quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Preparem-se: vem aumento de imposto em 2015 se o PT ganhar (RC)

Uma rápida história: o Brasil ganhou na loteria, que se chama China, e ainda recebeu os fortes ventos a favor com o custo de capital negativo em termos reais nos países desenvolvidos. O governo do PT gastou por conta, endividou-se, fez os bancos públicos emprestarem como se não houvesse amanhã. Sempre usando a desculpa esfarrapada de medida anticíclica, que só tinha uma direção.
O dia do acerto de contas chegou. A economia foi caminhando para a estagflação, sem crescimento e com elevada inflação. Qualquer governo responsável cortaria gastos públicos e tentaria aprovar reformas estruturais. Não o PT. De olho somente nas eleições, o governo sentou o pau na máquina, tentando estimular a demanda. Sacrificou, com isso, o último pilar da herança positiva da era FHC: a responsabilidade fiscal.
Chegamos ao presente. Diante do quadro preocupante, há basicamente duas coisas que o governo pode fazer: finalmente reduzir gastos públicos e vender ativos; ou aumentar os impostos. A terceira alternativa, a de realizar as reformas estruturais, previdenciária, trabalhista e tributária, podem esquecer, pois é sonho de uma noite de verão.
Pergunto: alguém realmente acredita que o PT vai cortar gastos públicos? O discurso de fechar a torneira não se sustenta nem por uma semana! Logo depois o governo já está apelando para novos malabarismos contábeis, injetando mais capital no BNDES, negando a realidade e ridicularizando os “pessimistas” (realistas).
Sobra, portanto, um único caminho, que é aumentar impostos. A prefeitura de São Paulo já foi um balão de ensaio, com o prefeito Fernando Haddad aumentando o IPTU. O próximo passo deverá ser o aumento da alíquota de Imposto de Renda, podendo chegar a 35% para a categoria de maior renda.
O discurso do PT será o velho da esquerda: os ricos terão de pagar um pouco mais para ajudar o país. Falso, claro. Em primeiro lugar, não são os “ricos”, pois no Brasil classe média é vista como “rica” e favelados como “classe média”.
Em segundo lugar, os impostos maiores, supostamente sobre os mais ricos, sempre acabam recaindo sobre a classe média, já escalpelada pela fome insaciável do governo, que nada entrega em troca. A classe média precisa trabalhar para bancar as esmolas estatais para pobres (Bolsa Família) e ricos (BNDES). É espremida entre ambas pela mão visível do governo, e ainda tem que conviver com o ódio da “intelectual” Marilena Chauí, ícone da esquerda.
Outras possibilidades que o PT, sem dúvida, deve estar estudando são aumentar o imposto sobre herança (efeito concreto nulo ou negativo, mas simbólico para a esquerda invejosa) ou criar imposto sobre dividendos (dupla taxação, que afetaria todos aqueles que recebem na Pessoa Jurídica por lucro presumido).
Podem estar certos de uma coisa: votar no PT em 2014 é escolher aumento de impostos para 2015. Impostos estes que já chegam a quase 40% de tudo que é produzido pelo setor privado. É isso que queremos para o Brasil? Ou será que está na hora de escolher um caminho com menos gastos públicos e mais liberdade para os indivíduos? Você decide.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

República Socialista do Brasil (Paulo Briguet)


Goebbels disse: “Aqui eu decido quem é e quem não é judeu”.

Beria disse: “Aqui eu decido quem é e quem não é inimigo do povo”.
As frases de líderes socialistas históricos estão sendo aplicadas em larga escala no Brasil. Aqui o governo e os movimentos sociais de esquerda decidem quem é negro, quem é racista, quem é gay, quem é pobre, quem é honesto, quem pode ser criticado e quem está acima de qualquer crítica.
Após a prisão dos mensaleiros, foi aberta a temporada de vingança na República Socialista do Brasil. As ações do ministro da Justiça estão aí e não me deixam mentir. Mas isso é apenas o começo, meus sete amigos leitores. Em breve, os dossiês contra os supostos inimigos do povo tendem a se multiplicar. No passado tivemos a ditadura militar; agora temos a ditadura militante.
A maior vítima de ataques racistas hoje no Brasil atende pelo nome de Joaquim Barbosa. Onde estão os militantes que não saem em defesa do ministro chamado de “capitão do mato” e “negro traidor”? Ora, a resposta é muito simples: Joaquim não fez o que a esquerda esperava dele. Quer ser ministro do Supremo, tudo bem. Mas condenar petistas já é demais!
Muito se falou nos últimos dias sobre a escravidão no Brasil. As melhores reflexões sobre essa vergonha nacional foram feitas pelo grande líder abolicionista Joaquim Nabuco. Que tal se no próximo Dia da Consciência Negra discutíssemos a obra de Nabuco nas escolas, nos jornais, nas empresas, nas redes sociais? Se o fizessem, as pessoas descobririam que o movimento abolicionista nasceu na Inglaterra, primeira pátria do capitalismo. Existe uma conexão direta entre a liberdade pessoal e a liberdade de empreender. Comparar o comércio de produtos com o comércio de pessoas, como fazem os militantes contemporâneos, é uma falácia típica de diretório acadêmico.
Nos debates sobre o assunto, o que mais me espanta é o silêncio em torno daquele que foi o maior regime de escravidão em todos os tempos: o comunismo. Nabuco, que morreu em 1910, jamais poderia imaginar que a escravidão voltaria com toda a força nos regimes totalitários criados a partir de 1917. O melhor produto criado pelo socialismo foi o tenebroso automóvel Lada; o pior produto foram 100 milhões de cadáveres.
Para compreender a íntima conexão entre socialismo e escravismo, basta ler Animal Farm, de George Orwell (traduzido no Brasil como A Revolução dos Bichos). É espantosa a similaridade com o que está acontecendo em nosso país. Encerro com uma frase do livro que serve para definir a mentalidade governante: “Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros”.


Publicado no jornal Gazeta do Povo.

Paulo Briguet é jornalista.

Fechado com o CRUZEIRO, mas esses dois senhores REPRESENTAM O PIOR resultado do sistema político da Banânia.Ou:"Se os Perrellas não precisam da política, a política não precisa dos Perrellas"(RA)


Perrellão e Perrellinha: se eles não precisam da política, menos ainda a política precisa deles
Perrellão e Perrellinha: se eles não precisam da política, menos ainda a política precisa deles
O senador Zezé Perrella (PDT-MG), cuja família é dona de um helicóptero que foi flagrado com quase meia tonelada de cocaína, discursou nesta terça no Senado. Ele se disse “vítima de injustiça”. Qual “injustiça”? Até agora, que eu saiba, ele e o filho, o deputado estadual Gustavo Perrella (SDD-MG), estão sendo considerados apenas testemunhas. Gustavo, a irmã e um primo são os donos da empresa proprietária do aparelho.
A questão da cocaína é gravíssima, sim! Estupidamente grave. Mas o que há de mais ameno nessa história já é uma vergonha. Deveria bastar para que pai e filho pegassem o boné e fossem pra casa. Já que ele diz que a família não precisa da política, parece-me evidente que a política não precisa deles.
O piloto que foi preso transportando a cocaína era “assessor parlamentar” do Perrelinha na Assembleia de Minas. Tenham paciência! O custo do combustível da aeronave era fraternalmente divido entre pai e filho — ou melhor, entre a Assembleia Legislativa de Minas e o Senado; nós pagávamos, em suma, para que os Perrellas (ou quem mais entrasse naquele helicóptero) saíssem voando por aí. O aparelho estava especialmente adaptado para carregar pequenas cargas. Suponho que não fosse para levar soja, boi ou fertilizantes. Os Perrellas não precisam da política? Então a política não precisa dos Perrellas.
Afirmou o senador:
“Meu filho usou o ano inteiro R$ 14 mil com o abastecimento de aeronave. Poderia usar R$ 20 mil por mês. Se está errado, que se mude o regimento. Quando eu vejo tudo isso, dá vontade de largar a política. É muito fácil jogar pedra. Nunca precisamos disso, de R$ 14 mil por mês”.
Pois que se faça a sua vontade, senador! Não hesite! Pule fora! A política é mesmo um lugar cruel demais para almas sensíveis e probas.
Cocaína
Atenção, leitores! Peço muita prudência nos comentários. Nem acusações nem ilações. Só fatos. O piloto, “funcionário” da Assembleia, avisou o patrão, o Perrellinha, que iria fazer um “bico”, um frete. O chefe disse “ok”. Não deveria ter dito. Como deixou claro a Anac, isso é ilegal. Aeronaves privadas, de pessoas ou empresas (como é o caso), não podem ter fins comerciais. É espantoso que os Perrellas não soubessem disso.
Quanto ao resto da história, a mirabolância não bate com os fatos e com a matemática. Na segunda, escrevi aqui um post, felizmente endossado por especialistas  demonstrando por que a história contada pelo piloto à Polícia Federal tem cara de ser mais falsa do que talco Pom Pom disfarçado de cocaína. Reproduzo trecho (para quem não leu). Volto depois. Percebam que eu não entendo nada de helicóptero, mas sei fazer conta (em azul)
*
Este que escreve não entraria num helicóptero nem debaixo de porrete. Se é pra voar, nada menos do que um jato — um amigo piloto lamenta a minha ignorância e a minha descrença nas leis da física; essa descrença só existe a alguns mil metros do solo, deixo claro… Muito bem! A história despertou a minha curiosidade.
O helicóptero da Família Perrella é um Robinson 66 (R-66). Não que eu esteja a fim de comprar um, mas fiz a lição de casa para vocês. É dos mais baratinhos. Por US$ 970 mil, vocês podem comprar um. Quem entende da área diz ser uma aeronave ideal para transportar pequenas cargas. Entendo.
Em seu depoimento, o piloto afirmou que o aparelho já saiu de Avaré, em São Paulo, carregando a droga. Fez uma viagem relativamente curta até o Campo de Marte. Dali seguiu para Divinópolis, em Minas, região onde fica a sede da empresa dos Perrella. Da cidade mineira, rumou para a fazenda no Espírito Santo, onde foi surpreendido pela Polícia Federal. Vejam o mapinha (do Jornal Nacional).
 trajetória de helicóptero
O peso máximo para um R-66 sair do chão é 1.225 quilos — ocorre que só a aeronave pesa 581 quilos. Sobram 644. Desse total, devem-se descontar 224 kg do combustível. Sobraram 420. Notem: só a carga de cocaína (445 kg) já ultrapassou esse limite. Há ainda os dois pilotos — calculemos 140 quilos. A conta não fecha. Restaria uma possibilidade: o helicóptero não estar com a carga completa de combustível. Quanto teria de ser? Vamos pensar:
peso da aeronave – 581 kg
peso dos pilotos – 140 kg
peso da cocaína – 445 kg
soma – 1.166
Sobraram apenas 59 quilos para o combustível. Com 224 kg, segundo pesquisei, a autonomia do R-66 é de três horas, voando a 220 km/h. Assim, pode-se percorrer, chegando ao limite da pane seca (os prudentes não ousam tanto) 666 km. Huuummm… Regra de três: se, com 225 kg de combustível, pode-se voar 660 km, com 59 kg, voa-se, no máximo, 173,8 km.
Pois é… Vejam lá a rota do helicóptero. Entre Avaré e o Campo de Marte (também fui pesquisar), em linha reta, já são 265,8 km. Entre o Campo de Marte e Divinópolis, há 513 km — chega-se bem perto da autonomia do aparelho se tivesse saído com o tanque cheio. De Divinópolis até a fazenda no Espírito Santo, sempre em linha resta, há 393 km. Nada nessa conta fecha.
A minha hipótese é que o piloto pode não estar contando toda a verdade. O mais provável é que esse aparelho tenha sido abastecido em vários pontos ao longo da trajetória. E intuo que a droga entrou no helicóptero foi em Divinópolis mesmo, não em Avaré.
Encerro
Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, se negou a afastar Gustavo Perrella do partido. Em nota, disse que que evitar prejulgamento e coisa e tal. Pois é… Num país normal, o uso de dinheiro público para abastecer o helicóptero que pertence a uma empresa e a contratação de um piloto como assessor parlamentar já liquidariam uma carreira política — especialmente quando o tal helicóptero é adaptado para carregar cargas, como é o dos Perrella. A propósito: qual é a carga habitual?
Essa história não fecha, quer nos seus aspectos, digamos, narrativos, quer na matemática.
Retomo
Isso incrimina os Perrellas? Não. Mas o conjunto dos dados evidencia que, até agora, muito pouco se sabe sobre o que realmente aconteceu.
Por mim, o senador cumpriria a sua vontade e deixaria esse negócio de política pra lá. Chega de tanto mártir na política, né, Senhor Perrella!?

Petromico. Ou: "Menos petróleo"


Petróleo em alta no mês, em baixa no ano
Queda em relação a setembro
Para onde quer que se olhe está difícil de encontrar notícias positivas vindas da Petrobras. De acordo com dados da ANP, a produção de petróleo em outubro caiu 0,7% em relação a setembro. No acumulado do ano, a queda é de 2,7% em comparação com o mesmo período de 2012.
Por Lauro Jardim

Roda Viva | Lobão | 02/12/2013.Quem não viu deveria assistir.

REYNALDO-BH: A diferença entre o jornalista Augusto Nunes e o “jornalista” autor do livro “A Privataria Tucana” (AN)


Augusto Nunes e Amaury Ribeiro Jr., a diferença entre um Jornalista e um "jornalista" (Fotos: VEJA :: LCA)
Reynaldo-BH: A diferença entre Augusto Nunes e Amaury Ribeiro Jr. é a diferença entre um jornalista e um “jornalista” (Fotos: VEJA :: LCA)
Post do leitor e amigo do blog, Reynaldo-BH
Post-do-Leitor1O último mês foi pródigo de exemplos e, por menores que tenham sido na divulgação, foram imensos no significado.
No começo de novembro o jornalista Augusto Nunes mais uma vez – perdi as contas – foi inocentado em uma ação na qual o ex-presidente enxotado do Planalto (e atual aliado do PT) Fernando Collor pretendia ser indenizado em meio milhão de reais por ter sido chamado de “bandido”, “chefe de bando” e “farsante”.
A Justiça negou o pedido, pois o jornalista somente exerceu o direito de manifestar a opinião. (O que trás em si um juízo de valor embutido. Se os mesmos termos houvessem sido utilizados contra Sobral Pinto por exemplo, certamente o jornalista teria sido condenado).
A favor de Collor, o comportamento de ter procurado a Justiça para buscar a proteção jurisdicional a que julgava ter direito.
Soubemos, depois disso, da instauração de ação penal contra Amaury Ribeiro Júnior (mais uma) por corrupção ativa, violação de sigilo funcional, falsificação de documento, falsidade ideológica e uso de documento falso. E a autorização para que a Polícia Federal continue as investigações das ligações de Amaury com o submundo da arapongagem.
Ficou provado que Amaury Júnior e mais cinco comparsas (sendo um deles, uma funcionária do SERPRO, o Serviço Federal de Processamento de Dados, empresa pública vinculada ao Ministério da Fazenda) obtiveram ilegalmente dados fiscais do ex-presidenciável e ex-governador paulista José Serra, de sua fiilha, a advogada Verônica Serra, e do ex-secretário-geral da Presidência durante o governo FHC Eduardo Jorge, entre outros.
Estes dados formaram um dossiê usado pelo comitê de Dilma na campanha de 2010.
A justificativa de Amaury Ribeiro Júnior – na fase de investigação da Polícia Federal – foi que os dados lhe teriam sido enviados sem que ele soubesse como. Ao ser confrontado com o dossiê falso descoberto no comitê de Dilma, afirmou que os mesmos dados (que estariam em seu computador) teriam sido roubados por Rui Falcão.
Este nega.
Este é o autor de A Privataria Tucana, livro de cabeceira de muitos lulopetistas.
A movimentação financeira de Eduardo Jorge foi explicada documentalmente. Na de José Serra e da FILHA dele, nada foi encontrado de anormal.
O que diriam os lulopetistas se um jornalista autor de algum livro contra o PT houvesse quebrado (e roubado) o sigilo fiscal de Lulinha (o filho), de filhos de José Dirceu, de Genoino ou de Dilma? Seria ou não o fim do mundo?
Ao contrário, desta feita, os fins justificam os meios. No mínimo, covardia do autor, que se revela quando tenta incriminar Rui Falcão como sendo o autor do malfado dossiê.
Porque os fatos listados no Privataria Tucana não ensejaram NENHUMA ação por parte de quem tinha POR OBRIGAÇÃO JURÍDICA assim agir? Ao contrário, quem buscou a Justiça foi José Serra e os citados no dossiê falsificado.
Collor foi mais honesto em suas ações. Mesmo carecendo de direito, buscou o caminho da Justiça. O PT e o governo federal preferiram o silêncio e a inação.
Certamente pelo fato de sequer haver causa de pedir, como se diz em Direito. Corria o risco que assistimos agora: o acusador se transformar em réu.
O silêncio dos adoradores de Aumaury Ribeiro Jr. é ensurdecedor. O jornalista, que foi despedido de jornais pelos métodos nada éticos que empregava, conhecido como quem não apurava notícias (antes preferia criá-las, mesmo que fantasiosas), que era amigo da pior escória de Brasília (os arapongas de aluguel), que tentou vender o dossiê tão sólido como um castelo de areia e buscou uma editora para publicação só conseguindo após a quinta tentativa, é o heroi dos lulopetistas.
Seu livro – carente de fatos, pois TODOS eram públicos e sem lógica (insisto que Amaury desconhece o que seja um fundo de investimento, chamando o maior do mundo – algumas centenas de vezes maior que o fundo de pensão da Petrobras, o Petros, por exemplo – de “lavanderia” e não sabendo distinguir Conselho de Administração de Conselho Executivo) é usado e reusado como “prova” contra Serra.
Não tenho – e rejeito! – qualquer procuração de Serra para defendê-lo. Não me é nem um pouco simpático, ao menos. Daí a considerá-lo (e à FILHA, em uma atitude ABJETA) como corrupto, vai uma imensa diferença. Posso discordar – e discordo quase 100% – de Eduardo Suplicy, para citar apenas um exemplo, mas reconheço sua honestidade, em se tratando de dinheiro público.
Meu foco é a idolatria CEGA a um “jornalista” que desonra a imprensa brasileira. Que está sendo acusado de corrupção, uso de documentos falsos, falsificação de documentos, etc. Pergunta-se: tem que credibilidade pode ter esse senhor como jornalista?
Reconheço o direito de todos de publicar o que queira. O contrário seria censura. Caso quem tenha sido citado, que busque a Justiça. Como fez Collor (sem nenhuma razão) e Serra (com todas).
O que assusta é a adoração a qualquer um que “bata” no PSDB e na herança de FHC, mesmo que diga em um livro que Serra é na verdade um vampiro que suga sangue e dorme de cabeça para baixo ou, no passado, foi o Lobo Mau que atacou a Chapeuzinho Vermelho!
Seria um sucesso. E considerado como verdade.
Diferenças existem para ser realçadas.
Ficou claro a diferença ente um JORNALISTA (Augusto Nunes) e um “jornalista” (Amaury Jr.)?
Será preciso desenhar?

PARABÉNS VEJA.COM pela contratação. Aumentam as vozes contra a estupidez esquerdopata e sociopata.


Felipe Moura Brasil reforça o time da Veja.com

Desde ontem temos mais um blog “polêmico” e “reacionário” na Veja.com, para desespero dos esquerdistas tão “moderados” e “progressistas”. Trata-se do blog de Felipe Moura Brasil, o mesmo que organizou o novo livro de coletânea de artigos de Olavo de Carvalho.
Seja bem-vindo, Felipe. Podemos não concordar sempre, mas há respeito quando há pensamento independente, coragem de remar contra a patrulha e paulada em socialistas. Como diria Lula aos bandidos presos, “estamos juntos!”.
No nosso caso, do lado correto da lei e do espectro político-ideológico. Ou seja, do lado direito, em vez do sinistro.