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quarta-feira, 15 de junho de 2016

TERRORISTA DE ORLANDO ERA MUÇULMANO, ESQUERDISTA E FILIADO ATIVO DO PARTIDO DEMOCRATA DE HILLARY CLINTON.(AA)

O terrorista Omar Mateen, que matou 50 pessoas e feriu outras 53 em uma boate gay na cidade de Orlando, Flórida, era muçulmano e filiado ativo do Partido Democrata, o principal partido de esquerda dos Estados Unidos. Omar nasceu nos Estados Unidos e seus pais são do Afeganistão.
O terrorista foi morto em um tiroteio com forças policiais às 5 da manhã deste domingo (12). Ele estava armado com um rifle de assalto, uma pistola e um “dispositivo suspeito”, possivelmente um explosivo, e chegou a fazer reféns entre as mais de 300 pessoas que estavam na boate, dado que havia apenas um segurança armado no local. Omar morava na cidade de Fort Piece, o que o fez alugar um carro e viajar 200 quilômetros até Orlando para cometer o ato terrorista. A boate onde aconteceu a tragédia, a Pulse, era uma “gun free zone” (local onde a entrada de armas é proibida).
O pai de Mateen, Mir Seddique, disse à NBC que seu filho começou a ter raiva de homossexuais há alguns meses, quando viu dois homossexuais se beijando em Miami

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A pedofilia vai à escola Escrito (Percival Puggina)


pcn98Essa educação sexual, se não está dedicada a disseminar a ideia de que o corpo humano, já na mais tenra idade, é um parque de diversões eróticas, o produto de seu trabalho será inequivocamente esse.

Você já parou para pensar sobre o motivo dessa farta produção de literatura voltada à educação sexual nas escolas? Não vou nominar obras para não fazer publicidade de lixo pedagógico, mas há de tudo. O famoso kit gay não foi o primeiro nem o último material pernicioso. O Ministério Público chegou a intervir, em alguns casos, para impedir a distribuição. Há publicações que, explicitamente, estimulam experiências auto-eróticas, heterossexuais e homossexuais. Um desses livrinhos vem com a recomendação, aos pequenos leitores, de que devem conservar o referido "material escolar" fora do alcance dos pais...

A questão que me interessa aqui é a existência de uma pedagogia da educação sexual que anda a braços com a pedofilia. É estarrecedor. Todo esse material que de um modo ou de outro chegou a alunos ou a bibliotecas de escolas tem rótulo de coisa pedagógica. Quando suscita escândalo, é defendido com a afirmação de estar destinado a professores ou a adolescentes. Falem sério! Professores e adolescentes precisam de livro sobre sexualidade, com figurinhas para público infantil?
Estamos, portanto, diante de algo sistemático, reincidente e renitente, que passa por cima, atropelando ("problematizando", para usar palavra da pedagogia marxista) a orientação dos pais. Essa educação sexual, se não está empenhada em antecipar o processo de erotização no desenvolvimento infantil, está dedicada a algo tão parecido com isso que se torna impossível perceber a diferença. Se não está dedicada a disseminar a ideia de que o corpo humano, já na mais tenra idade, é um parque de diversões eróticas, o produto de seu trabalho será inequivocamente esse. Se não pretende oferecer a crianças e adolescentes um cardápio de opções sexuais para escolherem como sanduíche no balcão do McDonalds, é a isso que levam suas propostas.
A simples ideia de que tais orientações encontrem guarida em receitas pedagógicas no ambiente acadêmico e educacional do país é repugnante. No entanto, já em 1998, no capítulo sobre Educação Sexual do documento intitulado "Parâmetros Curriculares Nacionais" elaborado pelo MEC, lê-se que (pag. 292):
"Com a ativação hormonal trazida pela puberdade, a sexualidade assume o primeiro plano na vida e no comportamento dos adolescentes. Toma o caráter de urgência, é o centro de todas as atenções, está em todos os lugares, na escola ou fora dela, nas malícias, nas piadinhas, nos bilhetinhos, nas atitudes e apelidos maldosos, no “ficar”, nas carícias públicas, no namoro, e em tudo o que qualquer matéria estudada possa sugerir."
Ora, isso não parece exagerado? Talvez quem redigiu o texto acima padeça de tão solitário e totalizante apelo. Na faixa etária mencionada, os interesses são bem diversificados. Entre eles se incluem também os esportes, a escola, a turma de amigos, os jogos de computador e a própria família. Mais adiante, o texto afirma (pag. 296):
"Nessa exploração do próprio corpo, na observação do corpo de outros, e a partir das relações familiares é que a criança se descobre num corpo sexuado de menino ou menina. Preocupa-se então mais intensamente com as diferenças entre os sexos, não só as anatômicas, mas todas as expressões que caracterizam o homem e a mulher. A construção do que é pertencer a um ou outro sexo se dá pelo tratamento diferenciado para meninos e meninas, inclusive nas expressões diretamente ligadas à sexualidade, e pelos padrões socialmente estabelecidos de feminino e masculino. Esses padrões são oriundos das representações sociais e culturais construídas a partir das diferenças biológicas dos sexos, e transmitidas através da educação, o que atualmente recebe a denominação de “relações de gênero”. Essas representações internalizadas são referências fundamentais para a constituição da identidade da criança."
Está aí a ideologia de gênero e a subsequente revogação que pretende promover da anatomia, da genética e dos hormônios, cujos efeitos estariam subordinados a padrões sociais. Tá bom! E o texto segue afirmando o direito das crianças ao prazer sexual, a naturalidade das manifestações e "brincadeiras" explícitas, de quaisquer natureza, às quais, na escola, se aplicaria apenas a jeitosa informação de que o ambiente não seria lá muito apropriado para isso. E adiciona: tais incontinências só deveriam ser levadas ao conhecimento dos pais quando "tão recorrentes que interfiram nas possibilidades de aprendizagem do aluno". É o legítimo caso em que o pedagogo, com objetivos desviados, erra pelo que ensina e erra pelo que deixa de ensinar.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O PT contra as criancinhas: livros didáticos do MEC para 2016 trazem ideologia de gênero (Orley José da Silva )


O governo do PT alinha-se ao pensamento fundante da ideologia de gênero: a família não está devidamente preparada para a orientação sexual e familiar dos filhos.

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ducação das crianças na escola, não somente pública mas também privada e confessional, era a última barreira a ser vencida pela revolução sexual e de costumes que o governo do PT dissemina.


Crianças de escolas públicas e privadas que estudarem com os livros didáticos de 2016 do MEC para a primeira fase do Ensino Fundamental serão informadas sobre arranjos familiares de gays e lésbicas, com adoção de filhos. Elas tomarão conhecimento também de bigamia, poligamia, bissexualismo e transsexualismo. Aprenderão a observar melhor os próprios corpos e os corpos dos outros através de exercícios em sala de aula, orientadas pelo livro didático. Os livros também lhes dirão das doenças sexualmente transmissíveis e dos mais diferentes métodos anticonceptivos. A ministração desses conteúdos se inicia já no 1º ano, com alunos de 6 anos de idade e, numa gradação de complexidade, estende-se ao 5º ano, quando os alunos têm 10 anos. 

Para a produção deste artigo, foram verificados livros de apenas onze editoras, das dezenove que tiveram suas obras recomendadas pelo Programa Nacional do Livro Didático/2016, do Ministério da Educação. Constatou-se que as onze editoras observadas trazem em alguns de seus livros o tema da Orientação Sexual e Familiar, de acordo com a ideologia de gênero.

A estratégia pedagógica para o ensino desse conteúdo durante essa fase de estudos obedece ao princípio da repetição exaustiva do conteúdo. Durante o mesmo ano letivo o aluno ouvirá, lerá e fará exercícios seguidas vezes sobre o referido tema com professores e disciplinas diferentes: Geografia, Ciências, História, Ciências Humanas e da Natureza, etc. O discurso único na diversidade de disciplinas e professores confere maior credibilidade ao conteúdo. Além das aulas expositivas, os próprios livros encaminharão os alunos para atividades complementares sob a orientação dos professores como: leitura de livros, filmes, músicas, debates e produção de cartazes.

Trata-se da aplicação do princípio segundo o qual uma história, mesmo que fantasiosa, quando repetida várias vezes, adquire valor de verdade. Neste caso, o esforço do MEC é para atender os objetivos de desconstrução da heteronormatividade e do conceito de família tradicional previstos no Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH3), assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 21 de dezembro de 2009.

O artigo 226 da Constituição é ignorado completamente pelo material didático produzido pelo próprio governo quando se refere à formação de família. Enquanto a Constituição elege como base da sociedade a família que é formada pelo casamento entre "um homem e uma mulher", os livros ensinam às crianças que não há um modelo padrão de família e que o casamento é a união de "duas pessoas", independente do sexo.

Mas o MEC também desconsidera a vontade majoritária do povo expressa por meio de seus representantes nos três níveis parlamentares, quando das votações dos Planos Nacional, Estaduais e Municipais de Educação. Nessas ocasiões, a inserção da ideologia de gênero nos planos de educação foi severamente combatida e rejeitada pela maioria dos parlamentares. Como se não bastasse, esse tema para o ensino da moral sexual das crianças na escola é amplamente reprovado pela maioria esmagadora da população, como demonstram pesquisas universais de opinião.

 Levando-se em consideração que os conteúdos em referência sejam puramente ideológicos, visto que eles carecem de experimentação e consenso científico, qual a justificativa e o respaldo legal do governo para jogar por terra a vontade do legislativo e da maioria do povo para adotar uma ideologia como política pública para todos?  De acordo com documentos do MEC esta política de orientação sexual e familiar para as crianças constitui-se em tema transversal da educação e visa criar no futuro uma sociedade idealizada que aceite com normalidade as diferenças de gênero e de arranjos familiares.

Ao afastar compulsoriamente a família dessa responsabilidade educadora para assumir o seu lugar, o governo do PT alinha-se ao pensamento fundante da ideologia de gênero: a família não está devidamente preparada para a orientação sexual e familiar dos filhos. Isto porque não acompanha as mudanças sociais, é portadora de tabus e preconceitos arraigados em função da influência que recebe da tradição familiar e da religião.

A educação das crianças na escola, não somente pública mas também privada e confessional, era a última barreira a ser vencida pela revolução sexual e de costumes que o governo do PT dissemina. Pelo visto ela foi vencida agora com a chegada desses livros, a menos que haja uma reação incisiva e qualificada da sociedade civil, declaradamente contrária à esse projeto, que busque proteger à integridade física, moral, emocional e psicológica das crianças em idade escolar.

Deixando a formalidade textual para encerrar o artigo, a palavra se abre para os pais de crianças em idade escolar, de cada cidade do país. Têm direito também a ela os parlamentares que na Câmara dos Deputados, no Senado, nas Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores debateram e votaram contra a inserção da Ideologia de Gênero nos planos de educação. Ao Ministério Público cabe o direito natural desse tipo de defesa pública. Que essas vozes se levantem contra a intenção de fazer das crianças da atual geração, cobaias para um projeto ideológico.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Você está preparado para o fato de a Alemanha ser mais “feminicida” do que o Brasil?(RA)

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Qual é o problema da militância puramente ideológica? Destrói a inteligência, destrói a ciência, destrói a verdade, impõe o viés da picaretagem e da mentira mesmo em assuntos que são, sim, sérios e requerem intervenção de políticas de estado.
Veio a público com estardalhaço uma pesquisa que alimenta a conversa do “feminicídio” — esse nome igualmente estúpido, inventado por essa militância — que só serve para criar confusão. Alardeados os números, sem nenhuma contextualização, só servem à mistificação.
Em números absolutos, e não mortos por 100 mil, o estudo informa que cresceu 21% o número de mulheres assassinadas no Brasil entre 2003 e 2013. Pois é…
Quando se consulta o Mapa da Violência, percebe-se que o crescimento foi de 8,8%, já que, na década, a população feminina teve um crescimento de 11,1%. Os números são bons? Não! Eles são péssimos. Mas só conseguiremos dar uma resposta se trabalharmos com os dados corretos.
Vamos adiante.
Atenção, a taxa de homicídio de mulheres em 2013 foi de 4,8 por 100 mil habitantes. É evidente que é alta. Ocorre que, em 2012, o número de mortos do Brasil chegou a 29 por 100 mil habitantes, com uma média de 154 homicídios por dia. A depender do recorte que se faça, essa taxa pode ser um pouco mais baixa: 26 por 100 mil habitantes.
O número de mulheres assassinadas é, sem dúvida, um absurdo: 4,8 por 100 mil. Ocorre que escandalosa, estupefaciente mesmo, é a quantidade de assassinados no Brasil. Nota-se que entre 82% e 84% das vítimas são homens. E, como se sabe, não se fala de “masculinicídio”. Quando se fazem outros cortes, percebe-se que a esmagadora maioria é constituída de homens jovens.
Os dados vão sendo produzidos aos borbotões. O Brasil estaria em quinto lugar no ranking dos países que cometem o tal “feminicídio”. Na Alemanha, há apenas 0,5 mulher morta por 100 mil habitantes — contra 4,8 no Brasil. Logo, mata-se 8,6 vez mais mulheres no Brasil do que na Alemanha. Ocorre que a taxa de homicídio naquele país é de 0,7 por 100 mil — logo, mata-se, no geral, 36 vezes mais no Brasil do que na Alemanha.
Podemos ir adiante: se a taxa de homicídios alemã é de 0,7 por 100 mil, e a de mulheres, é de 0,5%, há uma diferença de 28,5% entre a taxa geral e a taxa de mulheres assassinadas. No Brasil, a diferença de mortos por gênero é de quase 82%.
Não quero parecer cínico, mas, por esses números, a Alemanha é mais feminicida do que o Brasil.
Não pretendo fazer proselitismo num mar de sangue. Apenas chamo atenção dos senhores leitores para o fato de que o Brasil é muito mais violento do que propriamente machista. Submeter os números da nossa tragédia a uma leitura de gênero é só mais uma expressão da burrice nacional.

Por que a feminização da América é ruim para o mundo ( DENNIS PRAGER )

Os sexos têm suas próprias naturezas particulares, que também são falhas. Essa é uma razão porque os homens precisam de mulheres e as mulheres precisam de homens.

Na semana passada o New York Times publicou um artigo, "Eliminação de Brinquedos e Rótulos Específicos de Gênero" que continham três frases que explicam um dos fenômenos mais importantes na vida americana.
Ao discutir o crescente movimento para acabar com brinquedos específicos de gênero – algo que o New York Times aprova – o artigo citou Tania Missad, a "diretora de insights (1) de consumidores globais" em um dos maiores fabricantes de brinquedos do mundo, a Mattel:
"A pesquisa da Mattel mostrou algumas diferenças no que meninas e meninos queriam em seus números de ação, disse Missad. "Para os meninos é mais sobre contar uma história do mocinho matando o vilão... [as meninas] nos diriam: "Por que a boa menina tem que matar o vilão? Eles não podem ser amigos no final?"
Provavelmente, poucas pesquisas acadêmicas sobre as diferenças sexuais sejam tão precisas quanto às pesquisas realizadas por empresas e agências de publicidade. A razão é simples: as empresas e agências de publicidade não têm uma agenda social ou política sua agenda é o lucro. Suas avaliações devem ser precisas ou eles perdem dinheiro e aqueles que fornecem avaliações erradas são despedidos. Os acadêmicos, por outro lado, não têm nada a perder. Quando publicam estudos que se propõem a mostrar que os meninos e as meninas querem os mesmos tipos de brinquedos, eles não perdem nada ao afirmar algo tão patentemente falso. Nos negócios há um preço muito grande a ser pago por acreditar no que é falso. Entre os acadêmicos, não há preço a pagar – certamente nem a sua reputação, porque outros acadêmicos querem acreditar nas mesmas bobagens.
A pesquisa Mattel revela que a natureza do sexo masculino quer que mocinhos matem bandidos (claro, nas sociedades ruins a definição de "mocinho" e "vilão" pode muito bem ser invertida, mas isso é uma questão de valores, não uma questão da natureza masculina) e que a natureza feminina quer que mocinho e bandido "sejam amigos no final."
Esta diferença pode ser a mais importante de todas as diferenças entre os sexos. Na verdade, ela pode realmente moldar o futuro da América e do mundo.
Claro, há mulheres que querem ver o mal destruído – a falecida Margaret Thatcher, por exemplo. E há homens que se opõem ao confronto com o mal – os homens que lideram o Partido Democrata atual, por exemplo. (Um homem assim é o presidente dos Estados Unidos, que tem um ponto de vista feminizado sobre aqueles que fazem o mal – conversar com eles, mas não confrontá-los, classificá-los, ou combatê-los.)
Mas essas exceções acontecem em grande número em duas circunstâncias: quando as mulheres se casam e quando os homens são feminizados.
Quando as mulheres se casam, elas são muitas vezes influenciadas por seus maridos no que diz respeito a questões políticas e morais, assim como os homens casados são influenciados por suas mulheres em toda uma série de pequenas questões. Como resultado, as mulheres casadas são mais propensas do que as mulheres solteiras a preferirem combater vilões do que a ter amizade com eles.

Infelizmente, mais e mais mulheres americanas estão solteiras.
Enquanto isso, os meninos americanos estão cada vez mais sendo criados por mulheres solteiras e ensinados quase que apenas por professores do sexo feminino. Além disso, eles muitas vezes são ensinados a ter vergonha de sua natureza masculina e a rejeitar as virtudes masculinas tradicionais.
Como resultado das duas tendências acima, o montante gasto na defesa nacional continuará a declinar (enquanto o montante gasto no bem-estar vai continuar a aumentar), e os Estados Unidos enfrentarão os males do mundo cada vez menos.
As consequências serão desastrosas para milhões de pessoas em todo o mundo. Quando a América deixa de matar bandidos, os bandidos matam mais pessoas inocentes. Estamos assistindo a isso agora como consequência da América ter abandonando o Iraque e se afastado do mundo em geral. O Estado Islâmico assumiu mais e mais território quando a América abandonou esses territórios. Ironicamente, portanto, enquanto a política externa americana torna-se feminizada, mais mulheres do Oriente Médio são estupradas.
Sempre que vejo no pára-choque a etiqueta, "A guerra não é a resposta," em um carro, eu olho para ver quem está dirigindo. Em anos de pesquisa visual, eu sempre vejo um motorista do sexo masculino.
Tanto as mulheres como a os homens têm naturezas falhas. Eles compartilham a natureza humana, que é profundamente falha, e os sexos têm suas próprias naturezas particulares, que também são falhas. Essa é uma razão porque os homens precisam de mulheres e as mulheres precisam de homens. Os homens precisam de mulheres para suavizar sua natureza agressiva intrínseca e para ajudá-los a controlar sua sexualidade predatória e as mulheres precisam de homens para, entre outras coisas, entender melhor que pessoas e regimes do mal devem ser combatidos, não alimentados.
A pesquisa da Mattel disse uma verdade que a América e o mundo precisam prestar atenção.
A esquerda tem feito muitas coisas destrutivas para a América. É bem possível que nenhum irá provar ser mais destrutiva do que sua tentativa de obliterar distinções entre os sexos.

Os cinco mandamentos da ideologia de gênero ( PADREPAULORICARDO.ORG)


Para quem afirma que a "ideologia de gênero" não passa de uma farsa ou de uma invenção dos cristãos, a realidade oferece provas irrefutáveis do contrário. Essa teoria não só existe, como já está dando os seus frutos ao redor do mundo.

O Brasil não é o único país a lutar contra a ideologia de gênero. Na Itália, as escolas reabriram recentemente o debate sobre o assunto, graças ao protesto da ministra da educação, Stefania Giannini, para quem todo esse alvoroço não passa de " truffa" (em bom português, uma fraude).
Um regime autoritário não poderia fazer melhor. De fato, o que unem a ministra italiana, a comunidade LGBT e as grandes manchetes é a negação das evidências. Para o movimento gay, "a ideologia gender não existe", "é uma invenção do Vaticano". Para La Repubblica, "é um fantasma que ronda a Itália". Para a BBC, "é só uma invenção retórica, um ídolo polêmico cheio de nada". Junto a esses grandes veículos de comunicação, está uma multidão de programas de TV, blogs e pequenos jornais, todos alinhados com a causa negacionista.
Mas, será mesmo a "ideologia de gênero" uma "invenção de católicos"?
Os "estudos de gênero" (gender studies) – que começaram a surgir nas universidades ainda na década de 1960, evoluindo nos anos 80 para a proteção das chamadas "minorias LGBT" – não nos deixam mentir. A teoria gender não só existe, como já está dando os seus frutos ao redor do mundo.
Para entender como funciona essa ideologia, seguem aqui alguns dos seus principais "mandamentos", princípios sem os quais toda a farsa desmorona e não se pode ir adiante no processo revolucionário.

I. Não há diferenças entre homens e mulheres

A finalidade original dos "estudos de gênero" ( gender studies) nos anos 60 era afirmar a absoluta igualdade entre homem e mulher, a fim de libertar e emancipar esta última da "discriminação". Era preciso negar a distinção entre masculino e feminino, contestando, por exemplo, a existência de profissões tipicamente masculinas e outras tipicamente femininas, além de negar as especificidades dos papéis materno e paterno na educação dos filhos. Para a ideologia de gênero, homem e mulher são intercambiáveis em qualquer função. A importância do papel da mulher, particularmente no âmbito familiar, não passaria de uma convenção social e de uma opressão histórico-cultural, da qual ela se deveria libertar.
Curiosamente, um dos países com as mais altas taxas de "igualdade de gênero", a Noruega, sempre viu a engenharia civil repleta de homens e a enfermagem repleta de mulheres, não obstante os múltiplos esforços educacionais para incutir na cabeça dos jovens que não há nada de diferente entre os sexos. Foi o que observou o documentário Hjernevask ("Lavagem Cerebral"), exibido pelo comediante nórdico Harald Eia. Há alguns anos, ele gravou um documentário expondo ao ridículo os "estudos de gênero". O resultado pode ser acompanhado abaixo:
Como consequência desse material, em 2011, o Conselho Nórdico de Ministros retirou boa parte dos investimentos ao Instituto Nórdico de Gênero (NIKK).

II. O sexo biológico é modificável

A ideologia de gênero vê o sexo biológico como um dado transitório e maleável, que pode ser tranquilamente transformado pela escolha de um "gênero" diferente, não importando a idade em que a pessoa se encontre. Comportamentos como a transexualidade são encorajados e vistos como demonstração de liberdade e emancipação individuais. ( Embora, na verdade, não seja nada disso.)
A própria definição de ser humano, ainda que a nível burocrático, passa a ir além dos dois sexos biológicos universalmente reconhecidos (masculino e feminino), adaptando-se a infinitas e fantasiosas nuances de gênero. As redes sociais já se adequaram a essa ditadura ideológica. No formulário de cadastro do Facebook, por exemplo, constam 56 diferentes formas de uma pessoa definir a própria sexualidade. Enquanto isso, as legislações de alguns países afora já reconheceram, além dos sexos masculino e feminino, um fantasmagórico gênero "neutro".

III. Família natural? Um estereótipo.

Para os ideólogos de gênero, a família natural, composta por pai, mãe e filhos, não passa de um estereótipo cultural baseado na antiga opressão do homem sobre a mulher – agora superada pela liberação sexual feminina e pelas várias definições abstratas de gênero. Superado o esquema homem-mulher, até mesmo a ideia tradicional de família vem abaixo. O plural passa a ser obrigatório: não existe mais "a" família, mas "as" famílias, que incluem todo agregado social fundado sobre um conceito genérico de "amor". Entram na lista, obviamente, até mesmo os relacionamentos chamados "poliafetivos", que constituem o mais novo objeto de reivindicações políticas e sociais.
Da Holanda, por exemplo, vem o curioso caso de Jaco e Sjoerd, Daantje e Dewi, dois pares homossexuais que decidiram formar, os quatro, uma só "família". Ambos os "casais" já têm os seus relacionamentos registrados no civil, mas, agora, anseiam pelo reconhecimento de um "quinteto amoroso". Tudo porque Jaco e Sjoerd decidiram compartilhar a sua "união" com outro homossexual, Sean. Agora, Daantje está esperando um filho de inseminação artificial e quer ver os seus parceiros como pais da criança. "Cinco genitores com iguais direitos e deveres, divididos em duas famílias", ela diz. "São essas as condições do contrato que todos nós assinamos e submetemos ao cartório."
Há quem diga que isso representa o avanço da humanidade – só se for no processo de destruição da família.

IV. "Dessexualizar" a paternidade

Se a família natural não passa de um estereótipo, a consequência inevitável é a dessexuação da paternidade. Os filhos deixam de ser frutos da relação sexual entre um homem e uma mulher para serem gerados artificialmente por qualquer grupo social. Promove-se a fecundação in vitro e sustentam-se práticas objetivamente brutais, como a da "barriga de aluguel".
Falar do direito de uma criança ser educada por um pai e uma mãe é considerado ofensivo. Os homossexuais não só passam a ter o "direito" de adoção, como as suas relações são alçadas à categoria de "modelo", não obstante as sérias e abalizadas objeções de quem viveu na pele o drama de ser criado por pares do mesmo sexo:
"A maior parte das crianças criadas por 'pais gays' tem dificuldades com sua identidade sexual, está se recuperando de abusos emocionais, lutando contra o vício nas drogas, ou estão tão feridas por sua infância, que lhes falta a estabilidade de vir a público e encarar os ataques de um lobby gay cada vez mais totalitário, que recusa a admitir que haja algo errado em tudo isso."

V. Conquistar as escolas e a mídia

Para realizar a sua "colonização ideológica" – como denunciou o Papa Francisco –, um passo importante no avanço da agenda de gênero é conquistar os ambientes de educação e de comunicação: as escolas e a mídia. É decisivo para esses ideólogos conseguir o dinheiro público para entrar nos institutos escolares e formar as mentes de gerações e mais gerações de jovens e crianças na sua cartilha. Cursos e seminários sobre a "igualdade de gênero" ou a "homofobia" não passam, pois, de Cavalos de Tróia, cuidadosamente introduzidos nas escolas e nas universidades para modelar e (de)formar as almas dos mais frágeis.
Ao mesmo tempo, ocupando papéis-chave nos meios de comunicação, os ideólogos de gênero visam influenciar mais massivamente a opinião pública, enunciando os seus princípios como uma ideia avançada de liberdade e descrevendo os seus opositores como retrógrados perigosos, que, motivados por pura maldade, querem limitar a liberdade dos outros. Descrições maniqueístas desse tipo estão espalhadas em toda a sociedade ocidental: constituem uma característica do plano de ação da ideologia de gênero, que pretende criar ícones homossexuais e transexuais, em oposição à ainda resistente opinião pública. Quem discorda é abertamente intimidado e atacado em sua liberdade de expressão. Daí a necessidade de criar leis criminais para punir os adversários e acabar com a objeção de consciência, promovendo, por outro lado, o linchamento midiático de quem não se adequa à nova ditadura ideológica.
* * *
Resistir pressupõe, em primeiro lugar, conhecer os princípios que regem essa "colonização ideológica" ainda em curso. Será realmente verdade que a ideologia de gênero não existe? Cada um, observados os fatos, pode julgar por si só. A realidade pode ser admitida ou negada. Podemos permanecer de pé e enfrentar com coragem a batalha que está por vir ou, ao contrário, podemos fingir que nada está acontecendo, ficar de braços cruzados e deixar que a caravana passe. A escolha é individual. Cada um deve escolher se quer deixar para os seus filhos um mundo construído sobre a verdade, ou sobre a falsidade de uma ideologia.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Nazistas riem lá no inferno da militância fanática em favor do aborto (RA)

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É asqueroso! As feminázis que marcharam na sexta-feira contra Eduardo Cunha e contra os fetos — esses elementos perigosos e perversos, que tornam infeliz a humanidade — estão perdendo a noção do ridículo. A de Estado de Direito, bem, essa, elas nunca tiveram.
A Catedral da Sé amanheceu pichada com frases como “Útero livre”, “Aborto sim” e “Se o papa fosse mulher, o aborto serial legal”. Tratarei da questão em duas dimensões: 1) a agressão à catedral; 2) o mérito das frases.
Diga-se o óbvio: pichar a catedral é um crime de duas naturezas. Trata-se de vilipêndio a um símbolo religioso — ninguém é obrigado a ser católico, claro!, mas ninguém tem licença para agredir a religião alheia — e de uma agressão ao patrimônio histórico. Jovens católicos se organizaram para limpar a sujeira. O cardeal Dom Odilo Scherer se deixou fotografar com cartazes em defesa da vida. Muito bem, sigamos.
A Folha ouviu uma senhora chamada Jaqueline Vasconcellos, de 35 anos, uma das organizadoras do protesto. Ela não é burra. Afirmou ser contrária à pichação, mas disse o que costumam dizer as esquerdas intelectualmente delinquentes quando seus extremistas saem quebrando tudo por aí: não tem como controlar milhares de pessoas. Lembro, a título de exemplo, que as três maiores manifestações políticas da história, aquelas em favor do impeachment, não juntaram nem lixo na rua. Aliás, na passeata das feminázis, na sexta, havia os mascarados de sempre, vestidos de preto.
A Arquidiocese divulgou uma nota de protesto contra a pichação, e Jaqueline, ora vejam, não gostou e afirmou a seguinte pérola: “Fizemos uma manifestação legitimada pela sociedade e entendemos o ato da Igreja [de emitir a nota] como tentativa de tirar o foco da sociedade da discussão do PL 5069/2013]”.
Que graça esta senhora! Sobre as mentiras que as feminázis andam espalhando a respeito do PL, falo em outro post. Quero me ater à fala da tal organizadora da marcha. Então a catedral é pichada, agredida, vilipendiada, mas a Igreja deveria ficar calada porque dona Jaqueline acha que, se a vítima reage, tira-se o foco de sua manifestação? Ela também é contra que um cardeal expresse a sua opinião. E por quê? Ora, porque ela se diz, como é mesmo?, “legitimada pela sociedade”. É??? Qual? A sociedade do PT? A sociedade do PSOL? A sociedade do PSTU? A esmagadora maioria da sociedade brasileira é contra o aborto. Quem legitima Jaqueline?
Eu digo: a liberdade de expressão! Ela defenda o que quiser. Mas não venha se apresentar por aquilo que não é: maioria. Mas posso compreender essas almas puras: na sexta-feira, um grupo de femininazistas acompanhadas de uma moça barbuda e peluda afirmou que eu deveria ser proibido de entrar num bar. Afinal, não sou feticida como elas, incluindo a moça barbuda.
Agora o mérito
Das frases pichadas na Igreja, só uma faz sentido na sua brutalidade: “Aborto sim”. O resto é lixo também como denotação. O que quer dizer “Útero livre”? Quem, hoje, no Brasil, aprisiona o útero da mulher, que tem direito a anticoncepcional de graça, camisinha de graça e pílula do dia seguinte de graça?
Vou ser ainda mais claro: se não quiser ou não puder recorrer a nenhum outro método contraceptivo — como o DIU, por exemplo —, o estado fornece à mulher, sem a necessidade da intervenção masculina, duas defesas à concepção, que podem ser usadas de forma conjugada: pílula e camisinha. Se ela as dispensar e houver risco de gravidez, há a pílula pós-coito.
Pensemos mais um pouco: um útero deve ser de tal sorte livre que o homem não deva nem mesmo opinar sobre o aborto, ainda que seja o pai da criança? Se ele está proibido de tentar impedir a mulher de abortar, por que deveria, então, ser responsável pela criança caso ela venha a nascer? No país da paternidade irresponsável, que atinge os pobres, essa é uma boa causa?
A frase sobre o papa é de uma estupidez ímpar. A Igreja Católica tem sua opinião sobre aborto, mas, obviamente, não impõe a sua vontade a nenhum país — não conseguiu evitar a legalização da prática nem na Itália. Afirmar que a interrupção da gravidez seria legal no Brasil se o papa fosse mulher sugere, o que é uma mentira deslavada, que todas as mulheres são favoráveis ao aborto. Pesquisa Ibope de 2014 demonstra que 79% dos brasileiros são contrários à legalização do aborto, e a rejeição é igual entre homens e mulheres — entre os jovens, diga-se, chegou a 77%.
Feticídio e feminicídio em massa
No país que aprovou a demagógica lei do feminicídio — grave é matar seres humanos, e cerca de 95% do assassinatos (prestem atenção!!!) no Brasil têm homens como vítimas —, marchar em favor do aborto e acusar o papa é expressão de delinquência moral, ética e intelectual.
Há um país que poderia ser considerado o paraíso das feminázis: a China. Por lá, aborta-se como quem diz “olá” (na língua local). Na soma da política de estado do filho único com a tradição cultural de que o homem, nunca a mulher, cuida dos pais quando velhos, o ultrassom se tornou uma poderosa arma de feminicídio – aí, sim: a esmagadora maioria dos abortos no país é de fetos do sexo feminino. E, claro!, eliminam-se preventivamente os casos de síndrome de Down, entre outras variações que podem ser detectadas em exames pré-natais.
Acho bom o nome “feminázi” não apenas como referência à crueldade da prática e ao sectarismo das militantes. Há mais. À medida que avança a pesquisa genética e que exames de imagens vão se tornando mais precisos, é claro que, não tardará muito, se terá a ficha com as doenças em potencial que poderá ter o indivíduo em gestação. Com o aborto legalizado, num primeiro momento, caberá aos pais fazer ou não a escolha do “filho perfeito”. Mas é claro que alguém terá a ideia de indagar se é justo com a sociedade trazer ao mundo pessoas que darão despesas ao estado. E, sim, dar à luz indivíduos perfeitos pode virar uma política oficial.
Os nazistas, por óbvio, vão dar um risinho. Lá no inferno.

sábado, 31 de outubro de 2015

Fascistas de esquerda, feminázis e feticidas promovem passeata; um grupo de úteros-secos tenta me intimidar na Paulista. Respondi! (RA)

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Eis que, na noite desta sexta, estava eu a conversar com um amigo num bar da Avenida Paulista sobre tarefas de trabalho que temos na semana que vem quando vejo um grupo avançando. Era uma passeata.
Encontrávamo-nos num dos pontos do calçadão da Paulista, ao ar livre. Havia gente batendo bumbo. Mau sinal. Havia mascarados. Sinal pior ainda. Havia umas moças com os peitos à mostra. Pensei: “Bom sinal!!!”. Gosto de peitos à mostra. Mas logo vi que eram peitos que pretendiam ser socos na cara… Péssimo sinal!!!
A certa distância, divisei uma faixa que dizia qualquer coisa sobre a independência do útero. Outra, ao lado, protestava contra Eduardo Cunha. Também havia estandartes do PT, do PSOL, do PSTU, da CUT… “Melhor entrar.” Peguei a minha caipirinha e fui pra dentro.
Mas sabem como é… Essas senhoras burguesas, de todos os sexos, se cansam, não? Dá vontade de tomar um drinque, de comer alguma coisinha… Um grupo entrou no bar. Não é boteco de três merréis…
Àquela altura, eu já tinha percebido que a passeata era contra Eduardo Cunha, em favor do aborto, contra os evangélicos, a favor da diversidade sexual, contra o conservadorismo, contra o golpe (eles chamam “golpe” a destituição legal de Dilma) etc. E já tinha percebido também que, dados todos os inimigos, o principal mesmo era o feto. As feminázis, inclusive as feminázis barbudas, eram contra o feto, este monstro!!!
Ah, sim: encerrando a passeata, duas bandeiras da… Autoridade Palestina. Ora vejam: já que se vai protestar contra Cunha, contra o machismo, contra os evangélicos, em favor do aborto e da tal diversidade, por que não dar um cacete em Israel? Aí o pacote fica completo.
Estratégia petista
Antes que avance na narrativa, a questão de fundo: tudo isso se chama “PT”. Eu estou passando uma informação. O establishment petista convenceu os seus satélites de esquerda que existe uma onda conservadora no país. E que é preciso ocupar as ruas.
Não dá para sair em defesa de Dilma e do partido. Então é preciso revigorar as causas laterais. Na quinta, quem ressurgiu foi o Movimento Passe Livre. Nesta sexta, foi a vez do feminismo. Na semana que vem, provavelmente, serão os racialistas… E assim vai.
Volto ao ponto
Eu estava quieto, no meu canto, tomando a minha caipirinha. Eis que entra um grupo de mulheres (originalmente, eram, até onde pude perceber) na faixa dos 50, acompanhadas de um gay — ele queria me beijar!!! — de uns 20 e poucos, barbudo. Ficou visível que elas tentavam ensinar o rapaz a ser um forte, e ele tentava ensinar a suas amigas a ser sensível. Uma troca linda!
Olham pra mim, e uma delas diz: “Gente como ele, e me indicou com o olhar e as sobrancelhas, deveria ser proibida de entrar um bar”.
Entenderam?
As feticidas não querem gente como eu no bar.
As feticidas não querem no bar quem não pense o que elas pensam.
As feticidas acham que os espaços públicos devem ser ocupados apenas pelos seus iguais.
Bem, fiz o óbvio. Sentei-me à mesa do grupo e perguntei o que eles tinham contra a democracia. Aí a menina barbuda me disse: “No bar, você pode ficar (ah, obrigado, moça!), mas não na nossa mesa”.
Respondi: “É que eu havia entendido que vocês são contra a minha presença aqui”.
Conheço pela fedentina ideológica. Eram petistas — tanto que logo abandonaram a passeata, né? — disfarçadas de militantes libertárias. Eu lhes disse o óbvio:
“Por que vocês não perseguem quem, ao menos, pode correr? O feto nem pode correr! Que covardia!”
Aí uma das senhoras — o grupo, note-se, era composto só dos sem-companhia — disse à outra: “Não responda! Não responda!”. Bem, quem respondia ali à agressão era eu. Elas é que haviam me atacado.
Uma delas — aquela há mais tempo amargando a solidão forçada, o rancor, a amargura — resolveu aplaudir, como se eu quisesse plateia. Mas eu já tenho. Era eu ali quem dava uma esmola de atenção àqueles úteros secos, marcados pelo deserto, pela falta de opção, pelo triunfo da morte sobre toda coisa viva.
Tinha o que fazer. Eu me despedi dos petistas assim: “Agora eu vou trabalhar porque não tenho partido para pagar as minhas contas”.
A moça barbuda me mandou um beijinho, como se isso me ofendesse. Há bichas que ainda acham que esse tipo de coisa incomoda.
Essa gente triste, seca, obrigada a sair em bando de iguais que se repelem, durante a noite, para se livrar de suas misérias íntimas, causa-me pena, não rancor. Imaginem que miserável deve ser chegar à própria casa sem ninguém com que conversar, olhar-se no espelho e pensar: “Será que existe alguma passeata amanhã?”. Há solidões virtuosas, claro. Mas ali não era o caso. Eram todas tão tristes! Quase me comovi.
O que importa neste post, do ponto de vista político, é isto aqui: o PT chegou à conclusão de que não tem como se defender com sua própria cara e resolveu apelar a movimentos de ditas minorias para denunciar uma suposta onda conservadora.
As mobilizadas desta sexta foram as de útero seco e as que útero nunca terão.
PS – Sério: quase deixo pra lá. Uma delas se parecia muito com minha mãe, com a diferença de que vi que ela não tem para quem rezar.
Não é apenas o seu útero que é seco — o que explica o ódio aos fetos. Ela também é seca de afetos.