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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

As origens da judeofobia (RC)

Why the Jews
A morte suspeita do promotor argentino Alberto Nisman reacende o debate sobre o antissemitismo, ou a judeofobia, termo preferido por alguns. Afinal, o caso que ele denunciava envolvia o Irã e o maior atentado terrorista já realizado na América Latina, em 1994, tendo como alvo os judeus. Por que o povo judeu é perseguido há tantos séculos? Por que de tempos em tempos os judeus são atacados com tanto furor?
Na tentativa de responder essas questões, Dennis Prager e Joseph Telushkin escreveram um excelente livro que recomendo a todos. Trata-se de Why the Jews?, em que os autores procuram explicar a razão do antissemitismo milenar. Para tanto, refutam tentativas modernas de explicar o fenômeno, que negam o fator intrínseco ao judaísmo e partem para motivos exógenos, alegando causas sem ligação com a própria religião.
Para eles, as teses de bodes expiatórios não se sustentam, pois o ódio aos judeus é singular. Outros grupos já foram alvos desse ódio, mas nenhum foi tão permanente, universal e profundo como o antissemitismo. Pensamos no Holocausto mais recente, e também a mais nefasta expressão desse ódio, mas ele está longe de ser um caso isolado. Ao menos em três ocasiões nos últimos 350 anos surgiram campanhas de aniquilação dos judeus: os massacres no Leste Europeu em 1648-49, o próprio nazismo e as tentativas de destruir o estado de Israel por seus inimigos árabes.
Os acadêmicos buscam respostas nos fatores econômicos, na necessidade de bodes expiatórios, no ódio étnico, na xenofobia, no ressentimento gerado pela afluência e sucesso profissional dos judeus, etc. O único fator que não usam para explicar o fenômeno é o próprio judaísmo e o que ele representa. Causas econômicas, como na Alemanha, podem explicar o fermento do ódio, mas não as câmaras de gás. A inveja do sucesso de muitos judeus pode jogar lenha na fogueira, mas não explica o ódio a todos os judeus, inclusive aos pobres, perseguidos em várias épocas e locais.
Para os autores do livro, essas tentativas de retirar o judaísmo da judeofobia são um equívoco. O ódio aos judeus, segundo eles, existe por que são judeus e pelo que isso representa. Quando judeus se tornavam cristãos, obrigados ou não, deixavam de ser atacados. À exceção do nazismo, que tentou eliminar todos os judeus com base na origem genética, os demais casos perseguiam os judeus enquanto permaneciam judeus, mas não se importavam com convertidos.
Os judeus afirmam que existe apenas um Deus para toda a humanidade, o que implica ilegitimidade para todas as demais crenças; acreditam que são o “povo escolhido”, o que costuma despertar ressentimento; e defendem o monoteísmo ético, ou seja, fazem demandas morais que historicamente sempre foram motivo para tensões com outros povos. Para os autores, não é possível negar tais fatores na origem da judeofobia.
Além disso, os judeus foram sempre bem educados, pois sua religião sempre foi disseminada pela palavra, e enquanto o clero católico gozava de privilégios e os crentes eram, em boa parte, analfabetos, os judeus apresentavam as maiores taxas de alfabetização. Suas famílias, até por suas crenças, mostraram-se historicamente mais estáveis. A solidariedade entre eles sempre foi maior do que a média. Tudo isso ajudou a produzir uma qualidade de vida melhor entre os judeus, mas provocou hostilidade e inveja em muitos povos.
Ou seja, os autores vão buscar na origem do judaísmo e no que ele representava as causas da judeofobia. Ao representar uma ameaça aos valores principais e às crenças alheias, os judeus despertaram um ódio universal e profundo. Os quatro componentes básicos do judaísmo – Deus, Torah, Israel e o povo escolhido – desafiaram os deuses, as leis e as culturas de povos não-judeus.
Um fator básico da judeofobia seria, portanto, a rebelião contra esse monoteísmo ético, aqueles mandamentos que proíbem vários atos e impõem uma autoridade moral suprema. Em sociedades e culturas mais relativistas e permissivas, essa sombra moral pode ser insuportável. Ao obedecer aos mandamentos supremos, os judeus também poderiam entrar em conflito com certas leis estatais consideradas injustas. Os romanos, por exemplo, não admitiam que um padrão externo ao seu governo fosse adotado como métrica para a conduta.
Qualquer grupo agindo de forma diferente da maioria já pode ser alvo de hostilidade. O fato de que os judeus raramente eram “fracassos sociais”, e sim o contrário, ou seja, sua singularidade costumava resultar em mais estabilidade e progresso, fez com que tal hostilidade apenas aumentasse. Suas práticas provocaram antipatia nos demais. Em geral, os judeus apresentam taxas menores de alcoolismo ou uso de drogas e agressão às esposas, níveis mais altos de educação, sucesso profissional, solidariedade comunitária forte (tzedaka, caridade em hebraico, significa também justiça e é uma obrigação, um dever de todo judeu) e menos crimes violentos.
Todo crente se julga um “escolhido”, e esse fator do judaísmo não precisaria despertar tanto rancor nos demais, não fosse esse sucesso relativo dessa minoria diferente. É análogo ao que ocorre com os americanos no mundo moderno. Sua visão de “farol da liberdade” e líder dos países democráticos desenvolvidos gera revolta em muitos, especialmente por que os Estados Unidos são mesmo isso. Graças a eles a Europa foi salva do fascismo, do nazismo e do comunismo, por exemplo. Os americanos são diferenciados como nação, e isso produziu resultados melhores, o que costuma ser insuportável para muitos.
Não é por acaso que o antissemitismo, muitas vezes disfarçado de anti-sionismo, costuma ser pregado pelos mesmos que adoram atacar os Estados Unidos. Não tem nada a ver com se julgar um povo ou uma nação superior, como os arianos nazistas, e sim abraçar uma crença, um código moral e um comportamento vistos como moralmente superiores, e ter o respaldo dos fatos depois. Não é algo inato, genético, pois qualquer um pode endossar as mesmas leis morais. E não se trata de um privilégio arrogante, e sim de um fardo imposto. Muito mais fácil é repetir, com os relativistas, que todos são iguais independentemente dos seus atos e que não existe nada melhor ou pior no mundo, uma defesa lamentável do que há de pior por aí.
Em resumo, ao se diferenciar como povo e adotar uma postura de “escolhido” que segue um mandamento moral superior de seu Deus, o único existente, os judeus já estariam sujeitos à hostilidade dos demais. Quando essa singularidade se traduz em maior sucesso social, parece natural que a inveja, presente nos seres humanos de forma atávica, floresça e leve até mesmo ao ódio. Não é apenas o sucesso em si, pois, preservando a analogia com o antiamericanismo, outros países são ricos também, mas poucos estão dispostos a lutar com tanto afinco por seus valores diferenciados e defendê-los com clareza moral. É essa postura que tanto incomoda. Não a do fanático intransigente que, no fundo, é um inseguro e precisa destruir os outros; mas sim aquela de quem sabe lutar pelo que é certo.
O livro segue relatando os diferentes tipos de antissemitismo e todas as evidências históricas. Foca no antissemitismo cristão, especialmente no passado, até porque foi insuportável que uma seita religiosa nascida dos judeus não tivesse deles aprovação, pois o judeu Jesus não fora aceito pelo povo judeu como Deus em pessoa. Fala do antissemitismo islâmico, do secular no Iluminismo, do esquerdista, do nazista e do moderno, disfarçado de anti-sionismo, como se os judeus não fossem o alvo, mas somente sua nação Israel. Termina com algumas sugestões do que pode ser feito para mitigar tal antissemitismo no mundo.
Como a resenha já se alongou demais, vou parar por aqui. Mas insisto na recomendação da leitura para quem se interessa pelo assunto. E todos deveriam se interessar, pois o antissemitismo nunca fica limitado aos judeus. Começa com eles, pelos motivos listados acima, mas justamente por representar um ataque a esse monoteísmo ético por parte de relativistas e invejosos, costuma terminar com um ódio mais generalizado a tudo que a civilização representa, contra tudo o que significa um desafio moral mais elevado.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

CHEGA DE PROFESSORES CANALHAS DOUTRINADORES. Ou:"COLÉGIO DO RIO DE JANEIRO EXPULSA PROFESSOR ANTISSEMITA QUE DOUTRINAVA OS ALUNOS ESTIMULANDO O ÓDIO A ISRAEL E AO POVO JUDEU. AGORA EU QUERO A FOTOGRAFIA DESSE CRIMINOSO"(AA/RA)

Prezados leitores. Transcrevo como segue após este prólogo post doblog do jornalista Reinaldo Azevedo. Noticia um fato e dá detalhes, inclusive com a ilustração abaixo como podem ver, da expulsão de professor antissemita de colégio no Rio de Janeiro, por promover a lavagem cerebral dos jovens estudantes, destilando, como se pode ver, toda a sua idiotia antissemita. Pelo que se apresenta, o dito cujo cometeu um crime de racismo. Ou não? Mas se é com judeus não tem problema, né? 

Este blog tem milhares de leitores em todo o Brasil e um contingente expressivo de cariocas que me honram com a sua leitura, que me seguem no Facebook e no Twitter. 

De repente alguém, por alguma razão, pode ter a foto desse semovente vestido de professor, desse criminoso vagabundo, desse desgraçado lazarento que provavelmente exulta os carrascos de dois jornalistas recentemente degolados pelo terror islâmico, esse mesmo terror que atenta contra o povo judeu desde os tempos bíblicos.

Quem tiver a foto desse psicopata, por favor, me envie pelo Twitter ou Facebook. O Reinaldo não publicou a foto, como deixou claro, porque não a tinha no momento, mas que possui todos os meios de obtê-la. Em parte tem razão de assim proceder.

Todavia eu quero a foto desse desgraçado para execrá-la publicamente. Sim, porque não é só este semovente a exercitar o antissemitismo em sala de aula. Sabe-se que as escolas e universidades estão dominadas por esbirros do PT, do PSB e da Rede de Marina Silva e seus sequazes, enfim, por esquerdistas de todos o matizes ideológicos que vão do verde ecochato ao vermelhão do PT e seus satélites. Sabe-se também que o PSOL, um antro de psicoptas e histéricos, já protagonizou, por meio de um de seus asseclas, a queima da bandeira de Israel, está muito presente no Rio de Janeiro. 

Eu quero as fotos desses vagabundos para mostrar, principalmente, para os pais dos alunos das escolas e universidades brasileiras, locus por excelência do ativismo político esquerdista. E todo esquerdista é antissemita.

Ainda bem que um Colégio dos mais tradicionais não se acovardou ante a patrulha de psicoptas e histéricos que normalmente tem acolhida generosa por seus pares infiltrados dentro das redações da grande mídia brasileira, com exceção da Grupo Abril, que edita entre outros títulos, a revista Veja. O resto está coalhado dessa gentalha depravada, viciada em entorpecentes, vadia, mentirosa que baba a baba rançosa e pútrida do anti-semtismo e que tenta em vão se esconder por meio de matérias e artigos que pretendem ouvir o tal "outro lado". Entretanto, este blog aqui tem lado e jamais ouvirá o outro lado quando este tal outro lado ser o lado dos psicopatas, como também jamais publicará textos de criminosos, como faz a Folha de São Paulo, que abre espaço para um invasor de propriedade privada. São todos criminosos. O leitor incauto podem enganar, menos a mim, velho de guerra com mais de 40 anos de jornalismo. Eles não me enganam e os execrarei sem a menor cerimônia aqui no blog. 

Vale a pena ler o post de Reinaldo Azevedo sobre o ocorrido nesse colégio do Rio de janeiro. Felizmente temos o Reinaldo que honra a nossa profissão e mais alguns poucos colegas que em várias oportunidades tenho destacado. E, quando se chega nessa situação de destacar alguns poucos jornalistas brasileiros tem-se a prova de algo vai mal, muito mal. Os psicopatas liderados pelo PT estão sendo bem sucedidos na nefasta de guerra de posição, estratégia ditada pela cartilha de uma peste comunista italiana; e avançam nas escolas, universidades, jornais, revistas, rádios e televisões. 

Transcrevo o post de Reinaldo Azevedo:

O colégio Andrews é um dos mais tradicionais — no melhor sentido da palavra (existirá um ruim?) do Rio de Janeiro. Está com a família Flexa Ribeiro há 100 anos, desde a sua fundação. Nesta quarta, o inacreditável aconteceu. Um professor de geografia (!) do oitavo ano — a antiga sétima série, e isso quer dizer que estamos falando de alunos de 13 anos! — aplicou uma prova em que se podia ler esta questão:
Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Vemos, como vocês podem notar, o desenho de um soldado nazista humilhando um judeu. Ao lado, um soldado israelense humilha um palestino. Bastava a imagem para constatar que, para o professor, as duas situações são equivalentes — o que já é de uma notável delinquência intelectual. Observem: isso não é matéria de opinião, mas matéria de fato. Comparar os territórios palestinos a campos de concentração é coisa de vagabundos morais. Não consta, para ser raso, que os judeus tivessem mísseis à sua disposição em Auschwitz ou em Treblinka.
O “mestre”, no entanto, achou que o desenho não era suficiente e, para não deixar a menor dúvida sobre o que pretendia, escreveu em letras garrafais: “Chegaram invadindo, tomando terras, assassinando… Quem será pior? Nazistas ou judeus”. Destaque-se que o senhor professor não tomou nem mesmo cuidado de escrever “israelenses”, que é uma nacionalidade. Ele escolheu a palavra “judeus”, que é uma etnia, equiparando-os a nazistas — que é uma escolha política —, que tinham como pressuposto o extermínio de… judeus.
Trata-se de uma assertiva obviamente criminosa, do mais escancarado antissemitismo. Talvez ele próprio não se dê conta do crime porque o ataque ao Estado de Israel é apenas uma das expressões do esquerdismo mais rasteiro. Boa parte dos idiotas que repetem ladainhas contra o país nem sabe do que fala.
O professor não quer, é evidente, que o aluno expresse “uma” opinião, mas que dê a “sua” — do professor! — opinião. Vejam a questão: “Conforme é sabido, os judeus foram perseguidos por Hitler. Atualmente, um determinado povo é tido como vítima dos israelenses, tendo de viver em assentamentos controlados por Israel.
a) explique o que é sionismo e a diáspora;
b) que povo mais sofre os impactos da ação de Israel?
c) qual a importância do território no conflito entre judeus e esse povo que mais sofre os impactos acima?”
Imagino o que esse sujeito andou a dizer a estudantes de 13 anos! Pra começo de conversa, os “assentamentos” não são controlados por Israel. Isso é só mais uma mentira escandalosa. Os judeus não foram apenas “perseguidos” — empreendeu-se uma ação de extermínio de um povo. O estúpido deve ignorar que a organização que mais matou palestinos até hoje foi o Exército da… Jordânia, que é árabe, no chamado “Setembro Negro”. Yasser Arafat chegou a falar em 20 mil mortos. Dá-se de barato que foram pelo menos 10 mil.
Os parabéns
Falei há pouco com Pedro Flexa Ribeiro, diretor-geral do Andrews. Ele me informa que o professor foi demitido nesta manhã. E eu parabenizo a escola não porque tenha demitido um professor favorável aos palestinos e crítico de Israel, mas porque ele não ministrava aulas. Fazia é proselitismo mixuruca, criminoso.
Pedro Flexa Ribeiro é inequívoco: “Trata-se de um episódio lamentável! A gente não se reconhece nisso. É indefensável, insustentável! A questão, de saída, foi anulada, e estamos estudando a possibilidade de anular toda a prova”. No site da escola há um pedido formal de desculpas.
É assim que se faz! Escola não é partido político. Escola não é grupo de militância. Escola não é lugar para proselitismo ideológico. Escola não é seita.
Não sei o nome do professor e, confesso, nem procurei saber para ficar mais à vontade para escrever. Não seria difícil chegar a esse gigante. O que me interessa não é personalizar o debate e tentar provar que ele está errado. O ponto é outro.
Chegou a hora de dar um basta a essa partidarização das chamadas disciplinas da área de “humanas”. Livros didáticos, não raro, são mais boçais do que panfletos de partidos. Não duvido que, fôssemos chegar ao fundo das vinculações ideológicas desses monstros intelectuais, chegaríamos àqueles que acham que uma boa forma de manifestar o seu ponto de vista é sair quebrando tudo por aí.
Há uma enorme diferença entre formar alunos críticos, preparados para entender a complexidade do mundo, e querer transformá-los em militantes políticos. Muitos jovens leem este blog — eles comparecem às muitas dezenas aos lançamentos dos meus livros. Deixo aqui um recado, quase uma convocação: não aceitem passivamente a partidarização das aulas. Professor que se confunde com pregador é, de fato, um vigarista.
A prova, reitero, foi aplicada a alunos de 13 anos. Um deles fotografou a indignidade e, felizmente, o debate saiu dos muros do colégio. Ele é de interesse geral. Que as direções das outras escolas tenham a clareza e a coragem demonstrada pelo comando do Andrews nesse caso. E noto, para arremate dos males, que esses emissários da extrema esquerda — é o que são — disfarçados de professores de história e geografia quase nunca escolhem dar aula em escolas públicas. Buscam os melhores colégios particulares para que possam pregar luta de classes ou antissemitismo, mas com o salário de um bom burguês.
Pedro Flexa Ribeiro dignificou a sua função. O lugar desse professor é a rua. E o lugar de sua questão é a lata de lixo moral

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

ANTISSEMITAS DEPRAVADOS USAM A BIENAL PARA ATACAR ISRAEL E CONTAM COM O APOIO DOS JORNALISTAS BOÇAIS QUE DOMINAM A GRANDE MÍDIA (AA)


A 31º Bienal, um esgoto a céu aberto. 
Confesso que nessa passei batido. Mas o excelente blog do professor Luis Nazario não deixou passar em branco. Os ditos artista da 31º Bienal, decidiram lavrar um protesto e ameaçaram abandonar essa mostra de arte caso os organizadores aceitassem o apoio financeiro de Israel. Publico parte do artigo do professor Nazario com link para o texto completo no seu blog.

Claro que a decisão desses nazistas deve ter sido acolhida pela organização do evento, como foi acolhida de forma acrítica quando não de apoio, pelos jornalistas dos jornalões. 

Estive apenas uma vez na bienal, lá pelos idos dos anos 90 quando a ideologia do pensamento politicamente correto ainda não tinha dominado completamente a visão de mudo dos terráqueos. Fui apenas um vez e não pretendo nunca mais colocar os pés naquela pocilga de desvairados onde predomina o lixo estético com o nome de arte. 

Os artistas, na quase totalidade, em todas as áreas bem como a maioria dos jornalistas, como já disse aqui neste blog, compõem o que há de mais podre e nauseante na sociedade humana. São depravados, degenerados, maconheiros, mentirosos, vadios e militantes de primeira hora do esquerdismo delirante, sem falar que são antissemitas de carteirinha!

A Bienal é portanto a consumação estética dessa barbaridade, dessa conspiração desses psicopatas contra a civilização ocidental. Tanto é que nenhum desses semoventes useiros e vezeiros em assinar manifestos emite um pio sobre a decapitação de jornalistas pelos tarados islâmicos, bem como o assassinato de cristãos e massa que vem ocorrendo nas arábias. É claro que esse tipos deletérios comungam com a sanha assassina desses psicopatas que pretendem varrer Israel do mapa! E não perderam a oportunidade de reafirmar toda a sua boçalidade e estupidez ao refutar o apoio financeiro de Israel à Bienal. E repito: obtiveram a complacência da grande imprensa brasileira hoje o locus do nefasto controle desses vagabundos. Leiam o excelente artigo do professor Luiz Nazario, intitulado "Os boicotadores de Israel":

Politicamente, os 55 artistas que exigem da Fundação Bienal de São Paulo a retirada do apoio que Israel deu ao evento em sua 31ª edição, para a qual foram selecionados, estão mais atrasados que o Anão Diplomático, que já autorizou o retorno de seu embaixador a Tel-Aviv, após as tão “necessárias” consultas empreendidas durante o conflito provocado pelos terroristas do Hamas em Gaza.
Numa Carta Aberta à Fundação Bienal, eles escrevem que “ao aceitar esse financiamento [não especificado no texto], o nosso trabalho artístico exibido na exposição é prejudicado [sic] e, implicitamente, usado para legitimar agressões e violação do direito internacional e dos direitos humanos em curso em Israel [sic]“. Ou seja, o “dinheiro sujo” de Israel prejudica o trabalho e corrompe as boas intenções desses artistas puros…
Puros de alma como os “cristãos velhos de sangue limpo” e os “arianos de sangue puro”, eles recaem na noção mística primitiva aplicada aos judeus pela Inquisição e revivida pelo Nazismo, segundo a qual os judeus são os “contaminadores” do mundo.
Os artistas boicotadores de Israel seguem igualmente os métodos que os nazistas inauguraram em 1933 nos chamados Boicotes aos Judeus, com a diferença de que hoje essas práticas antipáticas da extrema-direita são redimensionadas para um movimento cool e pós-moderno: o Boicote ao Estado Judeu, também chamado de BDS (Boycotts, Divestment and Sanctions against Israel), articulado pelos militantes palestinos.
Como que dotados de um faro apurado de cães de caça, os artistas engajados no BDS detectaram que “a Fundação Bienal de São Paulo aceitou dinheiro do Estado de Israel” e apontaram seus dedos duros: “o logo do Consulado de Israel aparece no pavilhão da Bienal, em suas publicações e em seu website”. Oh!

Selecionados por uma Bienal que descobrem estar assim “contaminada pelo dinheiro de Israel”, os 55 artistas ingratos (incluindo eventuais judeus que desprezam seu povo) exigem agora, num ultimátum, que aquela Fundação “amiga de Israel” escolha: ou ela devolve o que recebeu de Israel, ou eles retiram suas obras da exposição. Como são importantes!

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

COMUNIDADE JUDAICA EMITE NOTA DE REPÚDIO AO PT, PCdoB e PSOL POR MANIFESTAÇÃO ANTISSEMITA QUE REALIZARAM EM SÃO PAULO(AA)


O ato liderado pelo PT e seus satélites comunistas foi considerado de cunho discriminatório e desonroso em relação à comunidade judaica
A CONFEDERAÇÃO ISRAELITA DO BRASIL (CONIB) e a FEDERAÇÃO ISRAELITA DO ESTADO DE SÃO PAULO (FISESP), fieis aos princípios pelos quais sempre lutaram, vem a público emitir nota de repúdio ao Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), ao Partido Comunista do Brasil (PC do B), e ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), em virtude de conduta caracterizada por manifestações de cunho discriminatório e desonroso em relação à comunidade judaica.
No último dia 19 de julho foi realizado, na cidade de São Paulo, ato para externar solidariedade árabes de Gaza, tendo por objetivo principal protestar contra o posicionamento do Estado de Israel nos recentes conflitos ocorridos no Oriente Médio. Com ampla divulgação pelos meios de comunicação, a manifestação contou com a participação, dentre outras entidades, dos partidos políticos acima indicados, os quais expuseram suas bandeiras em trios elétricos, nas mãos dos manifestantes, bem como emprestaram seus emblemas para a confecção de cartazes.
É certo que, em meio às manifestações, foi possível verificar, no aludido ato, inúmeras condutas tipicamente discriminatórias, que revelam um alto grau de antissemitismo, com o intuito nítido e incontestável de estabelecer discriminação e preconceito em relação aos judeus. A título ilustrativo, de se citar os numerosos cartazes ostentando uma equação representada com símbolos, que correspondem, em palavras, à expressão “Estrela de David = suástica”.
Como é sabido, a Estrela de David sempre foi utilizada para identificar os judeus. A despeito de estar contida na bandeira do Estado de Israel, ela, em si, como exposta nos cartazes contidos na manifestação, simboliza o judaísmo. A suástica, por outro lado, constitui símbolo representativo do nazismo, isto é, do partido nacional-socialista da Alemanha, responsável pelo extermínio de milhões de judeus e de milhares e milhares de não judeus que tal ideologia considerava indignos de viver, seja por motivos raciais, seja por suas posições políticas, seja por crenças religiosas, por orientação sexual, enfim, por serem considerados seres inferiores.
Os cartazes contendo tal equação, ao sugerirem que judeus comportam-se iguais a nazistas, geram não apenas um sentimento ofensivo à honra de todo e qualquer judeu, como também trazem à tona um episódio da história que ainda guarda profundas marcas nas comunidades judaicas. Em última instância, as figuras representadas nos cartazes servem apenas para incitar, na sociedade brasileira, o ódio, o preconceito e a discriminação em relação aos judeus, provocando um acirramento dos ânimos entre brasileiros que sempre conviveram em paz em nosso país.
De se lembrar que, justamente pelo peso de seu significado histórico, o uso da suástica em símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda constitui, na legislação em vigor, crime apenado de 2 (dois) a 5 (cinco) anos de reclusão, por força do art. 20, § 1º, da Lei 7.716/89. Ressalte-se que não se tem a pretensão de coibir – ou mesmo diminuir – a liberdade de expressão, constitucionalmente assegurada, e de fundamental importância em um Estado Democrático de Direito que se preze. Partidos políticos mantêm – e é bom que assim seja – ideologias próprias, e são livres para defender e expor seus ideais pelos meios legítimos.
Contudo, não há como se possa aceitar que, a pretexto de respeitar a liberdade de expressão, esses mesmos partidos políticos sejam coniventes com práticas manifestamente preconceituosas e discriminatórias em atos populares aos quais prestam aberto apoio. Espera-se dos partidos políticos, entidades de monumental relevo para uma sólida democracia, uma conduta de integração da sociedade e respeito às diferentes culturas, e não de avalizadores de atos revestidos de pensamentos inquestionavelmente racistas.
A Confederação Israelita do Brasil e a Federação Israelita do Estado de São Paulo defendem e sempre defenderão o direito dos cidadãos a manifestações públicas pacíficas, ainda que contrárias aos interesses de qualquer Estado, incluído o Estado de Israel, pois isso faz parte da democracia. No entanto, estarão sempre vigilantes contra atos que, a pretexto de demonstrar solidariedade a países, grupos ou pessoas, em nada contribuem para a paz entre os povos, gerando, ao contrário, problemas graves no tocante ao relacionamento entre concidadãos, incitando sentimentos de ódio, de preconceito e de discriminação relativamente a um grupo determinado.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Humor nos tempos modernos.Ou:"Hamas recusa ajuda de políticos brasileiros: “Não usamos estrume como escudo”"(Joselito Muller)

Hamas recusou a ofertaO grupo terrorista Hamas falou, por meio de seu porta voz, a respeito da proposta de políticos brasileiros de servirem de escudo humano na Palestina.

A proposta, divulgada pela imprensa nacional e internacional na tarde de hoje foi feita por vários políticos de esquerda dos partidos PSOL, PC do B, PSTU e PCO.
Segundo membros de tais organizações, eles “declararam solenemente uma “jihad”(“guerra santa”) contra Israel, a quem classificaram como um “estado carniceiro nazista sionista imperialista racista segregacionista imperialista e de gente pão-dura”.
Em nota, o Hamas agradeceu, mas recusou a proposta, mediante afirmação de que “não é por nada, mas não usamos estrume como escudo. Se colocar esses bostas na linha de fogo, a comunidade internacional vai achar é bom”.
Decepcionado, o deputado Jean Wyllys declarou que “fiquei muito magoado e vou processar”.
Nossa equipe tentou fazer contato com a deputada Jandira Feghali, mas ela se encontrava em seu restaurante “O Kibe da Jandira” e não atendeu nossas ligações.

Humor nos tempos modernos.Ou:"Políticos de esquerda se oferecem como escudos humanos na Faixa de Gaza"(Joselito Muller)

Esquerdistas servirão de escudo humanoIndignados com o que chamaram de “genocídio” de Israel contra os palestinos na Faixa de Gaza, políticos de partidos de esquerda – PT, PCdoB, PSOL, PSTU e PCO – reuniram-se ontem em Brasília e declararam solenemente uma “jihad”(“guerra santa”) contra Israel, a quem classificaram como um “estado carniceiro nazista sionista imperialista racista segregacionista imperialista e de gente pão-dura”. – Segundo a declaração (“fatwa”) emitida após a reunião, os líderes das principais siglas esquerdistas do país decidiram unir forças com o Hamas, a quem chamaram de “amantes da paz e vítimas indefesas da máquina imperialista opressora”, oferecendo-se para ser escudos humanos em Gaza. O documento acusa Israel de “mirar intencionalmente em criancinhas por pura maldade e para provocar uma onda de indignação mundial contra si mesmo”. Por sugestão do PT, o documento finaliza com um desafio a Israel: “Anão diplomático é a mãe!”. – “É inadmissível o massacre brutal e genocida do povo palestino do Hamas pelas forças cruéis do judaísmo-sionismo-neoliberalismo-capitalismo”, bradou a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ). E acrescentou: “É um absurdo bombardear escolas e hospitais da ONU que estão sendo usados pelos bravos combatentes pacifistas do Hamas para estocar armas e lançar foguetes que, como todos sabemos, são usados apenas para fins pacíficos”. Afirmou que “nós, do partido do comunismo, de grandes benfeitores da humanidade como Marx, Lênin, Stálin, Mao Tsé-Tung e Kim Jong-Un, somos, acima de tudo, humanistas”. Feghali disse ainda que vai destinar 5% da renda diária de seu restaurante de luxo no Rio de Janeiro para ajudar a comprar mais armas para o Hamas. – Já o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) mostrou-se ainda mais indignado. “É preciso resistir a essa atitude homofóbica de Israel, com seus mísseis falocráticos”. Wyllys garantou que tem informações seguras de que os mísseis israelenses são projetados para matar apenas gays, lesbicas, travestis e transgêneros. “Li isso numa pesquisa do IPEA, está tudo lá”, assegurou. – Os políticos presentes ao evento garantiram: “Não somos antissemitas, somos apenas contra Israel, essa aberração. Todos sabem que os judeus criaram Israel como parte de um complô internacional pelo controle do mundo pelas multinacionais capitalistas, como está descrito naquele livro-texto do Hamas, Os Protocolos dos Sábios de Sião”, afirmou o presidenciável Zé Maria, do PSTU. – Quanto ao uso da população civil palestina como escudos humanos pelo Hamas, Jean Wyllys foi enfático: “É mentira! Isso não passa de uma teoria da conspiração. É coisa dos mesmos homofóbicos que derrubaram o avião da Malásia na Ucrânia porque levava mais de 100 cientistas holandeses que iam para um congresso sobre a AIDS, como escrevi no meu Facebook”. – Ao ser informado de que o Hamas e outros grupos fundamentalistas islâmicos não gostam muito de gays, Jean Wyllys declarou que precisa dar uma cagada e se escondeu no toilet.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

"A THANK YOU LETTER FROM HAMAS TO THE MEDIA" - TERROR DO HAMAS AGRADECE GRANDE MÍDIA PELO APOIO (AA)

O texto que segue é um artigo de opinião por Noah Beck, autor de Os Últimos israelenses, um romance apocalíptico sobre armas nucleares iranianas e outras questões geopolíticas no Oriente Médio. O artigo foi publicado originalmente no site Charisma News, onde pode ser lido no original em inglês e foi publicado no site Pletz traduzido para o português. Na verdade, é um libelo contra a idiotia politicamente correta açulada pelo jornalismo esquerdista antissemita, boçal e mentiroso, que domina a maioria dos veículos de comunicação. Qualquer idiota de turbante, qualquer terrorista assassino, é transformado em herói por essa malta de depravados que manipula o noticiário internacional contra Israel e o povo judeu. CLICK HERE TO READ THE ARTICLE IN ENGLISH
Por tudo isso, este artigo deve ser lido e espalhado pelas redes sociais. Leiam:
Uma foto que diz tudo e que a grande mídia escamoteia 
  1. Por focar muito mais sobre o nosso sofrimento do que de qualquer outra pessoa. Os africanos devem morrer em números muito maiores antes de virar notícia, por isso estamos contentes que vocês valorizam muti mais as nossas vidas.
  2. Por minimizar a sua cobertura (quando houve) dos nossos ataques que levaram a resposta militar de Israel e que geralmente fornecem informações tão pouco fora de contexto que acham que os israelenses matam palestinos apenas por diversão. Estamos especialmente gratos à mídia francesa por isso. As distorções do conflito são tão unilaterais que incitam os muçulmanos em toda a França a atacar judeus e sinagogas, e que é recebido por nossa visão de mundo anti-semita (embora, infelizmente, esses ataques lembram a todos o por que dos judeus precisarem de um Estado).
  3. Por enfatizar o nosso número de civis mortos, sem explicar que (1) os nossos relatórios de vítimas são precipitados e inflados, e (2) maximizar esse total usando palestinos que protegem as nossas armas e exortando-os a permanecer nas mesmas áreas que o Exército de Israel que em seu esforço irritante para minimizar nossas mortes de civis adverte os habitantes de Gaza para evacuar suas casas.
  4. Por nunca mencionar o fato de que nós poderíamos matar milhões de israelenses, afinal, o nosso estatudo oficial pede a destruição de Israel. Assim como os sequestradores do 11 de setembro fizeram a maior parte do serviço que eles tinham, mas teriam gostado de matar muito mais americanos (por exemplo, com a ajuda de armas de destruição maciça), nós também gostaríamos de matar muito mais israelenses. Na verdade, temos direcionado nossos mísseis de forma proposital para os reatores nuclear de Israel em várias ocasiões, com um único objetivo em mente. Felizmente, vocês nunca destacaram a nossa intenção genocida atrás de nossos ataques ao mencionar a resposta “desproporcional” de Israel.
  5. Por nunca terem nos chamado de Jihadistas, embora nós perseguimos os cristãos (como o ISIS, que obrigou os cristãos de Mosul a se converterem ao islamismo). A conversão forçada, expulsão ou morte de cristãos e outras minorias religiosas por islâmicos vem acontecendo há milênios, conforme documentadoneste livro, mas esse contexto histórico, felizmente, é ausente de seus relatos em nosso conflito com Israel.
  6. Por subestimar o quão ruim nós somos para os habitantes de Gaza, por não relatar, por exemplo, o nosso ataque à estação de energia israelense que fornece energia elétrica para mais de 70 mil moradores de Gaza. Felizmente, você também ignorou a forma como os israelenses colocaram seus trabalhadores em perigo para que eles pudessem restaurar a energia para Gaza enquanto nós lançávamos nossos mísseis em direção a eles.
  7. Por terem minimizado os relatórios sobre a nossa corrupção, riqueza injusta, ou grandes gastos em túneis para atacar Israel, enquanto os palestinos comuns ficam cada vez mais pobres.
  8. Por não relatar que para maximizar as mortes de palestinos nós do Hamas armazenamos nossos mísseis em uma escola da UNWRA, e quando a UNWRA descobre, eles apenas nos devolvem os nossos mísseis .
  9. Por desconsiderar os árabes que têm a coragem de nos criticar, como  Dr. Tawfik Hamid, um reformista islâmico que diz que culpa do sofrimento palestino é inteiramente nossa.
  10. Por ignorar a loucura humanitária de israelenses na prestação de assistência médica aos próprios terroristas que tentam matá-los.
  11. Por deixar de reconhecer a imensa contenção de Israel. Se tivéssemos lutado no regime de Assad na Síria, Gaza teria sido devastada pelas bombas, gás venenoso e outros ataques que são muito mais indiscriminados do que os ataques de Israel. E, claro, se a Síria nos matasse, você não se importaria.  Mas, felizmente, estamos lidando com Israel, um país que todo mundo adora odiar para que possamos contar com a sua cobertura útil aqui em Gaza.
  12. Por omitir como Israel escolheu sacrificar dezenas de soldados das FDI quando destruiu nossos túneis e armas em áreas densamente povoadas como Shejaiya, Sua omissão amigável de tais fatos cruciais nos lembra de como vocês maravilhosamente cobriram os fatos acontecidos em Jenin em 2002, quando novamente, vocês falsamente acusaram Israel de um massacre durante outra operação IDF para parar os ataques terroristas palestinos contra civis israelenses.
  13. Por não compartilhar com seus leitores o que dizemos abertamente em árabe: que nós vemos qualquer trégua apenas como uma oportunidade de se rearmar para a nossa próxima guerra contra Israel (como nosso porta-voz, Musheer Al Masri, recentemente declarou na TV).
  14. Por não ressaltar que Israel não pode fazer nada para fazer a paz com a gente (afinal, os israelenses terminaram sua ocupação de Gaza em 2005 e estamos crescendo desde então). É um exagero Israel usar seus controles de fronteira para limitar a nossa capacidade de se rearmar e reconstruir túneis para realizar ataque na fronteira, mas, com a sua ajuda, talvez no próximo cessar-fogo iremos remover o bloqueio de Israel, para que possamos mais facilmente reabastecer as nossas armas e restaurar nossos túneis para os nossos próximos ataques. E sim, estamos envergonhados de que os nossos irmãos muçulmanos e árabes no Egito também optaram pelo bloqueio por causa dos problemas que causei a eles.
  15. Por não lembrar aos leitores que as potências mundiais não são mais capazes de assegurar uma Gaza desmilitarizada da mesma forma que eles não são capazes de desarmar o Hezbollah no sul do Líbano.
  16. Sério, você foi incrível. Por favor, mantenha-se assim!
  17. Com amor, Hamas.
  18. P.S.: Muito obrigado também aos inúmeros manifestantes em todo o mundo que seguem sua liderança e nos faz parecer legítimo!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Humor nos tempos modernos.Ou:"Dilma oferece Acre para Palestinos “fazerem um país”"(JoselitoMuller)

Dilma quer doar o Acre para palestinosA presidente Dilma Rousseff voltou a falar sobre o conflito entre Israel e o Hamas na tarde de hoje.
Dilma disse que, “se for o caso, é melhor que judeus e palestinos fiquem longe um do outro. Igual como se faz na escola primária quando dois coleguinhas brigam. Se os palestinos quiserem, posso doar o estado do Acre para eles fazerem um país.”
Dilma garantiu que se a proposta for aceita, o Acre, na condição de país, já seria incluído no Mercosul.
Ela disse também que “enquanto eles se organizam, poderíamos incluí-los no Bolsa Família e no Minha Casa Minha Vida”.
Nossa Redação tentou fazer contato com representantes do Hamas, mas não foi possível, pois não conseguimos o celular de ninguém.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Hamas deve ser derrotado à moda antiga, a começar por exigência de rendição incondicional(FMB)

Pedi ao leitor Gabriel Marini que traduzisse este artigo de 28 de julho do colunista americano-israelense Zev Chafets, que está perfeitamente de acordo com a cobertura que venho fazendo neste blog do conflito no Oriente Médio. Ao lançar foguetes contra Israel de maneira deliberada, o Hamas unificou o povo israelense, a ponto de 86,5% aprovarem a atual operação em Gaza. Eles sabem que não há solução diplomática a tratar com terroristas que pregam o seu extermínio, como mostrei aqui. Agora é preciso vencê-los, lutando até o fim. Segue o texto traduzido, com a minha revisão. O título é o mesmo do post. (FMB)
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O jornal Jerusalém Post publicou na manhã de segunda-feira os resultados de uma pesquisa sobre os próximos passos de Israel. [No Globo,aqui.] Cerca de 10% do público disse que já bastava, e que era hora de um cessar-fogo. Outros 3% não tinham tanta certeza.
Entretanto, 86.5% dos israelenses judeus disseram que queriam continuar lutando.
Ninguém me perguntou, mas eu estou com a maioria.
Israel tentou duas vezes antes, em 2008 e 2012, pôr um fim à infiltração e ao disparo de mísseis por parte do Hamas através de ações militares limitadas. Ambos esses esforços terminaram com um cessar-fogo acompanhado por ameaças do governo de Israel ao Hamas, do tipo “não nos obriguem a voltar aqui novamente”.
Quando o Hamas abriu fogo, três semanas atrás, muitos israelenses esperavam que, desta vez, fosse diferente. Em vez disso, o primeiro-ministro Netanyahu e o seu gabinete adotaram um conjunto limitado de objetivos de guerra: destruir os túneis do Hamas que os levavam a Israel, enfraquecer sua estrutura de foguetes e melhorar as condições para o próximo cessar-fogo.
Desde então, Israel destruiu muitos túneis. Derrubou muitos mísseis e foguetes. E concordou com quatro ou cinco cessar-fogos. E, ainda assim, não conseguiu atingir nenhuma dessas finalidades limitadas. O Hamas continua atirando mísseis (nesta segunda matou seis em solo israelense), infiltrando unidades de comando via túneis supostamente destruídos (outro grupo foi interceptado na segunda), e violando cada um dos “cessar-fogos humanitários” (como fez na segunda). Em suma, o Hamas está lutando para valer. Ele vê esta guerra como uma guerra de verdade, uma batalha de vida ou morte.
Neste ponto, estou com o Hamas.
Esta é uma guerra de verdade. E o objetivo de uma guerra de verdade é a vitória.
O Hamas não será derrotado por meio da explosão de seus túneis. Se Israel bater em retirada após o próximo cessar-fogo temporário, eles construirão túneis melhores e mais profundos. O Hamas não será derrotado pelo esgotamento de seu arsenal de foguetes. Se Israel permitir que o Hamas permaneça de pé, ele conseguirá mais do Irã (que admite abertamente fornecê-los), ou os construirá com partes contrabandeadas. Se puder, preencherá esses novos foguetes com produtos químicos, o que tornará extremamente perigoso para Israel interceptá-los em áreas civis, que são os alvos do Hamas.
Não, o Hamas tem de ser derrotado à moda antiga. Isto começa com uma nova exigência – rendimento incondicional – e a disposição em fazer o que for necessário para atingi-lo.
As imagens televisivas terão impacto negativo na imagem de Israel? Depende de quem estiver assistindo. A esquerda europeia anti-Israel e os muçulmanos europeus anti-judeus ficarão indignados, mas isso eles já estão. Alguns rabinos liberais e celebridades judias, ruborizados, ecoarão Michel Corleone (“É minha família, Kay, não sou eu”). Editorialistas e colunistas menosprezarão a perda do “alto padrão moral “ de Israel. Experts que insistem que é ciência política indiscutível que o terror não pode ser derrotado militarmente recusar-se-ão a crer em seus próprios olhos.
Como eu sei isso? Eu já vi esse espetáculo antes.
Mas o universo televisivo é um lugar grande. Os governantes do Egito e da Arábia Saudita, que consideram o Hamas um inimigo terrorista, provavelmente apreciarão o show. Assim como os líderes de Rússia, China, Índia, Nigéria e outros países atualmente engajados em esforços para derrotar as insurreições fundamentalistas islâmicas.
Para Israel, os jihadistas são uma chave demográfica. Eles podem não gostar de ver Gaza em chamas e o Hamas derrotado, mas essas são cenas que concentrarão suas mentes. Os aiatolás iranianos, o Hezbollah, a Al Qaeda, as Crianças Assassinas do Califado do ISIL [da sigla em inglês para Estado Islâmico do Iraque e do Levante] e outros Saladinos dos tempos modernos aparecerão odiando Israel ainda mais do que eles odeiam agora? Talvez sim. Mas eles também terão uma visão mais realista do que eles podem fazer a respeito.
Como sempre, a audiência mais importante de todas está bem aqui, em casa. Com o passar dos anos, os israelenses ficaram habituados a um certo nível de violência do Hamas. Mísseis? Ah, eles nem matam tanta gente assim. Sequestros? Solte uns mil terroristas que você consegue o cara de volta. Substituir o Hamas? O que vier depois pode ser pior! Não podemos simplesmente fazer um acordo melhor desta vez, conseguir mais uns anos de relativa tranquilidade antes do próximo round?
A resposta é não. Não há acordo a ser feito com o Hamas, nem sucessor algum que Israel deva temer mais do que ele. Hamas é o diabo que Israel conhece e também o demônio que tem de matar. A quantidade de matança depende do quão rapidamente os hamasniks se renderão ou ⎯ aqui vai a possibilidade menos provável ⎯ da população em Gaza decidir que já sofreu o bastante e que é hora de se voltar contra eles.
Será que Bibi Netanyahu tem estômago para levar isso adiante? Será que ele quer? Eu não sei. Mas eu sei quem quer que ele tente – 86.5% do público judeu israelense.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

QUANDO O ESQUEMA MIDIÁTICO DO TERROR ISLÂMICO CONTRA ISRAEL COMANDA JORNALISMO GLOBAL. ENTENDA POR QUE OS PINÓQUIOS DO HAMAS FAZEM SUCESSO NO BRASIL.(AA)


O professor Luiz Nazario, da Universidade Federal de Minas Gerais, publicou em seu blog, uma matéria muito interessante que revela por inteiro como funciona a máquina de propaganda do terror islâmico contra Israel e o povo judeu, mais precisamente no que se refere à reação do Estado de Israel contra os terroristas do Hamas que dominam a Faixa de Gaza e sua população.
Trata-se de informação preciosa que é escamoteada pela grande mídia internacional  dominada pelos esquerdistas (todos antissemitas) sabujos do terrorismo islâmico. O que se lê na grande mídia no Brasil e em qualquer lugar do mundo corresponde aos interesses do terrorismo criminoso contra o Estado de Israel e o povo judeu. E quem faz isso é a maioria dos jornalistas militantes da causa do movimento comunista do século XXI em sua cruzada suicida contra a civilização ocidental. Inclui-se aí, como não poderia deixar de ser, o governo lazarento de Lula, Dilma e seus sequazes do PT.
Transcrevo a parte inicial do texto do professor Luiz Nazario que também foi publicado pelo site Pletz, com link ao final para leitura completa. Leiam que vale a pena, pois isto é uma informação fundamental para compreender porque Israel vence a guerra contra o terrorismo do Hamas e perde a batalha da opinião pública que é moldada pelos meios de comunicação, ou seja, pelas mentiras veiculadas pelos grandes jornais e redes de televisão. O título original do texto de Nazario, é: “Os pinóquios do Hamas fazem sucesso no Brasil”. Leiam:
O MEMRI [The Middle East Media Research Institut] traduziu do árabe para o francês (que verto aqui para o português) um documento de extremo interesse para quem acompanha o conflito entre o Estado de Israel e os terroristas do Hamas, que controlam o território de Gaza, fazendo do povo palestino uma vítima das conhecidas barbáries perpetradas pelo fundamentalismo islâmico travestido de “resistência”:
MENSAGEM PARA OS ATIVISTAS DO FACEBOOK NO SITE DO MINISTÉRIO DO INTERIOR DO HAMAS
EXCERTOS DAS DIRETRIZES DO DEPARTAMENTO:
- Toda pessoa morta ou caída como mártir deve ser chamada de “civil de Gaza ou Palestina”, antes de especificar o seu papel na Jihad ou posto militar. Não se esqueçam de sempre acrescentar as palavras “civis inocentes” ou “inocentes”, referindo-se às vítimas dos ataques de Israel em Gaza.
- Comecem [seus relatórios sobre] as ações de resistência pela expressão “em resposta ao cruel ataque israelense” e concluam com a frase: “essas numerosas pessoas são mártires desde que Israel lançou sua agressão contra Gaza.” Sempre se certifique de manter o princípio: “o papel da ocupação é atacar, e nós na Palestina estamos sempre no modo reativo.”
- Tenham cuidado para não espalhar boatos de porta-vozes israelenses, especialmente aquelas que afetam o front interno. Cuidado para não adotar a versão [dos acontecimentos] da ocupação. Vocês devem sempre emitir dúvidas [sobre a versão deles], refutá-la e considerá-la como falsa.
- Evitem postar fotos de ataques de foguetes sobre Israel a partir dos centros da cidade de Gaza. Isso [serviria] de pretexto para atacar áreas residenciais da faixa de Gaza. Não publiquem ou não partilhem fotografias ou clipes de vídeo mostrando locais de lançamento de foguetes ou [as forças] do movimento de resistência na faixa de Gaza.
- Para os administradores de páginas de informações no Facebook: não publiquem fotos de homens mascarados com armas pesadas em grande plano, para que sua página não seja fechada [pelo Facebook] sob o pretexto de incitamento à violência. Em suas informações, certifique-se de especificar: “os obuses localmente manufaturados usados pela resistência são uma resposta natural à ocupação israelense que deliberadamente dispara foguetes contra civis na Cisjordânia e em Gaza”…
- Além disso, o Ministério do Interior preparou uma série de sugestões destinadas aos ativistas palestinos que interagem com os ocidentais através das mídias sociais. O Ministério sublinha que essas conversas devem diferir das trocas com outros árabes:
- Quando vocês falam para o Ocidente, devem usar um discurso político, racional e convincente e evitar o palavreado emotivo choramingas da empatia emocional. Alguns ao redor do mundo estão dotados com uma consciência; vocês devem manter contato com eles e usá-los em benefício da Palestina. O papel deles é provocar vergonha pela ocupação e expor suas violações.
- Evitem entrar numa discussão política com um ocidental para convencê-lo de que o Holocausto é uma mentira e uma enganação; por outro lado, associe-o aos crimes de Israel contra civis palestinos.
- A narrativa da vida em comparação com a narrativa do sangue: [falando] para um amigo árabe, comecem com o número de mártires. [Mas falando] para um amigo ocidental, comecem com o número de mortos e feridos. Certifiquem-se de humanizar o sofrimento palestino. Tentem retratar o sofrimento dos civis em Gaza e na Cisjordânia durante as operações da ocupação e seus bombardeios de cidades e vilas.
- Não postem fotos dos comandantes militares. Não mencionem seus nomes em público, não louvem os sucessos deles nas conversas com amigos estrangeiros! [1]
A “Mensagem para os ativistas do Facebook” postada no site do Ministério do Interior do Hamas revela com clareza que esse grupo terrorista possui uma estratégia de propaganda digna de um Josef Goebbels, mesclada, contudo, a uma ingenuidade que chega a ser infantil (Goebbels jamais divulgava publicamente suas estratégias de propaganda), que a torna ainda mais fascinante para os que sofrem de esquerdismo, essa “doença infantil do comunismo” (nas famosas palavras de Marx) e que adotam a estratégia proposta pelos terroristas islâmicos mesmo sabendo tratar-se de mentiras puras, distorções da verdade e falsificação dos fatos.
Especialmente no Brasil a estratégia perversa do Hamas alcançou um alto índice de popularidade junto à população letrada, sendo adotada por toda a esquerda idiotizada pela ideologia (a “falsa consciência”, na célebre definição de Marx), pelas “mídias independentes” e muito frequentemente pelas mídias de consumo, e agora até pelo próprio governo. Numa nota divulgada a 23/07/2014, o Itamaraty fez um de seus pronunciamentos mais lamentáveis, igualmente digno de Josef Goebbel. 

terça-feira, 29 de julho de 2014

Você é contra trabalho infantil e morte de criancinha, mas defende o Hamas? Ao menos 160 crianças morreram cavando túneis para o grupo terrorista, seu bocó(FMB)


túnelOs mesmos militantes esquerdistas que erguem a voz contra o trabalho infantil até na TV, em programas como o Esquenta, vulgo Esquerda, estão aí defendendo o Hamas, dizendo que ele não é o verdadeiro problema na equação, enquanto condenam Israel com aquele cinismo – veja no post anterior – de tomar o número relativamente baixo de mortos israelenses como sinal de que Israel é muito malvada ao reagir aos ataques sofridos.
Curioso é que pelo menos 160 crianças morreram durante as escavações dos túneis construídos pelo Hamas para atacar os israelenses, de acordo com o relatório “O fenômeno túnel de Gaza: A dinâmica involuntária do cerco de Israel”, do Instituto de Estudos Palestinos, de 2012. Segundo o relatório, o grupo terrorista islâmico – que o Globo chama de “militante” na matéria a respeito, como toda a imprensa mundial pautada pelo manual de etiqueta da ONU – não agiu para acabar com o trabalho infantil.
Captura de Tela 2014-07-28 às 14.47.48Em dezembro de 2011, o autor do estudo, Nicolas Pelham, acompanhou uma patrulha policial em Gaza e, segundo ele, “nada foi feito para impedir o uso de crianças nos túneis”. OJerusalem Post, em cuja matéria o qual o Globo se baseou, informa ainda que, desde o início da operação Limite Protetor contra o Hamas, há 21 dias, o Exército israelense descobriu 31 ​​túneis do Hamas que levam até Israel.
Pois é. Não é só como escudo humano de terroristas e mísseis que o Hamas obriga as criancinhas a trabalhar. É também – como direi? – cavando o buraco do próprio túmulo.
Que a esquerda sempre indignada com o trabalho infantil coloque o Hamas no mesmo patamar moral ou até acima do de Israel, é apenas a enésima prova da sua cínica vigarice

segunda-feira, 28 de julho de 2014

DOUTRINAÇÃO ESQUERDOPATA.OU:POR QUE AS PESSOAS ODEIAM ISRAEL? ORA, POR CAUSA DA MAIORIA DOS JORNALISTAS, ESSES DEPRAVADOS IMORAIS E MENTIROSOS QUE CONTROLAM A GRANDE MÍDIA!


Muçulmanos queimam a Bandeira de Israel em frente a embaixada israelense em Bankgok (foto: Jewish Journal)
O artigo que transcrevo abaixo após este prólogo está publicado nacoluna do excelente Rodrigo Constantino, no site da revista Veja, em tradução de Claudia Costa Chaves, a partir do original do site doJewish Journal, de autoria de Dennis Prager.
O artigo procura responder a indagação por que o Estado de Israel, o país mais democrático e livre do mundo é alvo da ira planetária insana e inexplicável. É claro que a humanidade é dominada por idiotas de todos os níveis. Mas no caso de Israel não são apenas os estúpidos que o atacam, mas parcela considerável de ocidentais com razoável instrução e informação. Saliento o fato desse grupo ser ocidental já que a matriz da civilização ocidental é de viés judaico-cristão. E por que acontece esta contradição?
Embora o artigo esteja mais do que perfeito, faltou um detalhe fundamental a ser destacado que é a função dos meios de comunicação. E creio que esse detalhe é de fundamental importância para se compreender o fenômeno antissemita e os ataques diários que ocorrem contra Israel e o povo judeu.
O conteúdo desses veículos de comunicação é produzido, como não poderia deixar de ser, por jornalistas. Como exerço o jornalismo há mais de 40 anos e já convivi durante longos anos em redações com essa gentalha, me sinto muito à vontade para afirmar que entre os maiores inimigos de Israel e do povo judeu estão algo em torno de 90% dos jornalistas do mundo inteiro! 
Acreditem. A esmagadora maioria dos jornalistas é antissemita. E odeia Israel, como odeia tudo que é bom, democrático, livre e sobretudo civilizado. Jornalistas adoram o esgoto moral da humanidade. Trata-se, com raras exceções, da categoria profissional mais boçal e estúpida que já pude conhecer ao longo da minha vida. São os jornalistas os responsáveis pela desinformação, pelas mentiras sórdidas espalhadas no mundo a respeito de Israel e o povo judeu.
E dessa categoria profissional, os jornalistas, não se poderia mesmo esperar algo de bom, já que constitui uma rede de canalhas, depravados, viciados em entorpecentes, imorais, mentirosos, vadios, diletantes que não estudam e nunca estudaram, enfim a escória. O nível de boçalidade da maioria dos terráqueos, evidentemente não se circunscreve aos jornalistas. Mas quando uma malta de boçais psicopatas se arvora em formadores da opinião pública tem-se a receita mais completa de um desastre de grande proporções. Uma mentira elevada à categoria de verdade por meio de sua publicação nos grandes veículos de comunicação tem um poder maior do que uma bomba atômica. Sim, porque os estrago se opera ao nível cerebral das pessoas, funcionando como uma lavagem cerebral em massa. E ainda há quem acredite que os judeus dominam a mídia.
Feita essa digressão que considero totalmente procedente, transcrevo o aludido artigo: 
Nós vivemos em um mundo mau.
Não é nenhuma novidade. O mundo anda muito ruim desde que foi inaugurado. Foi por isso que Deus o destruiu e recomeçou do zero (com um espetáculo iniciando a nova experiência, é preciso dizer).
A partir de uma perspectiva moral, observem o mundo desde o ano 2000.
A Coreia do Norte continua a ser um país que é, inteiro, essencialmente, um enorme campo de concentração.
O Tibete, uma das culturas mais antigas da humanidade, continua ocupado e sendo destruído pela China.
A Somália não existe mais enquanto país. Trata-se de um estado anárquico em que o mais cruel e o mais forte (geralmente o mesmo) prevalece.
No Congo, entre 1998 e 2003, cerca de 5.5 milhões de pessoas foram mortas – quase o mesmo número de judeus que morreram no Holocausto.
Na Síria, cerca de 150 mil pessoas foram mortas nos últimos três anos e milhões perderam os lares. 
No Iraque, quase toda semana vemos assassinatos em massa causados por bombas terroristas.(Agora, uma ordem para mutilação genital feminina também em massa está em vigor no tal califado. N.T.)
No México, desde 2006, aproximadamente 120 mil pessoas foram mortas nas guerras do tráfico travadas no país.
O Irã, uma ditadura teocrática que defende o genocídio, está prestes a conseguir fabricar armas nucleares.
Comunidades cristãs no Oriente Médio são aniquiladas; o massacre de cristãos é rotina na Nigéria.
É claro que o século 20 foi ainda mais sangrento, mas estamos apenas no 15º  ano do século 21. Não obstante, mostrar o quanto o mundo é terrível para com tantos habitantes não é meu objetivo. O que quero demonstrar é que, apesar de tanta maldade e sofrimento, o mundo concentrou maciçamente a atenção nos supostos malfeitos de um país: Israel.
O que torna tal fato tão digno de nota é que Israel está entre os países mais humanitários e livres do planeta. E o que é pior, é o único país do mundo sob ameaça de aniquilação. 
Este é o único caso da História em que os povos dos países livres tomaram as dores de um estado policial contra um estado livre. É impossível apontar qualquer outra ocasião na História Moderna – a única ocasião histórica em que existem sociedades livres – na qual, em uma guerra entre um estado livre e um estado policial, o estado livre foi considerado o agressor. É porque uma situação como a de Israel e dos inimigos do país nunca ocorrera antes.
A questão é, claro, por quê?
Por que em uma época na qual um shopping center do Quênia é bombardeado, na qual terroristas islâmicos massacram cristãos na Nigéria e milhares de pessoas morrem na Síria, o mundo está preocupado com uns 600 palestinos mortos como resultado direto de lançarem milhares de mísseis com a intenção de matar tantos israelenses quanto possível?
Por que essa obsessão contra Israel desde a fundação do país e, em especial, desde 1967?
Não pode ser ocupação. A China ocupa o Tibete e o mundo não presta a menor atenção. E a criação do Paquistão, que ocorreu ao mesmo tempo da criação de Israel, deu origem a milhões de refugiados muçulmanos (e hindus). Mesmo assim, ninguém presta atenção ao Paquistão, tampouco. 
Há apenas duas explicações para essa anomalia moral.
A primeira é uma predileção quase mundial pelos valores e ideias esquerdistas. Segundo esse viés de pensamento, os ocidentais estão quase sempre errados ao combater países ou grupos do Terceiro Mundo; e a parte mais fraca, especialmente se não for ocidental, é quase sempre rotulada de vítima quando combate um grupo ou país mais forte, em especial se este for ocidental. O esquerdismo substituiu o “bem e mal” por “rico e pobre”, “forte e fraco”, e “Ocidental (ou branco) e não-Ocidental (ou não-branco).” Israel é rica, forte e ocidental; os palestinos são pobres, fracos e não-ocidentais.
A única outra explicação possível é Israel ser judia.
Não existe qualquer outra explicação racional, pois a ideia fixa com, assim como o ódio por Israel não são racionais. Israel é um país particularmente decente. Ela é miúda, é mais ou menos do tamanho de Nova Jérsei e é menor que El Salvador; e enquanto existem mais de 50 países muçulmanos, existe apenas um país judeu. Israel deveria ser admirada e apoiada, mas não odiada a ponto de existirem dúzias de países cujas populações querem ver Israel aniquilada, o que, mais uma vez, é um fenômeno singular. Nenhum outro país do mundo jamais foi escolhido para ser exterminado.
Por mais difícil que seja para as pessoas modernas e pouco religiosas aceitarem, o judaísmo de Israel é a razão maior para o ódio a ela dedicado. 
Ironicamente, este fato, bem como a obsessão pelos judeus antes da existência de Israel, confirma para este observador o papel divino que os judeus desempenham na História. Poucos judeus se dão conta desse papel e um número ainda menor o deseja. Mas, a não ser pela influência da esquerda, não há outra explicação para a animosidade contra Israel.