“Nosotros tivemos que desertar de la mission porque las condiciones eran mucho dificiles”, afirmou Aurélio.
Ele explica que segundo critérios do próprio Ministério do Trabalho, a condição dos médicos cubanos no Brasil pode ser considerada como análoga a de escravos.
“Salimos de Cuba acreditando que ca serian respeitados los derechos humanos. Pero acabamos descobriendo que la presidente de Brasil tambien es una porra de una comunista”, lamentou.
O quilombo, cuja localização é sigilosa, recebe novos desertores fugidos a cada dia.
As autoridades brasileiras, no entanto, já estão tomando providências para por fim ao que chamam de “aberração ética, cognitiva e histórica”.
Segundo declarou o ministro do interior: “Não vamos tolerar nenhum traidor da revolução querendo dar uma de Zumbi dos Palmares”
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