
Leydi Daiane Aparecida, que faz ponto na Savassi, bairro boêmio da capital mineira, estava desconsolada: “A prova tava (sic) muito difícil. Só aprendi duas palavras no curso: ‘fuck’ e ‘blowjob’”. Mesma opinião têm Aninha da Esquina e Katyelly Boca de Veludo: “Foi uma injustiça. A prova veio em inglês!”, indignaram-se.
Outra aluna reprovada, que se apresenta com o “nome de guerra”de Hilda Buracão (“é uma homenagem àquela personagem da novela, Hilda Furacão”), estava mais otimista. “Não achei tão difícil, não. Aprendi bastante no curso pra Copa. Quer ver?” E deu um exemplo: “In the ass it is more expensive”, disse, toda orgulhosa.
Em nota, o MEC questionou o critério da avaliação e prometeu estimular o ensino da língua de Shakespeare para as “profissionais do sexo” . “Queremos que a Copa do Mundo seja um sucesso. O turista estrangeiro tem que sair com a melhor impressão do Brasil”, afirmou a nota.
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