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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

TARA AUTORITÁRIA DOS PETRALHAS ESQUERDOPATAS COMUNISTAS, OS CANALHAS QUEREM CONTROLAR TUDO!!..OU:"Haddad quer impedir motorista de táxi de debater com o passageiro política, futebol e religião"(RA)


Só mesmo a tara autoritária esquerdopata, que tem a ambição de regular o que dizer, o que pensar e a quem querer, poderia ousar impor a censura dentro dos táxis. São mais de 30 mil na cidade de São Paulo. Acho que o prefeito pretende que os taxistas não comentem com os passageiros o seu notável legado.



Está com vontade de discutir matemática pura, leitor? Filosofia? Engenharia genética? Então o seu lugar é o táxi. Especialmente depois que o prefeito Fernando Haddad resolveu rasgar a Constituição e instituir a censura. Já chego lá. Os motoristas de táxi de São Paulo terão de fazer um curso de oito horas. E o dito-cujo tem uma grade curricular obrigatória. É preciso passar por ela pra obter o Condutax.
Numa sociedade que caminha, felizmente, para a descontração — o que não quer dizer, obviamente, dispensar trajes mais solenes para ocasiões igualmente solenes —, parece que os taxistas estão condenados a ser a nossa reserva de rigor. Já chego lá. Quero voltar à Constituição.
O Item VI do curso está assim redigido:
“Evitar polêmicas ou situações que provoquem estresse no passageiro em virtude de:
a: paixões esportivas;
b: convicções partidárias;
c: fé e cultos religiosos;
d: opções de comportamento pessoal;
e: não tratar de problemas particulares nem da categoria.  
Entenderam? Haddad quer suspender para o motorista de táxi os direitos assegurados pelo Inciso IV do Artigo 5º da Constituição — “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato” — e o Parágrafo 2º do Artigo 220: “É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”.
Quer dizer que acabou de entrar num táxi e debater política com o motorista? Ficarão eles proibidos de passar pela buraqueira da cidade e dizer: “Esse prefeito só se preocupa com bicicleta; olhem como está isso!”. Não mais poderão se orgulhar de seus filhos (“problemas pessoais”). Se o meu Corinthians vencer o Palmeiras do condutor do bólido, não posso fazer uma piada — ou, vá lá, ele comigo, na hipótese de vitória do Verdão?
Motoristas não mais poderão pendurar um santinho ou um rosário no carro porque, sabem como é?, isso poderia ofender os cultores de outra fé e os ateus militantes.
Nesta segunda, um motorista de táxi chamado Jorge me levou da Avenida Paulista até a Editora Abril. Quando entrei no carro, ele estava ouvindo o programa “Os Pingos nos Is”, que ancoro na Jovem Pan. Era a reapresentação, que vai ao ar a partir das 20h. Ele também atestou que o programa é um sucesso, mas disse que já houve passageiros petistas que pediram para que ele desligasse o rádio, irritados com o que ouviam. Ok. É do jogo. Negociação.
Há, sim, no tal curso orientação de bom senso, como evitar cheiros desagradáveis de suor, cigarro e perfumes muito marcantes. Faz sentido. Mas há tolices autoritárias, como proibir um motorista de usar “camisas com estampas”…
Mas só mesmo a tara esquerdopata, que tem a ambição de regular o que dizer, o que pensar e a quem querer — como numa antiga canção —, poderia ousar impor a censura dentro dos táxis. São mais de 30 mil na cidade de São Paulo. Acho que o prefeito pretende que os taxistas não comentem com os passageiros o seu notável legado.
A Prefeitura pode, sim, impor normas para o exercício de determinadas profissões — até essa ridicularia de proibir camisa estampada. Mas, obviamente, não tem poder para regular a conversa entre indivíduos. Aí e a Constituição que não deixa. Uma coisa é impor um código de conduta e até de vestimenta para determinada profissão. Outra, muito distinta, é querer cassar garantias constitucionais.
Parece uma coisa menor? Não! Não é! A Prefeitura que, amiúde, tem condescendido com baderneiros quer meter o nariz numa conversa entre indivíduos? Ora, Haddad! Vá procurar serviço.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Os dez mandamentos do populismo ( Enrique Krauze)



O populismo na América Latina adotou um amálgama desconcertante de posições ideológicas. Esquerdas e direitas poderiam reivindicar a paternidade do populismo, todas ao conjuro da palavra mágica "povo". Populista quintessencial foi o general Juan Domingo Perón, que havia atestado diretamente a ascensão do fascismo italiano e admirava Mussolini a ponto de querer "erigir-lhe um monumento em cada esquina". Populista pós-moderno é Hugo Chávez, que venera Fidel Castro a ponto de tentar converter a Venezuela numa colônia experimental do "novo socialismo". Os extremos se tocam, são cara e coroa de um mesmo fenômeno político cuja caracterização não se deve tentar, contudo, pela via de seu conteúdo ideológico, mas sim de seu funcionamento. Proponho dez traços.

1 - O populismo exalta o líder carismático. Não há populismo sem a figura do homem providencial que resolverá os problemas do povo. "A entrega ao carisma do profeta, do caudilho na guerra ou do grande demagogo - recorda Max Weber - não ocorre porque a mande o costume ou a norma legal, mas porque os homens crêem nele."

- O populista não só usa e abusa da palavra: ele se apropria dela. A palavra é o veículo específico de seu carisma. O populista se sente o intérprete supremo da verdade geral e também a agência de notícias do povo. Fala com o povo de modo constante, incita suas paixões, "ilumina o caminho", e faz isso sem restrições nem intermediários. Weber assinala que o caudilhismo político surge primeiro nas cidades-Estado do Mediterrâneo na figura do "demagogo". Aristóteles sustenta que a demagogia é a causa principal das "revoluções nas democracias", e ercebe uma convergência entre o poder militar e o poder da retórica que parece uma prefiguração de Perón e Chávez: "Nos tempos antigos, quando o demagogo era também general, a democracia se transformava em tirania." Mais tarde desenvolveu-se a habilidade retórica e chegou a hora dos demagogos puros: "Agora os que dirigem o povo são os que sabem falar." Há 25 séculos essa distorção da verdade pública se desenvolvia na Ágora real; no século 20 ela o fez
na Ágora virtual das ondas sonoras e visuais: de Mussolini (e Goebbels), Perón aprendeu a importância política do rádio para hipnotizar as massas. E Chávez superou o mentor Fidel ao usar até o paroxismo a oratória televisiva.

3 - O populismo fabrica a verdade. Os populistas levam às últimas conseqüências o provérbio latino: "Vox populi, vox Dei." Mas como Deus não se manifesta todos os dias e o povo não tem uma única voz, o governo "popular" interpreta a voz do povo, eleva essa versão à condição de verdade oficial, e sonha com decretar a verdade única. Os populistas abominam a liberdade de expressão. Confundem a crítica com inimizade militante, por isso buscam desprestigiá-la, controlá-la, silenciá-la. Na Argentina peronista, os jornais oficiais - incluindo um órgão nazista - contavam com generosos privilégios, mas a imprensa livre esteve a um passo de desaparecer. A situação venezuelana, com a "lei da mordaça" pendendo como uma espada sobre a liberdade de expressão, aponta no mesmo sentido; terminará por esmagá-la.

4 - O populista usa de modo discricionário os recursos públicos. Não tem paciência com as sutilezas da economia e das finanças. O erário é seu patrimônio privado, que ele pode usar para enriquecer-se ou para embarcar em projetos que considere importantes ou gloriosos sem levar em conta os custos. O populista tem uma concepção mágica da economia: para ele, todo gasto é investimento. A ignorância ou incompreensão dos governos populistas em matéria econômica se traduziu em desastres descomunais dos quais os países levam décadas para se recuperar.

5 - O populista divide diretamente a riqueza. O que não é criticável em si (sobretudo em países pobres, onde há argumentos extremamente sérios para dividir, de fato, uma parte da receita, à margem das dispendiosas burocracias estatais e prevenindo efeitos inflacionários), mas o populista não divide de graça: focaliza sua ajuda e a cobra em obediência. "Vocês têm o dever de pedir!", exclamava Evita a seus beneficiários. Criou-se assim uma idéia fictícia da realidade econômica e entronizou-se uma mentalidade assistencialista. No fim, quem pagava a conta? Não a própria Evita (que cobrou seus serviços com juros e resguardou na Suíça suas contas multimilionárias), mas sim as reservas acumuladas em décadas, os próprios operários com suas doações "voluntárias" e, sobretudo, a posteridade endividada, devorada pela inflação. Quanto à Venezuela, até as estatísticas oficiais admitem que a pobreza aumentou, mas a improdutividade do assistencialismo só será sentida no futuro, quando os preços dispararem e o regime levar às últimas conseqüências seu propósito ditatorial.

6 - O populista alimenta o ódio de classes. "As revoluções nas democracias são causadas sobretudo pela intemperança dos demagogos", explica Aristóteles. O conteúdo dessa intemperança foi o ódio contra os ricos: "Algumas vezes por sua política de denúncias... e outras atacando-os como classe, (os demagogos) incitam contra eles o povo." Os populistas latino-americanos correspondem à definição clássica, com uma nuance: fustigam "os ricos", mas atraem os "empresários patrióticos" que apóiam o seu regime. O populista não busca, necessariamente, abolir o mercado: sujeita seus agentes e os manipula a seu favor.

- O populista mobiliza permanentemente os grupos sociais. O populismo apela, organiza, inflama as massas. A praça pública é o teatro onde comparece "Sua Majestade, o Povo" para demonstrar sua força e escutar as inventivas contra "os maus" de dentro e de fora. "O povo", claro, não é a soma de vontades individuais expressas em um voto e representadas por um Parlamento; nem sequer a encarnação da "vontade geral" de Rousseau, mas uma massa seletiva e vociferante que caracterizou outro clássico, Marx - não Karl, mas Groucho: "O poder para os que gritam 'O poder para o povo!'"

- O populismo fustiga sistematicamente o "inimigo externo". Imune à crítica e alérgico à autocrítica, precisando apontar bodes expiatórios para os fracassos, o regime populista (mais nacionalista que patriótico) precisa desviar a atenção interna para o adversário de fora. A Argentina peronista reavivou as velhas (e explicáveis) paixões antiamericanas que ferviam na
América Latina desde a guerra de 1898, mas Fidel converteu essa paixão na essência de seu triste regime, definido pelo que odeia, não pelo que ama, aspira ou consegue. E Chávez levou sua retórica antiamericana a expressões de baixeza que até seu mentor Fidel (talvez) consideraria de mau gosto. Ao mesmo tempo, faz representar nas ruas de Caracas simulacros de defesa contra uma invasão que só existe em sua imaginação, mas em que um setor importante da população venezuelana (contrária, em geral, ao modelo cubano) acaba acreditando.

- O populismo despreza a ordem legal. Há na cultura política ibero-americana um apego atávico à "lei natural" e uma desconfiança das leis feitas pelo homem. Por isso, uma vez no poder (como Chávez), o caudilho tende a se apoderar do Congresso e induzir a "justiça direta" ("popular", "bolivariana"), arremedo de uma Fuenteovejuna - a obra teatral de Lope de Veja sobre abuso de poder e justiça - que, para os efeitos práticos, é a justiça que o próprio líder decreta. Hoje, o Congresso e o Judiciário são um apêndice de Chávez, como na Argentina o eram de Perón e Evita, que suprimiram a imunidade parlamentar e depuraram, segundo a sua conveniência, o Poder Judiciário.

10 - O populismo mina, domina e, em último recurso, domestica ou cancela as instituições da democracia liberal. Ele abomina os limites a seu poder, considera-os aristocráticos, oligárquicos, contrários à "vontade popular". No limite de sua carreira, Evita buscou sua candidatura à vice-presidência.
Perón se negou a apoiá-la. Se houvesse sobrevivido, seria impensável imaginá-la tramando a derrubada do marido? Não por acaso, em seus tempos aziagos de atriz radiofônica representara Catarina, a Grande. Quanto a Chávez, ele declarou que seu horizonte mínimo é o ano 2020.
Por que renasce de tempos em tempos a erva daninha do populismo na América Latina? As razões são diversas e complexas, mas aponto duas. Em primeiro lugar, porque suas raízes se fundem em uma noção mais antiga de "soberania popular" que os neo-escolásticos do século 16 e 17 propagaram nos domínios espanhóis, que teve uma influência decisiva nas guerras de independência de Buenos Aires ao México. O populismo tem, além disso, uma natureza perversamente "moderada" ou "provisória": não termina sendo plenamente ditatorial nem totalitário; por isso alimenta sem cessar a enganosa ilusão de um futuro melhor, mascara os desastres que provoca, posterga o exame objetivo de seus atos, amansa a crítica, adultera a verdade, adormece, corrompe e degrada o espírito público. Desde os gregos até o século 21, passando pelo aterrador século 20, a lição é clara: o efeito inevitável da demagogia é subverter a democracia.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Gilmar Mendes: "Existe um projeto de bolivarização do STF" (o antagonista)

Gilmar Mendes, entrevistado pela Jovem Pan, pulverizou o STF:
“Existe um projeto de bolivarização da Corte. Assim como se opera em outros ramos do estado, também se pretende fazer isso no tribunal e, infelizmente, ontem tivemos mostras disso”.
Ele denunciou também as artimanhas dos ministros governistas para salvar Dilma Rousseff:
“Vamos fazer artificialismos jurídicos para tentar salvar, colocar um balão de oxigênio em quem já tem morte cerebral”.
Gilmar Mendes é o homem mais valoroso do Brasil.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Muito mais perigosos do que as pessoas acreditam (LEANDRO RUSCHEL)


Qualquer pessoa com um QI acima de 80 consegue entender:
1) A esquerda latino-americana odeia a democracia, mais até que a esquerda em geral. Melhor colocando, ela chama de democracia quando o poder está nas suas mãos e de ditadura e (ou) golpe quanto não está.
2) As próprias eleições para eles são democráticas apenas quando através do populismo barato conseguem distribuir riqueza criada por outros para comprar votos e apoios. Assim que o dinheiro acaba junto com a popularidade, as eleições passam a ser roubadas ou taxadas de "golpe".
3) Quem estuda um pouquinho sobre a ideologia marxista sabe que eles tratam o Estado de Direito como algo "burguês", um instrumento de "opressão" das classes menos favorecidas. Logo, ele não deve ser respeitado, apenas utilizado para o único fim: a revolução, a tomada do poder absoluto. Por isso um mandato de segurança do PCdoB no STF para garantir a legalidade do impeachment é uma piada de mau gosto.
4) Eles realmente acreditam na tal revolução. Essa crença funciona como uma ferramenta psicológica importante. Quem está lutando pela "paraíso na terra" está perdoado por qualquer crime que venha a ser praticado. Isso explica a morte de mais de 100 milhões de seres humanos, as torturas, prisões, fome e sofrimento criado por essa ideologia na história. No Brasil, explica para os incautos porque os mensaleiros são tratados como heróis. Na cabeça de um marxista faz todo o sentido.
5) O "paraíso na terra" dos comunistas é uma miragem que nunca será alcançada porque os seus pressupostos são equivocados, contrários a natureza humana e também contrários aos mecanismos de criação de riqueza. Economistas, filósofos e pensadores de todo tipo já provaram isso. E mais importante, a realidade já provou isso, pois todas as experiências comunistas fracassaram.
6) Apesar do fracasso a ideologia resiste porque a sua promessa é muito atraente, tanto para quem a faz, pois garante poder quanto para quem a recebe, pois sonha com o almoço grátis e também com a justificativa para o seu fracasso pessoal. É reconfortante acreditar que sou um fracassado por culpa de alguém e não pela minha própria mediocridade.
7) O último ciclo comunista na América Latina começou em 1990, com a formação do Foro de São Paulo. O lema do grupo era: "recuperar na AL o que foi perdido no Leste Europeu". De fato o PT, PCdoB, PSOL no Brasil e outros partidos comunistas, mais ou menos agressivos, têm o mesmo objetivo: tomar o poder para fazer a revolução.
8) O país onde o projeto teve mais "êxito" foi a Venezuela. A prova é que economicamente e politicamente o país está destruído, apesar de ter as maiores reservas de petróleo do planeta. Não há mais liberdade individual, não há nem mais o que comer. Um partido controla as Forças Armadas, o Judiciário, o Legislativo, a imprensa e o sistema financeiro.
9) Muitos comemoraram a vitória eleitoral da oposição na Venezuela na semana retrasada como o marco da virada, da libertação no país. Alguns dias depois Maduro, o tiranete, já anunciou a criação de um soviete com 600 integrantes que passará a ter o poder de fato. Essa é a maior prova que a "aceitação" dos resultados eleitorais com vitória da oposição fizeram parte de uma jogada para evitar a pressão sobre o país, especialmente no momento em que o novo presidente argentino ameaçava pedir a retirada do país do Mercosul e que o maior aliado da Venezuela, a esquerda brasileira, está sob ameaça de um processo de impeachment da presidente petista.
10) A prova que a esquerda brasileira tem os mesmos objetivos do regime venezuelano é o seu apoio absoluto ao regime. Mais que isso, tanto Chávez como Lula já colocaram em entrevistas a união deles no âmbito do Foro de São Paulo para criar a revolução bolivariana e a ela dar suporte. Os governos de Lula e Dilma repassaram bilhões ao país através de empréstimos sujos do BNDES, como já foi provado pela Lava-jato.
11) Por tudo isso, é um erro crasso acreditar em "calendário eleitoral" ou qualquer outra solução "institucional" para o projeto totalitário da esquerda para o Brasil. Eles aparelharam as instituições, não completamente, é verdade, mas talvez o suficiente para evitar a limpeza necessária e a reconstrução do país. Se o Brasil ainda não virou completamente uma Venezuela, não é porque o PT não quis, mas porque não conseguiu colocar em prática o plano em toda a sua extensão.
12) Eles farão de tudo para permanecer no poder, mesmo que isso represente a destruição completa do país.
Por tudo isso é que ganha importância o impeachment, a cassação de chapa ou qualquer outra iniciativa que tire o quanto antes essa quadrilha no poder.
Não acreditem na via eleitoral, pois ela significa um grande risco.
Além disso, a simples retirada da petista da cadeira presidencial não significa uma vitória definitiva, mas pode ser um passo importante.
O que precisa ser feito vai muito além da saída da presidência. O PT, PSOL e PCdoB precisam ter os seus registros cassados, assim como todos os partidos aliados e outras figuras que participaram do maior caso de corrupção da história humana, artífices também de um projeto de poder totalitário.
Os seus aparelhos nas diversas esferas da administração pública precisam ser desmontados.
Precisamos apertar o botão de RESET e reconstruir o país sem a presença dos bandidos que o destruíram.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Perversões – Socialismo e pedofilia (João Cesar de Melo)

dilma lula brasil mudando
O termo perversão é mais utilizado para se qualificar comportamentos sexuais resultantes de distúrbios psicológicos. A pedofilia, por exemplo, é vista e tratada como perversão por ser um comportamento contrário ao senso comum de moralidade e por provocar profundos traumas físicos e emocionais em suas vítimas.
A motivação dos pedófilos é a satisfação pessoal. Satisfazem-se explorando crianças. Contam historinhas lindas, oferecem presentes e em seguida cometem as maiores aberrações. É isso o que lhes dá prazer.
Socialistas também são movidos pela satisfação pessoal. Também contam historinhas lindas, oferecem presentes e em seguida sugam tudo o que pessoas e empresas produzem. Apesar do discurso coletivista, o que todo socialista quer é dar vazão à sua inveja, à sua incapacidade de aceitar que pessoas possam enriquecer trabalhando livremente. Socialistas se incomodam com a riqueza, não com a pobreza. A destruição da riqueza é o que dá prazer a um socialista.
Pedofilia é uma perversão sexual.
Socialismo é uma perversão ideológica.
O engajamento socialista deve ser visto como perversão porque ignora completamente os prejuízos que suas ideias e procedimentos causam à sociedade. O militante socialista se enxerga como uma pessoa boa. O pedófilo também.
Certa vez, vi uma entrevista com um sujeito acusado de pertencer a uma rede de pedofilia. Entre lágrimas, ele se dizia injustiçado: “As pessoas não compreendem nosso amor pelas crianças”. Os socialistas também se dizem injustiçados quando são acusados de destruir a economia dos países que governam.
Enquanto a perversão sexual é um assunto privado com consequências privadas, a perversão ideológica envolve toda a sociedade. A perversão ideológica de algumas pessoas consegue manipular as massas. Consegue subverter a democracia para que ela se torne a arma da minoria contra a maioria. Muitos artistas pervertidos ideologicamente utilizam-se da fama para fazer com que as massas acreditem que o socialismo é maravilhoso. A ditadura cubana é uma ditadura do bem. O regime bolivariano também. O PT representa o progresso − mas seria muito melhor se fosse com o PSOL.
A perversão sexual e a perversão ideológica se equivalem na distorção da realidade.
Do ponto de vista do pedófilo, o trauma de uma criança que sofre abuso sexual é resultado de uma construção social que impende que ela compreenda o quanto o pedófilo lhe fez bem. Crianças que reclamam dos abusos que sofrem deveriam agradecer por tê-los sofrido.
Do ponto de vista do socialista, a insatisfação de uma sociedade arruinada pelas políticas econômicas socialistas é resultado da manipulação das elites que impede que seja compreendido que, na verdade, foram feitos muitos progressos − “Pessoas perdem empregos, empresas fecham as portas… Mas os programas sociais continuam!”. As populações que reclamam dos problemas econômicos causados pelos regimes socialistas deveriam agradecer por sofrer com esses problemas.
A perversão ideológica que molda o posicionamento do pequeno grupo de pessoas que defende Dilma Youssef acredita que um governo socialista não precisa funcionar, não precisa ser honesto, não precisa ser eficiente, não precisa ser responsável no uso do dinheiro público. Para essas pessoas, um governo socialista só precisa existir. Existir em toda plenitude socialista, ou seja: Repetindo sistematicamente os erros de outros governos socialistas.
Na última sexta-feira, veio a público mais um escândalo de corrupção do PT. A empresa que o governo criou para tornar o país autossuficiente em produtos de transfusão de sangue serviu, na verdade, para se desviar dinheiro público. O ex-diretor da Hemobrás, Mozart Sales, foi um dos criadores do programa Mais Médicos, aquele que trouxe escravos cubanos para resolver os problemas da saúde pública brasileira.
Ao se ver prestes a ser preso na operação realizada pela Policia Federal, um dos diretores da empresa jogou maços de dinheiro pela janela de seu apartamento. A tentativa de se livrar do flagrante foi devidamente filmada. Todos os envolvidos no caso são ligados diretamente ao PT. Pelo levantamento da PF, foram desviados centenas de milhões de reais e a empresa, obviamente, não cumpri seu papel.
Ontem, a Operação Lava Jato revelou mais um esquema de corrupção, este, envolvendo a encomenda de navios-sonda da Petrobrás. Bilhões desperdiçados. Dezenas de milhões desviados para os cofres do Partido dos Trabalhadores segundo o testemunho do operador do esquema, não por acaso, amigo pessoal de Lula e que, durante seu governo, tinha livre acesso ao Palácio do Planalto.
Dois escândalos em menos de uma semana, mas… e daí? Em que medida isso altera o posicionamento das pessoas que defendem Dilma? Em nada. A perversão ideológica faz seus hospedeiros enxergarem os fatos da seguinte maneira: Dilma representa o PT e o PT representa o socialismo no poder, portanto, é inocente de quaisquer acusações.
Quando dizem que “não adianta a Dilma sair porque não tem uma pessoa melhor para substituí-la”, querem dizer que “não tem ninguém da extrema-esquerda para substituí-la”.
Enquanto aconteciam as manifestações pró-impeachment no último domingo, os blogs e as páginas da internet que apoiam o PT dedicavam-se a desmoralizar as pessoas que foram às ruas. Li, numa dessas páginas: “As pessoas deveriam ser gratas ao PT pelo que ele fez pelo Brasil”.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

O PT, definitivamente, é o Partido do Terror (FMB)

Escândalos:
– Juíza solicita a Dilma Rouseff todos os documentos relativos às MPs de 2009 (Lula) e 2013, suspeitas de terem sido vendidas pelo governo do PT. Zelotes neles!
– Receita Federal sugere quebra de sigilo fiscal e bancário de empresas de filho do Lula (Luis Claudio) e restaurante de filha de Gilberto Carvalho. Tremei!
– Golpe do PT de repatriação de dinheiro não declarado (com anistia de enrolados na Lava Jato) foi retirado da pauta na Câmara. Gol do Brasil.
– Lauro Jardim: “João Vaccari Neto tem andado indócil e irritado na prisão. Tem preocupado os petistas.” Recado dado: ou me soltam, ou entrego vocês.
– Polícia Federal apura se há relação entre mensalão e petrolão. Mais especificamente, segundo oEstadão, entre o empréstimo de R$ 12 milhões feito pelo Banco Schahin em 2004 para o pecuarista José Carlos Bumlai e a dívida de R$ 60 milhões da campanha de Lula de 2006 com o Grupo Schahin.
Marcos Valério disse em 2012 que a Schahin seria recompensada com contratos da Petrobras pelo empréstimo dado a Bumlai num episódio de chantagem contra o PT. Bumlai teria atuado na compra do silêncio do empresário Ronan, que ameaçava implicar Lula, Gilberto Carvalho e José Dirceu no caso do assassinato do prefeito Celso Daniel, em 2002.
A PF encontrou um contrato de R$ 6 milhões da empresa de Valério envolvendo uma empresa de Ronan. Esse teria sido o preço do silêncio do empresário.
Segundo os novos delatores Eduardo Musa e Fernando “Baiano” Soares, um contrato de US$ 1,6 bilhão da Petrobras foi dirigido em 2011 para a Schahin, com intermediação de Bumlai e Baiano, como forma de compensar o grupo pela dívida eleitoral.
O PT sabe como usar o Estado brasileiro para compensar aqueles que ajudam a varrer sua sujeira para debaixo do tapete.
Terror:
– Senado aprovou, por 34 votos a 18, texto-base do projeto que tipifica terrorismo, contra a vontade do PT, que legitima o terrorismo dos “movimentos sociais”.
– Este blog antecipou em 1º de julho a defesa do terror por petistas e linhas auxiliares quando identificou o tópico no debate da redução da maioridade penal.
– Num dia, Sibá Machado ameaça manifestantes: “Vamos pro pau com vocês agora!” Noutro, militante do MTST os espeta com pau. Sibá será cassado? Responderá por incitação à violência?
MBL sentado
– O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) pediu segurança aos manifestantes no Congresso.
– Depois, Caiado publicou um ótimo texto no Facebook, que reproduzo abaixo:
“Quando Lula falou em convocar ‘exército de Stédile’, era no sentido figurativo.
Quando Mauro Iasi falou ‘fuzilar a direita’, era delírio de um radical que nada tinha a ver com o governo do PT.
Ontem (terça, 27), o líder do PT na Câmara Sibá Machado falou aos manifestantes pró-impeachment de Dilma que ia “colocar essa gente para correr”.
Hoje (quarta, 28), uma horda do MTST invadiu o acampamento dos garotos em frente ao Congresso, hostilizou e agrediu os manifestantes.
Um perfeito exemplo de coletivo bolivariano nos moldes da Venezuela.
Visitei os garotos que me relataram o episódio de violência, incitação ao ódio e ao tumulto.
Militantes foram na intenção de gerar o conflito e desmobilizar o movimento – estratégia fracassada diante da maturidade e frieza com a qual os garotos lidaram com a questão.
Me pronunciei no Senado a respeito pedindo mais segurança ao presidente do Congresso e que fosse reforçado o efetivo com a Polícia Militar.
Se essa demonstração não é incitação ao ódio, se isso não é um ataque direto à democracia, se isso não é um atentado às instituições brasileiras, onde vamos parar?
Vai precisar morrer alguém para ver que essa gente já há muito se configura como uma milícia política que acredita estar acima da lei?”
Ou será que já morreu?

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

PETRALHAS TOTALITÁRIOS. OU:"O Stalin mineiro"(oantagonista)

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Fernando Pimentel mandou apagar todos os dados do portal oficial Agência Minas, postados durante os governos do PSDB e PP. Notícias, gráficos, fotos, vídeos, áudios -- tudo foi deletado, como se não tivesse havido governo estadual de 2003 a 2014.
Se pudesse, Fernando Pimentel cancelaria parte da sua própria história. Mas isso está fora do alcance do Stalin mineiro.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Wadih Damous,OAB PETRALHA BOLIVARIANA. OU:"Daqui a pouco, todos nós vamos estar na cadeia" (

Resultado de imagem para Wadih Damous
Bateu o desespero em Lula.
Lauro Jardim conta que ele está articulando freneticamente para substituir José Eduardo Cardozo por Wadih Damous no Ministério da Justiça.
Quando José Dirceu foi preso, Wadih Damous declarou:
"Daqui a pouco, todos nós vamos estar na cadeia. Somos todos governados por uma república fascista do Paraná. O que aconteceu com o companheiro José Dirceu foi uma excrescência. Sou solidário a ele. Mas é mais que isso. É ser solidário ao Estado democrático de direito".
Wadih Damous tinha razão: daqui a pouco, todos eles estarão na cadeia.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

STF BOLIVARIANO E SEUS "MILIXOS". OU:"Toffoli prepara-se para dar um golpe no TSE" (oantagonista)

Na semana passada, Dias Toffoli, presidente do TSE, pediu a Dilma Rousseff que se manifestasse sobre a eventual indicação do ministro Gilmar Mendes para a relatoria da ação de impugnação do seu mandato eleitoral, movida pelo PSDB. Mais um absurdo ululante na selva petista.
Como selva é selva, e nela não há limites para os absurdos ululantes, Dilma Rousseff respondeu que preferia como relator o ministro Luiz Fux. Por quê? Porque Luiz Fux quer unir todas as ações de impugnação numa só (há quatro no total) e cortar as pernas de todas elas, como se fossem farinha do mesmo saco, embora a do PSDB tenha as premissas mais consistentes.
Diligentemente, Dias Toffoli prepara-se para ungir Luiz Fux relator e, assim, livrar Dilma Rousseff de ter o mandato cassado pelo TSE por fraude na campanha e abuso do poder econômico e político -- tudo fartamente documentado.
Ministro Toffoli, o nome disso é golpe.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

PROXIMIDADES VENEZUELANAS ( Maria Lucia Victor Barbosa)

Quem pensa que o PT acabou está muito enganado. Quem subestima o inimigo perde a guerra. E não é impróprio usar o termo inimigo para classificar o partido que arruinou a economia, corrompeu as instituições, falsificou dados financeiros, mentiu aos eleitores, aniquilou valores e fez a opção pelo atraso que se evidencia na quebradeira da indústria, no descalabro da Saúde, na ruina da educação, na trava do comércio internacional com países que trariam vantagens e progresso ao País.
O mal foi entronizado pelos eleitores e está disseminado, empesteando a máquina administrativa com incompetentes que se agarram aos cargos com unhas e dentes. E o mal se avantajou e se fortificou pela inexistência de oposições, notadamente do PSDB sempre pronto a apoiar o PT, além da idolatria tucana por Lula da Silva.
Em outra vertente, na tentativa de recompor a fracassada experiência soviética e a derrocada do comunismo no mundo foi constituído o Foro de São Paulo, que congrega organizações de esquerda e dá diretrizes para a América Latina onde o atraso e a desigualdade social é terreno propício para as pregações de ditadorezinhos travestidos de socialistas, mas que vivem como nababos usufruindo das delicias do capitalismo.
Para exemplificar o caminho traçado pelo Foro de São Paulo tomemos a Venezuela ainda sob o comando de Hugo Chávez, outro que destruiu seu país e que mesmo morto continua a governar através de seu genérico, Nicolás Maduro. Chávez primeiro tentou um golpe. Não deu certo. Em outra etapa logrou se eleger. Posteriormente dominou o Legislativo, o Judiciário e as Forças Armadas. A partir daí fez uma constituição á sua imagem e semelhança e governou despoticamente até morrer, chamando-se de democrata.
Voltemos ao Brasil. No mensalão ficou evidente como é fácil comprar o Legislativo. E não só com dinheiro se adquire uma base para o PT chamar de sua. Cargos também servem. Rousseff tentou agora salvar-se do impeachment com sua desastrada reforma ministerial.
O Judiciário surpreendeu com o ministro Joaquim Barbosa, que logrou por na cadeia figurões do PT e pessoas endinheiradas. Outro destaque foi o juiz Sérgio Moro que desbaratou o cartel de empreiteiros e desmascarou diretores da Petrobras que recolhiam propinas para irrigar campanhas, notadamente as do PT. Eles foram presos e condenados pelo juiz.
Moro, porém, teve suas asas cortadas quando o Ministro do STF, Teori Zavascki, decidiu que ele só poderia atuar no âmbito da Petrobras, em que pese as mesmas quadrilhas agirem em outras entidades estatais.
No momento, as delações premiadas apontam para os crimes de várias autoridades do Executivo e do Legislativo, além Lula da Silva e sua família, mas parece haver só um grande corrupto da República: o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Só ele tem contas na Suíça. Só ele recebeu propina. Destaque na imprensa que devassa suas contas e documentos ele está sob ataque seletivo do Procurador-Geral da República. O PSDB pede seu afastamento. Deputados valentes pedem sua cassação e já se falou até em prisão.
Por que só ele? Porque o presidente da Câmara é quem abre o processo de impeachment. E ele o fez. Contudo, os ministros Teori Zavascki e Rosa Weber, a pedido de fiéis emissários do PT, muito oportunamente concederam três liminares que suspenderam as regras de tramitação determinadas por Cunha e Rosa Weber, em “juridiquês”, impediu através de uma dessas liminares que o presidente da Câmara retomasse o rito do impeachment.  Com isto o governo ganhou um tempo precioso para acabar com Eduardo Cunha. Sem ele cessa o perigo do impeachment, pois não se pode esperar nada da chamada oposição. Terá, então, havido uma ingerência entre Poderes? Um fato muito grave como o é um rompimento institucional?
Outro acontecimento dá o que pensar: Os comandantes das Forças Armadas tiveram seus poderes subtraídos e passados para o Ministro da Defesa. Isso foi feito por um decreto, cuja iniciativa partiu de uma senhora que é secretária geral do ministério da Defesa e que vem a ser mulher do segundo na hierarquia do MST.  O atual ministro é o comunista Aldo Rebelo. Dizem que quando precisam de alguém muito incompetente o chamam.
Em recente declaração à Folha de S. Paulo, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, disse ver risco de a atual crise virar uma “crise social” que afetaria a estabilidade do País. Segundo o general isso diria respeito ás Forças Armadas e cita a Constituição mostrando que as FFAA “destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos Poderes constitucionais e, por inciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”, sob autoridade presidencial. Fiquei na dúvida se o general se preocupa em defender o povo ou a autoridade presidencial, em caso de crise social.
Com tanto poder o PT pode salvar Rousseff. Ela continuaria até fim do mandato ensacando vento e conduzindo o País ao agravamento da crise econômica, cujas dimensões dão medo aquilatar

ARTIGO: A Venezuela é aqui também (Felipe González)

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O ex-primeiro-ministro espanhol Felipe González, que trabalha na defesa do opositor venezuelano Leopoldo López, condenado a quase dez anos de prisão, disse que, na Venezuela, “o Poder Executivo arrasou o Poder Judiciário, submetendo-o à sua vontade”.
O ex-petista Hélio Bicudo, que apresentou mais um pedido de impeachment de Dilma Rousseff dias após três liminares do Supremo Tribunal Federal alterarem as regras de tramitação para abertura do processo na Câmara, disse que, no Brasil, “o PT tomou conta do Judiciário. É o PT que está decidindo o que acontece no STF. Quem foi que colocou esses ministros no tribunal? Foi o PT. Eles não irão julgar nada contra o PT”.
Em março, o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, já acusava González de apoiar um golpe de Estado junto ao eixo “Bogotá-Madrid-Miami” numa “guerra psicológica” contra a revolução bolivariana.
Nos últimos dias, após oferecer a Eduardo Cunha 5 ministros do STF e 7 membros do Conselho de Ética para salvá-lo de uma denúncia criminal e da cassação de seu mandato em troca de ser salva do impeachment, Dilma acusou os opositores de “golpismo escancarado”, chamando-os de “moralistas sem moral” e sem “reputação ilibada” para “atacar a minha honra”; enquanto seu padrinho político Lula preferiu intimidar Bicudo enviando uma carta a seu filho petista:
“Nos últimos anos, tenho recebido em silêncio os sucessivos ataques do doutor Hélio Bicudo, pontuados de rancor. Eu até pensei em tomar medidas judiciais a propósito dessas injúrias. Mas não o farei em atenção a você e a seus familiares. Eu e seu pai somos cristãos e ele tem consciência de que Deus sabe que ele está mentindo”, escreveu Lula.
Deus sabe, na verdade, que a única diferença entre o aparelhamento dos Poderes Judiciários venezuelano e brasileiro pode ser medida apenas pelo grau de ousadia a que já chegaram suas decisões concretas. Enquanto lá já se condenam opositores políticos inocentes sem maior cerimônia, no Brasil, por enquanto, apenas se libertam os “companheiros” presos, como Alexandrino Alencar, e se aceleram as investigações contra governistas dissidentes como Eduardo Cunha.
Mas a Venezuela é aqui também, Felipe González.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

STF BOLIVARIANO E SEUS MILIXOS PETRALHAS. OU : "Teori Zavascki, do STF, ajuda o PT três vezes na mesma semana"(FMB)

O ministro Teori ‘Da Conspiração’ Zavascki, do STF, que fatiou a Lava Jato e eximiu Lula de dizer a verdade em depoimento à operação, ajudou o PT mais três vezes nesta agitada semana de outubro e já pode pedir música ao Fantástico.
Eis o resumo dos serviços prestados.
1) Terça-feira (13):
Concedeu liminar ao deputado lulista não eleito Wadih Damous (PT-RJ), impedindo a manobra regimental que poderia levar o pedido de impeachment de Dilma Rousseff ao plenário da Câmara, caso o presidente da Casa, Eduardo Cunha, o rejeitasse.
2) Quinta-feira (15):
Autorizou à noite, com uma sede de justiça impressionante, a abertura do novo inquérito contra Eduardo Cunha por causa das contas secretas que mantinha na Suíça, tendo recebido o pedido de investigação encaminhado por Rodrigo Janot apenas poucas horas antes, à tarde.
3) Sexta-feira (16):
Mandou soltar Alexandrino Alencar, o homem acusado de distribuir a propina da Odebrecht e pagar as contas do “caixeiro-viajante” Lula, seu companheiro de lobby no exterior.
Parabéns, Teori.
Vai ganhar do PT o prêmio de ‘funcionário do mês’.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

MILIXOS DO STF BOLIVARIANO.OU:"Rosa Weber trava impeachment e faz do Brasil uma Venezuela. Golpe do STF é bolivariano mesmo!" (FMB)

Rosa
Começaram as pedaladas jurídicas
Rosa Weber foi além de Teori Zavascki.
A ministra concedeu “medida liminar para determinar à autoridade coadora [Eduardo Cunha] que se abstenha de analisar qualquer denúncia de crime de responsabilidade contra a Presidente da República até o julgamento do mérito deste mandado de segurança”.
“Não há como desconsiderar, pelo menos em juízo precário de delibação, a controvérsia como um todo, nos moldes em que posta no mandamus (mandado de segurança), a ferir tema de inegável relevância e envergadura constitucional, pertinente à definição das regras sobre o processo e o julgamento de Presidente da República por crime de responsabilidade”, diz Weber.
Não há como desconsiderar que a ministra do STF atropela o Legislativo para salvar Dilma Rousseff.
Dilma havia acusado a oposição de promover “um golpe à paraguaia”, o que despertou até uma crise diplomática com o Paraguai, cujas autoridades a recriminaram por contestar o cumprimento da lei na deposição de seu aliado Fernando Lugo.
Com os ministros que disse ter no STF, Dilma deu então um golpe bolivariano mesmo, como se faz na Venezuela de Hugo Chávez e Nicolás Maduro.
Bienvenidos a Caracas, brasileños.