
O estudo, que irritou os movimentos sociais não só feministas, foi desenvolvido durante os últimos dez anos e observou um milhão quatrocentas e quarenta e oito mulheres em cinco continentes do planeta.
“Constatamos que ativistas que se indignam com cantadas, por exemplo, taxando-as de ‘opressão machista’ geralmente são tão barangas que nunca levaram uma cantada na vida”, revelou o professor Jurandi de Jesus Jabuti Jeremias, um dos coordenadores da pesquisa.
“Do mesmo modo”, revela o professor, “mulheres que se rebelam contra o que chamam de ‘padrão de beleza imposto pela mídia’ geralmente são feias, excetuando-se raras exceções”.
O professor explica também que “por conta disso, essas mulheres tendem a não terem muito sucesso entre os homens, fazendo com que boa parte delas virem sapatões”.
“Quando virem uma mulher seminua em praça pública protestando, com frases escritas no corpo tais como ‘meu corpo me pertence’, é porque quer dar a impressão de que alguém teria coragem de encará-la, o que, na maioria das vezes, não é verdade.”, concluiu.
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