segunda-feira, 28 de julho de 2014

DOUTRINAÇÃO ESQUERDOPATA.OU:POR QUE AS PESSOAS ODEIAM ISRAEL? ORA, POR CAUSA DA MAIORIA DOS JORNALISTAS, ESSES DEPRAVADOS IMORAIS E MENTIROSOS QUE CONTROLAM A GRANDE MÍDIA!


Muçulmanos queimam a Bandeira de Israel em frente a embaixada israelense em Bankgok (foto: Jewish Journal)
O artigo que transcrevo abaixo após este prólogo está publicado nacoluna do excelente Rodrigo Constantino, no site da revista Veja, em tradução de Claudia Costa Chaves, a partir do original do site doJewish Journal, de autoria de Dennis Prager.
O artigo procura responder a indagação por que o Estado de Israel, o país mais democrático e livre do mundo é alvo da ira planetária insana e inexplicável. É claro que a humanidade é dominada por idiotas de todos os níveis. Mas no caso de Israel não são apenas os estúpidos que o atacam, mas parcela considerável de ocidentais com razoável instrução e informação. Saliento o fato desse grupo ser ocidental já que a matriz da civilização ocidental é de viés judaico-cristão. E por que acontece esta contradição?
Embora o artigo esteja mais do que perfeito, faltou um detalhe fundamental a ser destacado que é a função dos meios de comunicação. E creio que esse detalhe é de fundamental importância para se compreender o fenômeno antissemita e os ataques diários que ocorrem contra Israel e o povo judeu.
O conteúdo desses veículos de comunicação é produzido, como não poderia deixar de ser, por jornalistas. Como exerço o jornalismo há mais de 40 anos e já convivi durante longos anos em redações com essa gentalha, me sinto muito à vontade para afirmar que entre os maiores inimigos de Israel e do povo judeu estão algo em torno de 90% dos jornalistas do mundo inteiro! 
Acreditem. A esmagadora maioria dos jornalistas é antissemita. E odeia Israel, como odeia tudo que é bom, democrático, livre e sobretudo civilizado. Jornalistas adoram o esgoto moral da humanidade. Trata-se, com raras exceções, da categoria profissional mais boçal e estúpida que já pude conhecer ao longo da minha vida. São os jornalistas os responsáveis pela desinformação, pelas mentiras sórdidas espalhadas no mundo a respeito de Israel e o povo judeu.
E dessa categoria profissional, os jornalistas, não se poderia mesmo esperar algo de bom, já que constitui uma rede de canalhas, depravados, viciados em entorpecentes, imorais, mentirosos, vadios, diletantes que não estudam e nunca estudaram, enfim a escória. O nível de boçalidade da maioria dos terráqueos, evidentemente não se circunscreve aos jornalistas. Mas quando uma malta de boçais psicopatas se arvora em formadores da opinião pública tem-se a receita mais completa de um desastre de grande proporções. Uma mentira elevada à categoria de verdade por meio de sua publicação nos grandes veículos de comunicação tem um poder maior do que uma bomba atômica. Sim, porque os estrago se opera ao nível cerebral das pessoas, funcionando como uma lavagem cerebral em massa. E ainda há quem acredite que os judeus dominam a mídia.
Feita essa digressão que considero totalmente procedente, transcrevo o aludido artigo: 
Nós vivemos em um mundo mau.
Não é nenhuma novidade. O mundo anda muito ruim desde que foi inaugurado. Foi por isso que Deus o destruiu e recomeçou do zero (com um espetáculo iniciando a nova experiência, é preciso dizer).
A partir de uma perspectiva moral, observem o mundo desde o ano 2000.
A Coreia do Norte continua a ser um país que é, inteiro, essencialmente, um enorme campo de concentração.
O Tibete, uma das culturas mais antigas da humanidade, continua ocupado e sendo destruído pela China.
A Somália não existe mais enquanto país. Trata-se de um estado anárquico em que o mais cruel e o mais forte (geralmente o mesmo) prevalece.
No Congo, entre 1998 e 2003, cerca de 5.5 milhões de pessoas foram mortas – quase o mesmo número de judeus que morreram no Holocausto.
Na Síria, cerca de 150 mil pessoas foram mortas nos últimos três anos e milhões perderam os lares. 
No Iraque, quase toda semana vemos assassinatos em massa causados por bombas terroristas.(Agora, uma ordem para mutilação genital feminina também em massa está em vigor no tal califado. N.T.)
No México, desde 2006, aproximadamente 120 mil pessoas foram mortas nas guerras do tráfico travadas no país.
O Irã, uma ditadura teocrática que defende o genocídio, está prestes a conseguir fabricar armas nucleares.
Comunidades cristãs no Oriente Médio são aniquiladas; o massacre de cristãos é rotina na Nigéria.
É claro que o século 20 foi ainda mais sangrento, mas estamos apenas no 15º  ano do século 21. Não obstante, mostrar o quanto o mundo é terrível para com tantos habitantes não é meu objetivo. O que quero demonstrar é que, apesar de tanta maldade e sofrimento, o mundo concentrou maciçamente a atenção nos supostos malfeitos de um país: Israel.
O que torna tal fato tão digno de nota é que Israel está entre os países mais humanitários e livres do planeta. E o que é pior, é o único país do mundo sob ameaça de aniquilação. 
Este é o único caso da História em que os povos dos países livres tomaram as dores de um estado policial contra um estado livre. É impossível apontar qualquer outra ocasião na História Moderna – a única ocasião histórica em que existem sociedades livres – na qual, em uma guerra entre um estado livre e um estado policial, o estado livre foi considerado o agressor. É porque uma situação como a de Israel e dos inimigos do país nunca ocorrera antes.
A questão é, claro, por quê?
Por que em uma época na qual um shopping center do Quênia é bombardeado, na qual terroristas islâmicos massacram cristãos na Nigéria e milhares de pessoas morrem na Síria, o mundo está preocupado com uns 600 palestinos mortos como resultado direto de lançarem milhares de mísseis com a intenção de matar tantos israelenses quanto possível?
Por que essa obsessão contra Israel desde a fundação do país e, em especial, desde 1967?
Não pode ser ocupação. A China ocupa o Tibete e o mundo não presta a menor atenção. E a criação do Paquistão, que ocorreu ao mesmo tempo da criação de Israel, deu origem a milhões de refugiados muçulmanos (e hindus). Mesmo assim, ninguém presta atenção ao Paquistão, tampouco. 
Há apenas duas explicações para essa anomalia moral.
A primeira é uma predileção quase mundial pelos valores e ideias esquerdistas. Segundo esse viés de pensamento, os ocidentais estão quase sempre errados ao combater países ou grupos do Terceiro Mundo; e a parte mais fraca, especialmente se não for ocidental, é quase sempre rotulada de vítima quando combate um grupo ou país mais forte, em especial se este for ocidental. O esquerdismo substituiu o “bem e mal” por “rico e pobre”, “forte e fraco”, e “Ocidental (ou branco) e não-Ocidental (ou não-branco).” Israel é rica, forte e ocidental; os palestinos são pobres, fracos e não-ocidentais.
A única outra explicação possível é Israel ser judia.
Não existe qualquer outra explicação racional, pois a ideia fixa com, assim como o ódio por Israel não são racionais. Israel é um país particularmente decente. Ela é miúda, é mais ou menos do tamanho de Nova Jérsei e é menor que El Salvador; e enquanto existem mais de 50 países muçulmanos, existe apenas um país judeu. Israel deveria ser admirada e apoiada, mas não odiada a ponto de existirem dúzias de países cujas populações querem ver Israel aniquilada, o que, mais uma vez, é um fenômeno singular. Nenhum outro país do mundo jamais foi escolhido para ser exterminado.
Por mais difícil que seja para as pessoas modernas e pouco religiosas aceitarem, o judaísmo de Israel é a razão maior para o ódio a ela dedicado. 
Ironicamente, este fato, bem como a obsessão pelos judeus antes da existência de Israel, confirma para este observador o papel divino que os judeus desempenham na História. Poucos judeus se dão conta desse papel e um número ainda menor o deseja. Mas, a não ser pela influência da esquerda, não há outra explicação para a animosidade contra Israel. 

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