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quarta-feira, 15 de junho de 2016

10 maneiras de um estudante sobreviver a uma universidade dominada pela esquerda (spotinik)

Você é um estudante liberal em uma faculdade esquerdista. E agora?
Não é segredo para ninguém que o pensamento de esquerda domina o ensino superior brasileiro. De professores com claras preferências políticas e até partidárias a chapas de DCE que sonham com os tempos da União Soviética, parece que quanto mais de esquerda, mais legal.
Isso está mudando aos poucos. 12 anos atrás, quando eu entrei na faculdade, só um ou outro professor tinha ouvido falar de Mises. Hoje em dia, não há praticamente um aluno que desconheça os grandes nomes do pensamento liberal. Talvez por isso mesmo, a pressão esteja aumentando.
Formando minhas ideias no calor de debates estudantis, com colegas e professores, dentro e fora da sala de aula (no caso, Filosofia na USP), aprendi muito, ganhei muita experiência e cometi muitos erros também. Por isso, pensei nessa lista de 10 conselhos para os estudantes liberais que se veem em meio a uma faculdade dominada pela esquerda. No final das contas, cada um aprende mesmo por conta própria, mas se isso servir de guia geral para alguém, já ficarei feliz.
1) Em primeiro lugar, lembre-se que você não deve explicações a ninguém pelas crenças que defende. A esquerda buscou monopolizar a preocupação social, mas falhou completamente em traduzir boas intenções em melhora de vida para milhões de pessoas. Você já parte de uma base de entendimento social e propostas políticas muito mais sólida. Colegas e até professores têm muito a aprender com você.
2) E você tem muito a aprender com eles. Não tem problema admitir que não sabe, reconhecer méritos em outras visões e aceitar indicações “do outro lado”. Idealmente, você e seus colegas de esquerda serão parceiros em uma competição honesta de adquirir conhecimento e de melhorar o mundo.
3) Leia muito. Você nunca mais vai ter o tempo livre que você tem nesses anos. Vá atrás dos seus interesses, pesquise na biblioteca, discuta com seus amigos, forme suas posições sem medo de errar. Seja no silêncio da biblioteca, no debate em sala de aula ou na mesa do bar, suas paixões e ideias podem contagiar outras pessoas. Só não deixe que a política fale mais alto do que as amizades.
4) Ocupe os espaços. Poucas coisas estão tão necrosadas quanto a política estudantil. A esquerda nunca teve o monopólio da virtude, agora perdeu também o monopólio da representação. Ninguém mais aguenta os mesmos slogans batidos de sempre, a indignação exagerada, o autoritarismo, para as greves que prejudicam o curso. A maioria dos estudantes não está nem aí para a política estudantil tradicional, justamente porque não se sentem representados. Procure outras pessoas que partilhem de suas ideias. Participe ou inicie grupos de estudo, chapas eleitorais, sessões de cinema, debates, festas, etc. É hora de grupos organizados com visões modernas, liberais, propositivas, tomar a dianteira e dar uma nova cara ao movimento estudantil, tendo como ideais uma sociedade mais próspera para todos e uma faculdade onde todos aprendam mais.
5) Ao debater em sala de aula, lembre-se sempre que a aula não é sua. Discussões e uma postura crítica (desde que positiva) contribuem para melhorar a aula e aumentar o engajamento de todos, mas você não deve monopolizar o tempo do professor em sala. Ele está ali para trabalhar, para expor um conteúdo que ele preparou, e cabe aos alunos respeitar isso. Discussões mais longas podem sempre ocorrer fora do horário de aula.
6) Muitos professores são abertos a outras perspectivas e sabem reconhecer bons argumentos mesmo quando deles discordam. Alguns, contudo, são verdadeiros ditadores do aprendizado, e só passam quem se curva a sua ideologia. Se, em alguma avaliação, você tiver que escolher entre dizer o que você acredita ou repetir o que o professor quer ouvir, não se faça de mártir: escreva o que for preciso e siga em frente. O seu futuro vale mais do que uma resposta de prova. Exceto se você e outros colegas enxergarem uma boa chance de virar o jogo…
7) Divergência política não precisa virar antipatia pessoal. Muitas desavenças seriam evitadas se cada um soubesse defender suas posições com mais serenidade e sem demonizar o outro lado. Na hora de discutir, lembre-se de manter a cabeça fria e o bom humor; o que não significa ser menos firme em suas posições. Reconhecer quando o outro lado tem o argumento mais forte também não é desonra nenhuma; é só mais um incentivo para você se aprofundar mais.
8) Nem só de discussão intelectual é feita a sociedade humana. As pessoas, na maioria das vezes, não são movidas apenas por argumentos. Retórica, simbologia, visões de mundo, narrativas, estética; tudo isso é essencial para tocar o coração de qualquer pessoa. Não negligencie esses componentes menos racionais do ser humano. Os liberais se deram muito mal nos últimos 150 anos ao se restringirem à superioridade argumentativa e entregar de bandeja todo o resto a seus adversários. Está na hora de mudar isso.
9) Ideias e posicionamentos não têm gênero, raça, credo ou orientação sexual. Não deixe que ninguém te diga o que você pode ou não pode defender por causa de suas características físicas, psicológicas ou comportamentais. Além de completamente irracional, essa tentativa de intimidação é uma forma muito baixa de preconceito.
10) Mantenha sua independência. Não é porque você não se identifica com a claque da esquerda que o “seu” grupo sempre terá razão. Saiba julgar atitudes e posicionamentos com isenção. Parte importante de ser um liberal é cultivar a própria individualidade em oposição à pressão dos mais variados grupos.

TERRORISTA DE ORLANDO ERA MUÇULMANO, ESQUERDISTA E FILIADO ATIVO DO PARTIDO DEMOCRATA DE HILLARY CLINTON.(AA)

O terrorista Omar Mateen, que matou 50 pessoas e feriu outras 53 em uma boate gay na cidade de Orlando, Flórida, era muçulmano e filiado ativo do Partido Democrata, o principal partido de esquerda dos Estados Unidos. Omar nasceu nos Estados Unidos e seus pais são do Afeganistão.
O terrorista foi morto em um tiroteio com forças policiais às 5 da manhã deste domingo (12). Ele estava armado com um rifle de assalto, uma pistola e um “dispositivo suspeito”, possivelmente um explosivo, e chegou a fazer reféns entre as mais de 300 pessoas que estavam na boate, dado que havia apenas um segurança armado no local. Omar morava na cidade de Fort Piece, o que o fez alugar um carro e viajar 200 quilômetros até Orlando para cometer o ato terrorista. A boate onde aconteceu a tragédia, a Pulse, era uma “gun free zone” (local onde a entrada de armas é proibida).
O pai de Mateen, Mir Seddique, disse à NBC que seu filho começou a ter raiva de homossexuais há alguns meses, quando viu dois homossexuais se beijando em Miami

MAIORIA DOS BRITÂNICOS VOTARÁ PELA LIBERDADE! DIRÁ 'NÃO' AOS MANDARINS ASSASSINOS DA UNIÃO EUROPÉIA.(AA)


Ganha força a campanha para salvar o Reino Unidos dos assassinos da União Europeia. (Foto: Veja)
Se o mega investidor-comunista (hehehe...) George Soros, o Obama e David Cameron, o premiê britânico "conservador light" defendem a permanência do Reino Unido na União Europeia então, logicamente, isto não interessa ao povo inglês que vem sofrendo o esbulho islâmico e ameaças terroristas permanentes. Ainda mais depois que Cameron fez vistas grossas à eleição de um muçulmano a Prefeito de Londres. 

O povo do Reino Unido deve puxar o barbante da arapuca montada pela quadrilha da União Europeia. Depois da Inglaterra outros países cairão fora, como a República Tcheca sendo a bola da vez. Optarão por se verem livres dos grilhões desse malfadado "bloco" fundado nos princípios do neocomunismo do século XXI destinado a liquidar o direito individual e a manter enormes contingentes humanos sob severo controle e vigilância. O jornalismo a soldo dessa gentalha da UE alega que essa brutal realidade é apenas 'teoria conspiratória'. Quem diz isso está comendo caraminguás concedidos pelos vagabundos que controlam a UE.

O plano dos globalistas, pós-queda do Muro de Berlim e o fim da URSS, foi a criação imediata da União Europeia, algo acalentado, vejam só, por Adolf Hitler. A diferença é que Hitler planejava essa unidade na base dos canhões e dos campos de matança de judeus. Os burocratas da União Europeia pretendem alcançar o mesmo objetivo não como uma guerra declarada, mas com um esquema que conta com a importação de islâmicos para manter submissos, sob o terror, todos os europeus.

O povo inglês foi um dos primeiros a sentir o cheiro de carne queimada e partiu para o ataque e está disposto a mandar para o inferno aquela meia dúzia de mandarins que controlam a burocracia da União Européia.

Não é para menos que nos próximos dias que antecedem o referendo que selará o futuro do Reino Unido, se verificará matérias e reportagens chorosas, emocionadas e outras agressivas prevendo a catástrofe geral se os ingleses pularem fora desse barco pirata. É que a maioria dos jornalistas é pena alugada dos chefetes da União Européia, baita cabide de emprego e uma fonte inesgotável de propinas. A vassalagem da grande mídia em nível internacional à União Européia não é de graça. Não mesmo!

Veja-se, por exemplo, esta matéria postada no site da revista Veja:
O DESESPERO DOS VAGABUNDOS
A campanha que defende a saída do Reino Unido da União Europeia ampliou sua vantagem sobre os que defendem a permanência do país no bloco, mostraram duas sondagens de opinião publicadas pela agência de pesquisa ICM nesta segunda-feira. O resultado foi divulgado dez dias antes da realização do referendo que decidirá a questão, marcado para 23 de junho.
De acordo com as pesquisas, uma feita pela internet e a outra por telefone, os defensores da saída da UE têm 53% de apoio e a campanha pela permanência do país no bloco tem 47% de adesão, noticiou o jornalThe Guardian, que patrocinou a consulta telefônica. Duas semanas atrás, os mesmos levantamentos mostravam uma diferença inferior - 52% e 48% respectivamente, segundo o jornal. As duas pesquisas excluíram os entrevistados que responderam "não sei". A ICM disse ter consultado 1.000 adultos por telefone e 2.001 adultos on-line, entre os dias 10 e 13 de junho.
As pesquisas da ICM são as mais recentes a sugerir que a campanha pela saída ganhou força, o que vem perturbando os investidores. Um levantamento divulgado na sexta-feira, que apontou uma dianteira de 10 pontos porcentuais para a saída, aumentou a pressão sobre a libra esterlina e provocou uma alta recorde no custo do hedging, sistema de proteção das grandes oscilações da taxa de câmbio.
Do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Fundo Monetário Internacional (FMI), uma série de lideranças mundiais e organizações internacionais tem alertado o eleitorado britânico sobre os riscos de romper com a união à qual seu país se juntou em 1973. O Banco da Inglaterra disse que a desfiliação, apelidada de "Brexit", em inglês, pode lançar o país numa recessão econômica

terça-feira, 7 de junho de 2016

O maior de todos os assaltos, o assalto à inteligência ( PERCIVAL PUGGINA)

ucmDe milhões de brasileiros, tomaram o intelecto e a honestidade! Como calcular o valor desse dano? Mentiram-lhes tanto que já não se importam com a diferença entre verdade e mentira. Trata-se de uma atividade que se conta em décadas.

É um dos confrontos mais decisivos da história do Brasil. E terrivelmente desigual. De um lado, atuam grupos sociais espontaneamente organizados, dependentes apenas do idealismo e do civismo de seus membros. Mobilizam-se contra o uso político, ideológico e partidário do sistema de ensino. De seu sucesso depende a possibilidade de que o Brasil, num horizonte de médio prazo, possa contar com a ação livre, criativa e produtiva de sua juventude para embarcar num padrão de desenvolvimento compatível com os países que já colhem os resultados de sua opção pela Educação.
No outro lado desse confronto estão os que, ao longo de sete décadas, numa continuada ação de pirataria intelectual, se foram apropriando dos instrumentos essenciais do ensino em nosso país. Nada concederam ao acaso. Escalaram a nave educacional pela popa e pela proa, ocuparam o convés, assumiram o leme, ergueram-se pelo cordame e hastearam uma bandeira vermelha no topo do mastro maior, para que todos saibam a que e a quem serve o imenso e malbaratado investimento nacional em Educação. É uma estrutura tão danosa quanto poderosa. Ela se vale do uso abusivo da sala de aula por professores que aparentemente aprenderam com os índios jivaros  a técnica de encolher cabeças; da militância dos sindicatos profissionais dos docentes; da apropriação política do Ministério da Educação, de suas verbas e programas; do controle dos conteúdos dos livros didáticos; das provas e concursos públicos, do ENEM, e por aí vai. O que acontece no setor “cultural” é um nadinha, merreca, comparado com o que acontece no “educacional”.
Mas não só isso. Se você pensa que os controladores dessa agenda nos últimos 13 anos só roubaram o nosso dinheiro, o patrimônio público, a credibilidade do país, saiba que o magno malefício da corrupção é pequeno se comparado com o assalto ao sistema de ensino, que já abocanhou as potencialidades e o futuro de mais de uma geração de brasileiros, formatados para serem massa de manobra do movimento revolucionário em curso. De milhões de brasileiros, tomaram o intelecto e a honestidade! Como calcular o valor desse dano? Mentiram-lhes tanto que já não se importam com a diferença entre verdade e mentira. Trata-se de uma atividade que se conta em décadas e que, na prática, viabilizou a chegada ao poder, em 2003, do grupo que governou o Brasil nos últimos 13 anos. A tragédia social, política e econômica que se produziu no país compõe o inevitável refrão do fracasso que se sucede a cada cantoria de quem governa sob tais ideias e sob lideranças assim em qualquer parte do planeta. Nunca fizeram algo melhor do que isso.
O que mais bem expressa esse confronto entre o Brasil que está concebido pelo sistema de ensino que temos e aquele pelo qual todo brasileiro anseia, é a atividade do movimento Escola Sem Partido. Há muitos anos, sob a liderança de Miguel Nagib, esse grupo vem denunciando a pirataria apátrida das bandeiras vermelhas, símbolos de uma revolução que nenhuma pessoa sensata poderia desejar. E se é algo que nenhum pai ou mãe há de querer para seus filhos, cabe, então, a pergunta: como conseguem, os piratas da Educação, mobilizar pessoas para algo que, em todas as suas experiências, só gerou miséria e opressão? Resposta simples: acabando com a sensatez. E é impossível acabar com a sensatez sem controlar os meios de ensino.
A UNE, União Nacional de Estudantes, há mais de meio século é comandada por jovens comunistas, estudantes profissionais, a serviço de uma agenda apátrida, de pirataria política, que nada tem a ver com o bem do Brasil. Em nome de qual interesse público a rapaziada da UNE recebe milhões de reais por ano do nosso dinheiro para queimarem em festas, bebidas e viagens e, claro, atenderem com docilidade aos estalos de dedo dos que lhes suprimiram mente e caráter?

Estão fazendo você de trouxa (RICARDO HASHIMOTO)

smshDias atrás ocorreram dois fatos aparentemente desconexos e que têm sido abundantemente explorados pela mídia de massa.
Fato 1: numa favela do Rio de Janeiro, uma jovem de 16 anos de idade manteve relações sexuais com dezenas de homens, boa parte deles menores de idade. O fato foi denominado “estupro coletivo”.
Fato 2: numa perseguição policial na zona sul da cidade de São Paulo, um menino de 10 anos de idade morreu atingido pelo disparo de um policial. Instantes antes, ele havia roubado um carro num condomínio com o auxílio de outro menino, de 11 anos de idade.
A gritaria na imprensa e nas mídias sociais foi geral, atacando “os homens” e a polícia. Assim mesmo, jogando todos os homens e todos os policiais (e policiais femininas) num balaio condenatório genérico.
Não vou entrar no mérito se houve ou não estupro nem se houve ou não execução. Não é isso o que interessa aqui. Aliás, diante da manipulação perpetrada pela mídia, nem dá para saber. Vou me ater aos fatos: uma jovem manteve relações sexuais com dezenas de homens e um menino morreu numa perseguição policial.
O que interessa é o seguinte: está havendo, por parte da mídia de massa, uma manipulação psicológica clássica, mais velha do que andar para frente, constante da cartilha leninista sob a frase: “promover o crime e denunciá-lo”.
A promoção do crime, nos dois fatos narrados, consiste na consecução de toda a agenda esquerdista: destruição da família e da religião, luta de classes, aborto, divórcio, eutanásia, sex lib, incentivo ao crime, apologia às drogas etc. Quem promoveu e continua promovendo todas estas barbaridades é a própria mídia de massa, juntamente com a indústria cultural e com o sistema educacional. Após décadas de dominação esquerdista, o resultado está aí: desintegração da família, bailes funk inqualificáveis, uma sociedade inutilizada pelo consumo de drogas, banditismo de baixo até em cima da pirâmide social, uma sociedade sem religião, com a Igreja Católica tomada pela teologia da libertação e com as denominações protestantes infiltradas pelos comunas… o conjunto de porcarias é infinito, vamos parar por aqui. Esta é a chamada “promoção do crime”.
“Promover o crime… e denunciá-lo”
Em seguida, após ter promovido o crime, a mídia de massa vem, feito uma vestal, denunciar estupros e execuções. Joga a pedra e esconde a mão. “Os culpados são os homens”, “É o machismo”, “É o homem branco de olhos azuis, europeu e cristão”, “O culpado é Nosso Senhor Jesus Cristo”, ou “A Polícia é violenta”, “É assassina”, “Abaixo a Polícia”, “Abaixo a autoridade”. Num movimento orquestrado, toda a esquerda se une nas redes sociais e nas ruas para dar continuidade à revolução. É muito cinismo!
Mas eles estão apenas seguindo a cartilha.
Trouxa é você de cair nesta armadilha.
Solução: jamais discuta se houve ou não houve estupro, se houve ou não houve execução. Qualquer argumento que você der será usado contra você – é o mesmo que tentar apagar fogo com gasolina. Em vez de argumentar, faça o que eu estou fazendo aqui. Denuncie a manipulação psicológica subjacente.
Pegue os comunas no pulo.

Pela criminalização dos símbolos comunistas ( FÉLIX MAIER)


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Já existe uma lei no Brasil que criminaliza, corretamente, os símbolos nazistas - a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor.

Em seu artigo 20, a Lei 7.716 preceitua que:

"Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)

Pena: reclusão de um a três anos e multa. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)

§ 1º Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)

Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa. (Incluído pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)".
A Lei 7.716 está incompleta. É preciso modificar essa Lei, para criminalizar também símbolos comunistas, como a foice e o martelo. Num país democrático, como o Brasil, não deveria ser permitido que partidos políticos, como o PCdoB e o PCB, defensores de ideologias totalitárias, que têm como objetivo implantar a ditadura do proletariado, continuem tendo seu registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esses partidos precisam ser imediatamente extintos, para resguardar a democracia de que se utilizam, para em seguida tentar eliminá-la.

Divulgar o comunismo é um crime que atenta contra toda a humanidade, não só contra a nação brasileira, face aos mais de 100 milhões de mortos que essa ideologia assassina deixou como herança no século XX. E que ainda continua matando pessoas ao redor do mundo, como na China, em Cuba e na Coreia do Norte – além de países bolivarianos, como a Venezuela.

Países do Leste Europeu, como Ucrânia e Polônia, que viveram sob as garras de ideologias totalitárias como o nazismo e o comunismo, estabeleceram leis que proíbem a divulgação de símbolos dessas ideologias, assim como partidos políticos dessas excrescências que nunca deveriam ter surgido na História universal.

Por isso, é importante apoiar o Projeto de Lei nº 5358/2016, apresentado pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSC/SP), que altera a redação da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e da Lei nº 13.260, de 16 de março de 2016, para "criminalizar a apologia ao comunismo".

Nesse sentido, criei uma petição, de modo a coletar abaixo-assinados dos verdadeiros democratas brasileiros. Enviei o texto da petição a todos os parlamentares em Brasília, inclusive para aqueles que, ideologicamente, cometem crime fazendo a apologia ao comunismo.

Assim, concito todos os democratas brasileiros a exigir de nossos parlamentares a aprovação dessa Lei, de modo a colocar o Brasil a s
alvo da sanha comunista, tentada pelo menos quatro vezes nesta Terra de Santa Cruz, a saber:

- Intentona Comunista de 1935, em que lacaios a mando de Moscou, como Luiz Carlos Prestes, mataram 32 militares, alguns dormindo nos quartéis, e cerca de 1000 civis, para tentar implantar a ditadura comunista.

- Após a Revolução Cubana, em 1961, portanto antes do contragolpe militar de 1964, já havia centros de treinamento de guerrilha em fazendas de Pernambuco, Acre, Goiás, Bahia e Minas Gerais, onde cubanos ensinavam táticas de guerrilha, para promover a implantação da ditadura comunista. Sobre o assunto, leia o livro O Apoio de Cuba à Luta Armada no Brasil, de Denise Rollemberg.

- A partir de 1968, antes do AI-5 (13/12/1968), há um acréscimo exponencial de grupos terroristas comunistas no Brasil, que não lutavam contra os militares para o restabelecimento da democracia, como costumam mentir (especialmente Dilma Rousseff), mas para implantar o comunismo. O aumento da atividade terrorista ocorreu depois da Conferência da OLAS, em Cuba, em 1967, com a presença de Carlos Marighella. Ola, em espanhol, significa “onda”, seriam, pois, ondas, vagalhões de focos guerrilheiros espalhados por toda a América Latina, como disse o próprio Fidel Castro: “Faremos um Vietnã em cada país da América Latina”. Para tal, tiveramtreinamento na China e, principalmente, em Cuba. O mesmo objetivo de comunização do Brasil foi tentado pelo PCdoB, na chamada Guerrilha do Araguaia.

- A partir do governo do PT, em 2003, houve outra tentativa de comunização do Brasil, de acordo com os objetivos traçados pelo Foro de São Paulo, entidade criada em 1990 por Fidel Castro e Lula da Silva, a qual tem por objetivo final a comunização da América Latina, tendo Cuba por modelo. Um breve histórico sobre a doutrina dessa nova internacional comunista pode ser visto lendo as Atas do Foro de São Paulo. A destruída Venezuela é o país que mais se aproximou desse objetivo, o “Socialismo do Século XXI”, seguida por Bolívia, Equador e Nicarágua. O Paraguai se livrou dessa praga, ao destituir o bispo-presidente Fernando Lugo. A Argentina também caiu fora, com a eleição do presidente Mauricio Macri, assim como o Brasil, com o impedimento (espero que definitivo) de Dilma Rousseff. Em sua Resolução sobre a conjuntura, de 17 de maio de 2016 - verdadeiro corpo de delito -, o PT mais uma vez provou que é um partido antidemocrático, autoritário, que trata os adversários como inimigos. Enfim, que tem o DNA totalitário.

Finalizando, volto a repetir que símbolos e entidades comunistas precisam ser criminalizados no Brasil, assim como já o são os nazistas. Um país democrático não pode tolerar regimes que têm por finalidade acabar com as liberdades, seja individual, da imprensa, da propriedade, da religião, ou do livre empreendedorismo.

NOSSA BANDEIRA JAMAIS SERÁ VERMELHA!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Governo, cultura e corrupção ( IPOJUCA PONTES )

mincO Ministério da Cultura foi tramado por Zé Sarney, impostor literário que chegou ao poder por um golpe de sorte e fez de Brasília uma imensa casa de tavolagem.
O MinC representa no Brasil oficial a manutenção da mais agressiva forma de aparelhamento do Estado.

O indefinido Michel Temer retrocedeu e reinstalou oficialmente o Ministério da Cultura. Lá, para geri-lo, colocou um barbudinho, cria de Eduardo Paes - este, um político profissional de segunda categoria que o Rio de Janeiro aprendeu a desprezar. Acuado pela gang de sempre, o presidente interino verificou que “a cultura era um setor fundamental para o país”. Pobre interino! A figura lembra aquela virgem permissiva que deixou entrar a cabecinha e depois... Bem, depois o temerário foi correr atrás do Meirelles para pedir a “liberação de mais grana para a rapaziada”.
Temer é um sujeito fraco que labora na linha da social-democracia. Muitos desconfiam que ele não atentou para o fato de que a parte mais ruinosa da chamada “classe artística” apenas repassa a cantilena lulopetista orquestrada nos desvãos do mafioso Instituto Lula. (Sem esquecer, por sua vez, que a terrorista Dilma - envolvida no milionário assalto ao cofre de Ademar de Barros e partícipe ativa no assassinato do soldado Mário Koesel Filho, em junho de 1968 – rege furiosa, a partir das salas do Alvorada, o coro histérico da militância bolivariana que, neste preciso instante, ocupando ad infinitum o Palácio Gustavo Capanema, no Rio, vocifera uníssono o “Fora Temer!
De fato, essa gente encara o inseguro Temer como mero “golpista”. Para eles, a recriação do “cabide” Ministério da Cultura, imposta no grito, soergue um trampolim político-ideológico para o retorno do cangaceiro Lula e seus cabras da peste (mais ou menos estropiados pela Operação Lava-Jato).
De minha parte, considero que a volta do MinC, para usufruto da corporação parasitária, não passa de um ato de alta traição do governo Temer para com 80% da população brasileira, a mesma que, indignada, tomou as ruas contra a corrupção, a safadeza institucional, a vagabundagem bem remunerada e o paquidérmico Estado socialista fomentado pela quadrilha petista reunida, ainda agora, em torno de jantares supimpas na toca palaciana de Dilma Rousseff.
O Ministério da Cultura foi tramado por Zé Sarney, impostor literário que chegou ao poder por um golpe de sorte e fez de Brasília uma imensa casa de tavolagem, ao ponto do próprio Lula (um especialista) , em discurso, apontá-lo como “ladrão descarado”.

Como já escrevi, o MinC representa no Brasil oficial a manutenção da mais agressiva forma de aparelhamento do Estado para usufruto de uma casta privilegiada de “señoritos” que se diz à procura de uma controversa “identidade nacional” cacarejada em torno do chamado “multiculturalismo”, mistificação marxista para acirrar a luta de classes. Ele significa, num governo que pretende salvar o Brasil, o AVANÇO DO RETROCESSO. No histórico, depois de décadas de existência, o monstrengo não criou mercado nem fez, como era alardeado, a inclusão social da massa espoliada. A alta cultura dançou - e ninguém ganhou Oscar ou Nobel. Tudo ficou no âmbito da mendacidade e da (cara) propaganda enganosa!
Sem considerar juros nem correção monetária, o MinC jogou pelo ralo, nos últimos anos, mais de um trilhão de reais! No seu rastro, só se expandiu uma pesada burocracia militante em conluio com a casta uma nociva empenhada em usurpar a grana do contribuinte para a consecução de projetos inexpressivos, muitos vergonhosos e/ou politicamente ideologizados. Afogado em dispendiosos programas de pura marquetagem, o MinC (Ministério da Incultura) só funcionou, na prática, como vertiginoso mensalão para cooptar medalhões e medalhinhas da área e manter a peso de ouro uma burocracia perdulária que saqueou o bolso da sociedade e do miserável povo brasileiro. Um horror!
(Cultura, vale dizer, não tem nada a ver com órgão de governo e suas patranhas. Ela deve ser entendida como a tradição de normas de condutas aprendidas e que nunca foram “construídas” – o que nos remete à questão de que a evolução cultural não é só fruto da criação consciente da razão. Mas como explicar isso a essa gente viciada em mamar nas tetas da nação?
Há um temor generalizado de que o governo Temer fracasse. Meirelles, o ministro da Fazenda que serviu ao Lula, acena com novos impostos. O intragável Zé Serra, formado na UNE comunista e mentor da clandestina Ação Popular (AP), responsável por ataques terroristas, informa que no Itamarati vai “aprofundar laços diplomáticos com a China e a África”. E muito pior: com 300 mil petistas terceirizados nas estatais e 107 mil militantes ocupando cargos comissionados, o governo fala em cortar apenas 4 mil parasitas das bocas ministeriais!
Como diria o sifilítico Lênin: Que fazer?
Vamos todos voltar às ruas, pois o governo Temer, alicerçando o retorno do PT, parece sucumbir na acomodação.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

A arte e a cultura são mercadorias como quaisquer outros bens de consumo (r Diogo Costa)


247_artistasCARTA.jpgMesmo quem aceita uma boa dose de mercado nas atividades humanas tende a torcer o nariz quando se trata de cultura. Especialmente os artistas.
Lembro de ver Vaclav Havel— o escritor, intelectual e dramaturgo que se tornou o primeiro presidente Tchecoslováquia pós-comunismo — em um debate com o Bill Clinton fazer os elogios de costume ao mercado, para depois explicar que, em se tratando de arte, a mão invisível não bastava. Era necessário algum tipo de controle do governo.
A produção do artista, seja ele um cineasta, um músico, um pintor ou um diretor de teatro, por algum motivo obscuro, já nasce com uma distinção moral. Parece suja quando feita por dinheiro, para ser comercializada, trocada por outra coisa. O grande artista faz a arte pela arte, não a arte por um carro ou uma passagem de avião.
Mas a comercialização da arte não necessariamente diminui sua autenticidade. Pelo contrário, as possibilidades comerciais de uma obra de arte costumam conferir mais valor ao trabalho genuíno. Não só isso: o comércio da arte permite que artistas sejam mais independentes, mais recompensados pelo seu trabalho e, no final, faz com que a cultura de uma sociedade seja mais diversa e de melhor qualidade.
Esse é o argumento de Tyler Cowen em seu livro In Praise of Commercial Culture [Em defesa da cultura comercial].  Conforme explica Cowen, grandes nomes que hoje são marcos da história da arte, música, literatura e cinema foram na verdade empreendedores artísticos.
Michelangelo não deixava de lucrar com a venda do seu trabalho. Beethoven admitia a necessidade de comercializar sua música: "Eu amo uma vida independente, e isso eu não posso ter sem um pequeno salário". Shakespeare levava uma boa vida com a renda que recebia do seu trabalho como ator e dramaturgo. O próprio Charles Chaplin confessou: "Eu entrei nessa ocupação por dinheiro, e a arte brotou daí. Se as pessoas ficam desiludidas com essa afirmação, não há nada que eu possa fazer. É a verdade".
De fato, com o advento do capitalismo, os artistas se tornaram mais autônomos e menos submissos a caprichos particulares. É melhor ter uma multidão de clientes a ter um mecenas. No século XVIII, Samuel Johnson se referia a um mecenas como alguém "que apóia com insolência, e é pago com vaidade".
A possibilidade de vender arte para o mercado possibilitou aos artistas serem mais experimentais e desenvolverem seus próprios nichos. A explosão artística da Amsterdam do início do século XVII ocorreu pela emergência de uma classe urbana consumidora de arte. E a diversificação de nichos sem equivalente na história que vemos hoje ocorre porque a capacidade de distribuição e penetração do mercado chegou a patamares impensáveis com a internet.
A cultura comercial também nos dá maior acesso a obras do presente e do passado. Não é preciso embarcar para a Inglaterra para ter acesso à melhor atuação do mundo atual. Basta ir até o cinema mais próximo, ou ver um filme na tela do seu computador. Se quisermos experimentar os clássicos, a música e a literatura do passado jamais foram tão acessíveis. Qualquer pessoa que queira ouvir Haydn ou ler Goethe pode comprar um CD e um livro de bolso pelo preço de uma refeição.
Os críticos da cultura comercial desprezam esse aumento de acesso e variedade alegando que o comércio destrói a qualidade. Normalmente, esse raciocínio se baseia numa visão romantizada do passado, na qual o cidadão comum da metade do século XVIII apenas ouvia Bach e lia Milton. Em qualquer período da história, as mais geniais produções artísticas nasciam em meio a uma abundância de mediocridade. Apenas as pérolas resistem o teste do tempo e chegam até nós, passando uma visão distorcida do passado.
Além do mais, não há razões para se acreditar que grandes produtos culturais deixam de ser produzidos hoje. O cinema, o principal meio de comercialização artística do século XX, tem produzido roteiros de fantástica originalidade e profundidade. Grandes sucessos comerciais de Hollywood como O Senhor dos Anéis e A Lista de Schindler oferecem uma experiência cultural dificilmente igualada em qualquer outro momento da história.
A existência de bandas que apelam para o mínimo denominador comum não impede a existência das composições elaboradas do jazz ou até do rock eletrônico. Mesmo a televisão hoje oferece séries com enredos complexos. Os Sopranos, por exemplo, combinava várias vezes diferentes tramas em uma mesma cena envolvendo uma dezena de personagens recorrentes.
Mesmo que o crítico da cultura comercial aceite a vitalidade dos produtos culturais contemporâneos, ele pode contestar o significado social de tratar a arte como mercadoria. Críticas nesse sentido vêm tanto da direita quanto da esquerda.
A esquerda progressista acredita que cabe ao governo determinar o sucesso de diferentes empreendimentos culturais porque é necessário priorizar o vanguardismo, mesmo que este não tenha apelo comercial.  Artistas querem que a produção de arte não seja influenciada pelos consumidores, mas por um comitê central.  É difícil imaginar algo mais conservador e reacionário do que um comitê de burocratas comandando a produção cultural, como se fosse um mecenas atualizado.
[N. do E.: na prática, toda a gritaria da classe artística brasileira contra o fim do Ministério da Cultura era uma admissão explícita de que sua "arte", sem subsídios, é inviável.  E é inviável porque o público consumidor simplesmente não se interessa por consumi-la.  E esse desprezo do público fere os brios da classe, que então recorre ao governo para se manter.
Uma regra econômica básica diz que, se algo só se mantém se receber dinheiro do governo, então é porque o povo está demonstrando, de forma clara e voluntária, que não quer sustentar espontaneamente essa atividade.  Se algo é realmente bom e é demandado, não precisa de subsídios. Se algo só se sustenta com subsídios, então é porque ou é ruim ou não é demandado. E se é ruim ou não é demandado, então não merece subsídios.]
O interessante é que grandes gênios costumam não ser reconhecidos como tais enquanto ativos. Alfred Hitchcock, por exemplo, caso a cultura fosse controlada pelo governo, não teria atingido o mesmo sucesso e volume de produção. Seria provavelmente desprezado por um comitê das artes por ser popular e comercial demais. Se Van Gogh houvesse vivido em um país socialista, lembrava Mises, o tirariam do ateliê para colocá-lo num hospício.
Já a direita conservadora equipara cultura popular com insalubridade cultural. Os mitos e símbolos clássicos são superiores às suas imitações contemporâneas e, portanto, a cultura popular moderna deve ser rejeitada em favor do bem de nossa civilização. Mas pense nos grandes inimigos da nossa civilização. Tanto o comunismo quanto o nazismo prezavam pela arte clássica. Era a cultura popular que eles detestavam. Como lembra  Tyler Cowen, "Bach, Mozart e Beethoven eram permitidos na União Soviética. Jazz, swing e blues eram proibidos". O Rock and Roll e o cinema hollywoodiano foram aliados civilizacionais na derrota dos totalitarismos do século XX. A peça de Tom Stoppard Rock'n'Roll ilustra essa insurreição artística.
A arte como mercadoria, portanto, enriquece nossa vida com mais acesso às culturas do passado e do presente, dá aos artistas mais independência, diversifica e amplia as criações culturais e, last but not least, é uma arma contra aqueles que querem destruir as instituições que permitem o florescimento do espírito humano.
Deixe que ela seja livremente demandada pelos consumidores e financiada espontaneamente por esses consumidores desejosos.  O instrumento para isso se chama livre mercado.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Marina Silva: 5 motivos para não votar na criatura ( GEORGE MAZZA MATOS )

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Seguindo a cartilha ideológica da esquerda, Marina Silva e a Rede Sustentabilidade promovem a destruição da família brasileira, através do fomento da Ideologia de Gênero.
Os últimos meses têm sido de turbulência política no Brasil. Nestes momentos de agitação e indefinições gerais é comum surgirem discursos e expoentes políticos, antes adormecidos, mas agora como única e exclusiva alternativa para o caos que se presencia. No cenário político da atualidade, onde os principais partidos e seus mais importantes quadros com acesso ao poder tentam se evadir dos noticiários policiais, antiga figura política busca a aproximação dos holofotes. Seu nome: Marina Silva. Embora considerada por alguns cientistas políticos como a via alternativa (à esquerda) para pôr ordem ao caos, há vários motivos para não depositarmos nossas minguadas esperanças nesta via, pois esta opção de saída engrossará o caldo caótico conjuntural.
O Partido Rede, fundado por Marina Silva, é umbilicalmente um partido de esquerda. Embora tentando se posicionar com neutralidade política e se definindo como um partido de centro-esquerda, a Rede Sustentabilidade é, na verdade, um partido de extrema esquerda [1]. O Partido Rede não pode ser enquadrado senão como esquerda, em uma de suas vertentes extremistas, que é a esquerda ambientalista. Ser de esquerda, e da esquerda ambientalista, se coloca como o primeiro motivo para a total rejeição popular desta via alternativa. A sociedade brasileira encontra-se exausta de tantos anos da esquerda no poder, desde a era PSDB-PT.
De modo incoerente, não obstante se declarando como ambientalista e guerreira do desenvolvimento sustentável, Marina Silva praticamente silenciou [2] ante uma das maiores tragédias ambientais ocorridas no Brasil. Sob a alegação de “não se promover em face da tragédia” ocorrida na cidade de Mariana, em Minas Gerais, o que praticou Marina foi a velha e carcomida politicagem esquerdista: fugir do confronto direto. Não se teve conhecimento de nenhuma ação, representação, reclamação, protesto ou petição da Rede Sustentabilidade ou de Marina Silva em contraponto à tragédia de Mariana. O Partido, intitulado defensor ambientalista de fauna e flora indefesas, emitiu mísera Nota de Repúdio [3] em face da gigantesca catástrofe ocorrida em Minas Gerais. Uma mera Nota de Repúdio é atitude desconsiderável para um Partido que se denomina como defensor ambiental.
O que o Partido Rede e Marina Silva não esclarecem ao eleitor é que se nomear como ambientalista, principalmente quando se origina das ideias esquerda, é vestir a camisa do ambientalismo contra o agronegócio. Assim, para estes falsos ambientalistas, o que realmente importa não é defender a Fauna e a Flora brasileiras, mas sim, enfraquecer o capitalismo sustentado na agricultura de negócio, hoje um dos maiores geradores de riqueza no Brasil [4]. As receitas com agricultura em larga escala representaram quase 25% do PIB brasileiro em 2015 [4], sendo um importante marco na geração de riqueza para o país. No entanto, para Marina Silva e sua Rede Sustentabilidade, o agronegócio destrói as florestas brasileiras, devendo ser combatido. Enfraquecido o agronegócio, diminuem-se as exportações de commodities, esvaziando-se ainda mais as riquezas em nosso país. Incoerentemente, é isto o que pretende a esquerda-ambientalista. Desse modo, empobrecer e fragilizar ainda mais nossas receitas deve ser considerado como o segundo motivo para não assentar nossa confiança em um Partido Político que enfraquecerá nossa economia ao combater a agricultura geradora de receitas ao país, sob o falso manto da defesa de nossa riqueza ambiental.
O terceiro motivo para não desperdiçarmos nosso voto nessa insurgente esquerda ambientalista é a estreita relação entre Marina Silva e o Partido dos Trabalhadores, por mais de 30 anos. Como influente e ativa militante do Partido dos Trabalhadores, Marina Silva, se eleita ao cargo máximo do Executivo, irá aprofundar e ampliar as iniciativas encabeçadas pelo PT. Situando-se como ambientalista, a vertente esquerdista da Rede Sustentabilidade é ainda mais vermelha que as bases petistas. A Rede Sustentabilidade incorpora as ideologias da esquerda tradicional, revolucionária, subversiva. Escolher a Rede Sustentabilidade como sucessão do Partido dos Trabalhadores é escavar as raízes da esquerda, encontrando seu mais notório extremismo.
Ao encontrar com a base do projeto da esquerda-ambientalista, o brasileiro se deparará com o aprofundamento vertiginoso do casos social, político, econômico, ético e moral. Desse modo, o quarto motivo para a não guinada à esquerda extremista é claro: evitar o mal maior. Se aceito for o entroncamento à esquerda ambientalista, corre-se o risco de um avigoramento negativo da anarquia Bakuniana [6] que se apresenta no país, atualmente padecendo de esquizofrenia social. Assim, deve-se rejeitar, incondicionalmente, qualquer possibilidade de alçarmos ao poder mais um Partido de Esquerda, principalmente de linha ideológica ainda mais radical.
Por último, mas não menos importante, não podemos coadunar como opção salvadora um Partido que, declaradamente, afronta a sociedade brasileira. Seguindo a cartilha ideológica da esquerda, Marina Silva e a Rede Sustentabilidade promovem a destruição da família brasileira, através do fomento da Ideologia de Gênero. Em recente manifesto, ideologicamente com uso de gênero [7], o partido político de Marina se fez adepta de ideologia que motiva a sexualização de nossas indefesas crianças através da educação sobre sexualidade nos primeiros anos escolares. Este único motivo seria o suficiente para se repensar qualquer possibilidade de voto em Marina e em qualquer político filiado à Rede. Porém, juntando-se aos quatro motivos anteriores, este quinto motivo é esclarecedor da veemente repulsa ao Partido Rede, a Marina e seus partidários. Não podemos permitir que tal político seja alçado ao cargo máximo do Executivo. Se assim o fizermos, teremos “saudades” da era petista.
Assim, pelos critérios acima expostos, Marina Silva deve ser sumariamente rejeitada como sinal de expoente político assegurador da normalidade em nosso país ou como renovadora de nossas esperanças.
Tal qual na matemática, onde o expoente é sempre colocado à direita do número, é à direita conservadora ou liberal que a sociedade brasileira deve encontrar seu expoente político.
Não há outra saída.

Como (não) tentar justificar o socialismo ( ALBERTO MANSUET)

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Quase não há resposta à pergunta sobre quais são os argumentos a favor do socialismo, porque a maior parte dos argumentos dos socialistas não é em favor do socialismo, mas contra o capitalismo. Mais do que falhas econômicas, atribuem ao capitalismo supostos defeitos morais. Só que, nos últimos cem anos, os socialistas tiveram de ir mudando seus argumentos contra o capitalismo à medida que tais argumentos iam caindo. Vejamos:
1. Exploração
No século 19, Marx e Engels acusaram as empresas capitalistas de explorar seus trabalhadores mediante a suposta “mais-valia” que lhes era “extraída” (como uma chupada de sangue do Drácula). Porém, acontece que na Europa e Estados Unidos, os empregados e operários da Standard Oil, Shell, Ford, General Motors, General Eletric, e muitas outras empresas, não se tornaram cada vez mais pobres, como antecipava a profecia de Marx, pelo contrário, saíram da pobreza, e muitos prosperaram, dentro de poucos anos. Esse argumento contra o capitalismo caiu.
2. Crise
Foi a manipulação do dinheiro por parte do banco central americano que causou a Grande Crise de 1929; porém, como sempre, os socialistas jogaram a culpa no capitalismo. Contudo, após a Segunda Guerra Mundial, os países derrotados abandonaram a economia planificada e fizeram reformas liberais. E assim escaparam da crise, desemprego e pobreza. Esse argumento também caiu.
3. Imperialismo e dependência
Os professores da Sorbonne e os experts da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), seguindo Lenin, acusaram o capitalismo de explorar mediante “imperialismo” os países do Terceiro Mundo. Porém aqueles países mais “dependentes” do comércio internacional, e mais abertos à economia global, como Hong Kong, Singapura, Taiwan e Coreia do Sul, saíram da pobreza massiva, e se tornaram ricos, em poucos anos. Outro argumento que cai.
4. Juventude oprimida
Em maio de 1968 em Paris, e em Berkeley, na Califórnia, Herbert Marcuse e os marxistas culturais acusaram o capitalismo de “oprimir os jovens”, aos quais convidaram a que se rebelassem. Porém, depois, uma turminha de garotos imberbes como Bill Gates e Steve Jobs, no Vale do Silício, da própria Califórnia, e agora Mark Zuckerberg com o Facebook, ficaram multimilionários antes dos 40, sem pedir nada ao governo. E na década de 1990 umas reformas “neoliberais” muito tímidas e parciais, ainda muito longe de serem realmente capitalistas, abriram certas oportunidades em alguns mercados de ações e dividendos, e os jovens “yuppies” foram os que mais tiraram delas proveito para ganhar independência. Esse argumento caiu.
5. Machismo
A esquerda lançou-se com o feminismo, acusando o capitalismo de “oprimir a mulher”. Porém na China, Índia e América Latina, pequenas janelas de um capitalismo muito incompleto se abrem às pessoas na economia informal, e quem mais aproveita tais oportunidades para ascender são as mulheres. Diferentemente das pobres mulheres presas em sua dependência crônica do insustentável estado de bem-estar social, que agora implode, e cujos escombros caem sobre a Europa e Estados Unidos.
6. Racismo
Para piorar as coisas, a enorme maioria dessas mulheres da economia informal na América Latina são indígenas de pele avermelhada, bem como seus pais, maridos, irmãos e filhos dessa mesma cor, de modo que os socialistas não conseguem bom uso do argumento indigenista e racista contra o capitalismo.
7. Prejuízo ecológico
O capitalismo é acusado de “destruir o meio-ambiente”. Porém em alguns lugares da África (agora poucos) estão provando que a propriedade privada é superior ao Estado no cuidado e preservação do meio ambiente e das espécies, pela simples razão de que cada um cuida melhor do que é seu, e “o que é de todos não é de ninguém”. Os vermelhos se vestem de verde e investem contra os transgênicos e nos assustam com notícias de que as indústrias multinacionais de alimento estão nos envenenando. Porém, em seguida aparece a confissão de Mark Lynas, um ex-“verde” arrependido, que diz: “Perdão, estávamos mentindo”.
Mas eles vão seguir. Os socialistas estão no poder, e são muito criativos em inventar defeitos para o capitalismo.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Shortinhos, feminismo e machismo (PERCIVAL PUGGINA)


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Essas alunas estão deliciosamente a serviço do machismo! Será necessário desenhar?

Fui e continuo sendo fã de Millôr Fernandes, que abria suas festejadas páginas afirmando - "Livre pensar é só pensar". Por vezes, essa frase me vem à mente clamando por um adicional: "Mas quem não for capaz disso, não me faça perder tempo".
Foi o que senti ao saber da polêmica sobre o supostamente inalienável direito humano ao uso dos shortinhos pelas alunas do Colégio Anchieta. Analistas de reconhecido pêlo ideológico alinharam-se com as jovens e não duvido de que, em breve, o STF esteja decidindo sobre o direito que as pessoas têm de se vestir como bem entenderem. No ato de protesto, as alunas portavam cartazes e, num deles, se lia: "O machismo não decide a minha roupa".
Não conheço macho da espécie que se sinta aborrecido ou ultrajado diante de uma jovem de shortinho. Bem ao contrário. Portanto, essas alunas estão deliciosamente a serviço do machismo! Será necessário desenhar? E estão se prestando, também, ingenuamente, a uma causa que menospreza a liberdade individual. A linha política e ideológica que veio em socorro dos shortinhos é a mesma que, alguns metros adiante, estará tachando de burguesas tais modinhas e grifes. A pauta supostamente feminista em que estão envolvidas é uma pauta internacional, de natureza política, velha há mais de meio século. Tem por método dissociar a liberdade dos devidos parâmetros de responsabilidade e autoridade. E tem por finalidade, destruir a autoridade e a responsabilidade. Não, não é para assegurar a liberdade que o faz, mas para combater a civilização que produz esses shortinhos pelos quais as referidas alunas inflamadamente lutam.
Nos Estados Unidos, há bom tempo, jovens da mesma idade portavam cartazes dizendo: "I dress up for myself!. Seria mesmo? Será mesmo? Duvido. É muito improvável que alguém se vista apenas para si. Vivemos em sociedade, como seres individuais e sociais. Estamos, fisicamente, em sociedade, com os outros. A menos que seja um ambiente deserto, sempre haverá outras pessoas onde estivermos. O que denominamos de nossa imagem é algo que transmitimos aos demais. É por isso que as diferentes instituições estabelecem normas sobre vestuário e insubordinar-se ante elas não é um serviço a coisa alguma. Aliás, quase podemos dizer que nossa imagem não é nossa, tão relacionada é com o modo como somos vistos. É por esse fato singelo da vida que existem roupas adequadas a cada situação de convívio social.
Penso estar tratando de algo que nosso país exibe e grita ao mais desatento observador. O Brasil vale por um workshop sobre como a liberdade sem limites acaba com a liberdade de todos. Ademais, convenhamos: com o país do jeito que está, despender energia e mobilização protestando por shortinhos é o cúmulo da alienação!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Reinaldo Azevedo e seus chiliques contra Bolsonaro: do jeito que o PT sempre quis ( PAULO DE TARSO IRIZAGA)

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O movimento de aproximação dos tucanos com alguns liberais é arquitetado para garantir aos esquerdistas o controle da disputa ideológica.

Para aqueles que acompanham a página Canal da Direita, não são novidade os alertas que temos feito a respeito da constituição de uma falsa direita, composta por luminares da grande mídia pró-PSDB, editoras de indisfarçável perfil esquerdista e personalidades de alguns movimentos sociais, notadamente aqueles de cunho mais liberal e libertário.
Conforme constava no caderno de teses do PT, o ataque à figura de Jair Bolsonaro é primordial, já que a esquerda teme o crescimento de uma verdadeira direita, apta a se lançar à presidência da república e desacelerar a revolução bolivariana. Há muito a esquerda vem estudando o fenômeno do crescimento do conservadorismo no Brasil, traçando estratégias para dissolvê-lo, todas sem sucesso.
Percebendo que quanto mais ataca as novas forças direitistas mais perde terreno, e tendo sua imagem pública devassada por escândalos de corrupção cada vez maiores e mais surpreendentes, a esquerda passou a utilizar outra estratégia a fim de minar o conservadorismo no Brasil. A tática é enxertar para dentro do direitismo as ideias e influências da esquerda social-democrata/fabiana, com o objetivo de confundir e desviar a atenção das fileiras direitistas.
Aliando-se a alguns grupos libertários, em troca de favores como colunas na mídia amestrada e livros publicados em editoras sob seu controle, a esquerda fabiana foi aos poucos não só roubando o protagonismo do povo, como passou a controlar até mesmo a linguagem de seus inimigos, os quais utilizam agora os velhos jargões dóceis à causa progressista, como ‘esquerda democrática’, ‘bom funcionamento das instituições’ e, pasmem, ‘fascismo de direita’.
Tudo isso foi explicado detalhadamente em alguns artigos que publicamos no Canal da Direita, como "Reinaldo Azevedo ataca Bolsonaro e defende MBL: completa inversão da realidade" e outros (http://tinyurl.com/zue55kp), (http://tinyurl.com/jrn9gnx), não deixando margem a dúvidas de que esse movimento de aproximação dos tucanos com alguns liberais é arquitetado de forma a garantir aos esquerdistas o controle da disputa ideológica.
Neste contexto, destaca-se a figura do jornalista Reinaldo Azevedo, de inegável inclinação tucana, e que tem se dedicado a uma cruzada anti-conservadora e anti-Bolsonaro nas últimas semanas. Ao mesmo tempo em que profere toda a sorte de calúnias (dizendo que Bolsonaro e seus simpatizantes são fascistas e defendem a implantação de uma ditadura no Brasil), o jornalista se recusa a revelar fatos constrangedores aos seus patrões da Jovem Pan, como denunciado pelo jornalista Alex Pereira, da Rádio Vox.
Em uma entrevista recente, o senhor Reinaldo Azevedo afirma que teria sofrido agressão de milicos durante o período do regime militar, por, segundo ele próprio, ‘ter lutado a favor da democracia’. Ora, isso não pode ter sido verdade, já que, na referida época, o jornalista era militante trotskista, ligado ao grupo Liberdade e Luta – Libelu (http://tinyurl.com/h8bzsv4), do qual participavam também sinistras figuras como Luís Gushiken (ex-ministro do governo Lula), Cynara Menezes (a Socialista Morena, da Carta Capital), Antonio Palocci, Clara Ant (assessora de Lula), Markus Sokol e vários outros.
Sabendo que o socialismo é incompatível com a democracia, segundo o próprio intelectual orgânico do PT, Aldo Fornazzieri (http://tinyurl.com/jbo3up5), como é que podemos aceitar a tese furada do senhor Reinaldo Azevedo, de que lutava para restaurar o ideal democrático no Brasil ao mesmo tempo em que militava pela revolução permanente trotskista? Não é mais plausível crer que o jornalista sofreu as medidas enérgicas (se é que sofreu) devidas às atividades subversivas do grupo de anarco-comunistas terroristas do qual fazia parte?
É estranho que o homem que se diz representante da direita no Brasil tenha como tática principal atacar o maior expoente político da direita, cumprindo, assim, a agenda programada pelo caderno de teses do PT, assim como lança desconfiança sobre o filósofo Olavo de Carvalho que, desde 1993 (http://tinyurl.com/de6j2l), vem nos alertando sobre a estratégia de dominação gramsciana no Brasil e a destruição inevitável de nossa sociedade.
Não esqueçamos, também, que a dita mídia mais reacionária do país, a revista Veja, tem como editor-chefe o senhor Fábio Altman, irmão de Breno Altman, do panfleto comunista Diário do Centro do Mundo. Além disso, o próprio grupo Abril, através de sua revista Nova Escola, endossa a agenda de ideologia de gêneros promovida pela MEC nas escolas de educação fundamental (http://tinyurl.com/z5wwyvu).
Portanto, pode-se dizer tudo deste conglomerado midiático e de seus funcionários, menos que sejam direitistas reacionários. Antes, o contrário. Parece-nos claro que tanto o senhor Reinaldo Azevedo quanto o grupo para a qual trabalha são apenas agentes de desinformação, os quais buscam promover a agenda esquerdista que sempre os seduziu, desde o tempo em que Mino Carta era diretor de redação da revista Veja [http://tinyurl.com/z448yuk].
Assim, concluímos este comentário apenas para dizer que nós, o povo independente, é que somos a verdadeira e única direita neste país. O senhor Reinaldo Azevedo segue sendo o mesmo trotskista de sempre, a favor das forças esquerdistas que o sustentam. E os seus aliados são, na melhor das hipóteses, ora idiotas-úteis, ora oportunistas, que não pensam duas vezes antes de rifar a esperança do povo em troca de prestígio na mídia.