Iarc: sete deles se abstiveram de votar a favor das conclusões por não estarem convencidos da qualidade das evidências apresentadas ou por não concordarem com elas."]
Essa nova campanha anti-carne, no entanto, nada tem a ver com a sua saúde, mas sim com a "saúde do planeta".  O ataque da OMS à carne ocorreu, coincidentemente, antes da Conferência do Clima em Paris, que ocorrerá no final do ano e que irá discutir "soluções governamentais" para se controlar o clima, e faz parte da lenta, porém progressiva, revolução socialista envolta no lema de "conscientização sobre as mudanças climáticas".  Para essa gente, todo o necessário para fazer com que tudo fique bem é entregar o controle da economia mundial para os planejadores centrais dos governos. Na mente deles, basta o governo acionar suas engrenagens e elas automaticamente farão tudo com assombrosa precisão para preservar o status quo climatológico.  Como sempre, políticas socialistas atuais são justificadas como sendo uma "necessidade para as gerações futuras". 
O famoso Nobel de física, o Dr. Ivar Giaever, que já foi um ardoroso apoiador de Obama, mudou de lado e hoje está contra o presidente americano na questão do aquecimento global.  "Eu diria que, basicamente, o aquecimento global é um problema inexistente".  Giaever escarneceu Obama por este ter declarado que "nenhum desafio é mais ameaçador para as gerações futuras do que as mudanças climáticas".  O físico disse que essa era uma "declaração ridícula" e complementou dizendo que Obama "está sendo mal assessorado" na questão do aquecimento global.  
Já eu estou certo de que Obama e outros políticos estão impondo a agenda do aquecimento global não por causa de "má assessoria", mas sim porque os defensores dessa tese, inadvertidamente ou não, lhes fornecem todas as justificativas necessárias para adotar políticas de planejamento central e para restringir as liberdades individuais.
A Conferência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas 2015, que será realizada em Paris de 30 de novembro a 11 de dezembro, está sendo propagandeada pelo governo Obama como um grande passo adiante rumo a um governo mundial e a um planejamento centralizado.  Será a vigésima primeira sessão anual da Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, criada em 1992, e a décima primeira sessão do Encontro das Partes (a primeira ocorreu no Protocolo de Kyoto, em 1997).  O objetivo da conferência é alcançar um acordo universal e legalmente compulsório a respeito do clima, para todos os países.
Todos os globalistas se mobilizaram em preparação para este evento.  O papa Francisco, por exemplo, publicou uma encíclica chamada Laudato Si' para ajudar a garantir o sucesso dessa conferência.  A encíclica clama por uma ação imediata contra as "mudanças climáticas causadas pelo homem".  Já a Confederação Sindical Internacional, que tem suas origens na Primeira Internacional fundada por Karl Marx, exortou o objetivo de "carbono zero, pobreza zero", e seu secretário-geral, Sharan Burrow, proclamou que "não há empregos em um planeta morto".
A guerra contra a carne faz parte dessa ofensiva das relações públicas.  Lord Stern, do Reino Unido, que já foi economista-chefe do Banco Mundial, afirmou que "a carne é um grande desperdício de água, e cria muitos gases geradores do efeito estufa.  Ela causa uma enorme pressão sobre os recursos naturais do mundo.  Uma dieta vegetariana é muito melhor."
Já o embaixador americano Todd Stern, nomeado por Obama emissário especial dos EUA para assuntos climáticos, cuja função será assegurar um rígido acordo climático na conferência de Paris, está hoje viajando para Brasil e Cuba com o intuito de conseguir o apoio destes dois corruptos governos socialistas contra "a ameaça global representada pelas mudanças climáticas"
Nos EUA, socialistas fanáticos e seus parceiros "capitalistas" já conseguiram destruir a indústria do carvão.  Todo o setor energético está sob inclemente ataque há um bom tempo.  Agora, eles estão indo atrás da indústria de carnes, a qual é, de acordo com eles, "insustentável".  A esquerdista Union of Concerned Scientists (União dos Cientistas Preocupados) listou o hábito de comer carne como sendo a segunda maior ameaça ambiental para o planeta (a ameaça número um são os veículos movidos por combustíveis fósseis).
Na União Soviética, de onde fugi, quando havia carne, esta era disponível para o alto escalão do Partido Comunista.  O cidadão comum, com muita sorte, encontrava um pouco no mercado negro.  O Partido "explicava" para as massas que comer carne era nocivo para a saúde.  Em Cuba, você dificilmente encontra carne nas mercearias.  Bife (normalmente misturado com soja), frango, salsicha e presunto são racionados pelo governo cubano à quantia de 225 gramas por pessoa para cada 15 dias.  Meus amigos cubanos, no entanto, se queixam de que nem mesmo este racionamento é respeitado pelo governo, e que frequentemente as rações de carne são "canceladas" sem qualquer explicação.
Nos EUA, o Comitê Conselheiro de Diretrizes Alimentares (Dietary Guidelines Advisory Committee) publicou, neste ano, um relatório de 571 páginas de "evidências" pseudo-científicas para estimular os americanos a não comerem carne vermelha.  O Departamento de Agricultura dos EUA utilizará essa ciência fajuta como base para sua política federal de nutrição, incluindo um programa de US$ 16 bilhões para financiar almoços em escolas.
E tudo isso está sendo bancado pelos pagadores de impostos.  Os EUA estão financiando a ONU e suas instituições "irmãs", incluindo a OMS, em um montante que vai de 25 a 35% do orçamento da organização.  A única esperança para o mundo é que as pessoas não recebam todo o governo pelo qual estão pagando.