terça-feira, 11 de março de 2014

Hollywood e o Bonequinho do Globo manipulam você (FMB)


Captura de Tela 2014-03-10 às 19.54.23O crítico de cinema Mario Abbade, aquele cuja resenha picareta de “Blood Money: aborto legalizado” eu descasquei no meu artigo “O filme que o Bonequinho do Globo não quer que você veja“, agora me vem com essa pérola, em resenha do filme “Até o fim”, para explicar por que Robert Redford nunca teve muito prestígio com a Academia que concede o Oscar, ainda que tenha sido indicado para Melhor Ator por “Golpe de mestre” (1973) e vencido(!) como diretor por “Gente como a gente” (1981): “Sua verve ambientalista e democrata de primeira hora e suas críticas à política americana nunca ajudaram muito com os conservadores de Hollywood.”
 
É como se o ativismo de esquerda de Redford tivesse sido – imagine! – um OBSTÁCULO para a sua premiação (sendo que, neste ano, ele mesmo atribuiu sua não indicação à “pouca ou nenhuma promoção” por parte dos distribuidores do filme). É como se a “verve ambientalista” de Al Gore não tivesse rendido um Oscar de Melhor Documentário a “Uma verdade inconveniente”, uma das empulhações esquerdistas mais convenientes de todos os tempos. Como se Michael Moore, Sean Penn, Ben Affleck e demais “democratas de primeira hora” não ganhassem Oscars todo ano, em boa parte GRAÇAS ao discurso “politicamente correto” de suas obras, como no caso de Affleck com “Argo”, o filme que “reconta a crise dos reféns do Irã”, como escreveu meu compadre Alexandre Borges, ”de um jeito que limpa a barra de Jimmy Carter e apaga Ronald Reagan do episódio, assim como Stálin apagava seus inimigos das fotos e dos livros de história”. “Argo”, cuja vitória, vale lembrar, foi anunciada pela própria primeira-dama Michelle Obama para escancarar de vez o esquerdismo da festa, venceu “Zero Dark Thirty”, de Kathryn Bigelow, que, como todos sabem em Hollywood, cometeu o “pecado” de sugerir que as informações obtidas pela CIA por meio das sessões de waterboarding aplicadas a terroristas do 11 de setembro foram fundamentais para localizar Bin Laden. A menos, pois, que conservadores como Clint Eastwood, James Woods e Gary Sinise tenham viajado no tempo e refundado a Academia, Abbade prova mais uma vez que vive no universo paralelo dos ativistas de jornal.
 
Olavo de Carvalho – que outro dia mesmo anotou no Facebook a associação de um político corrupto ao partido republicano no filme “Difícil de matar” (“Hard to kill”), de 1990, com Steven Seagal - já resumia o posicionamento de Hollywood no artigo “A maior fábrica de mentiras“, de 2002, no qual também antecipava a descrição de jornalistas brasileiros como Abbade:
 
Hollywood Party“…veja quantos filmes americanos produzidos desde os anos 60 passam num só dia nos vários canais de TV a cabo e anote quantos deles contêm mensagens de antiamericanismo explícito ou pelo menos implícito. São praticamente todos. E ainda há na nossa imprensa canalhas ou imbecis que exploram o estereótipo de Hollywood como ‘usina de sonhos’ (expressão do crítico comunista Bela Balász) voltada à glorificação do ‘american way of life’. Hollywood tornou-se uma máquina de propaganda comunista e de arrecadação de fundos para o Comintern já desde a década de 30, numa operação engenhosa e sutil coordenada pessoalmente por Stálin, e até hoje não mudou em nada. As manifestações de ódio compacto da classe cinematográfica a Elia Kazan — um patriota que ousou falar contra o genocídio stalinista — já bastariam para ilustrar o que estou dizendo. Mas, se têm dúvidas, leiam ‘Hollywood Party‘, de Kenneth Billingsley, e pasmem diante da astúcia com que a ‘intelligentzia’ comunista soube tirar proveito do ‘show business’ e ainda denunciá-lo como instrumento do imperialismo ianque.”
 
Primetime PropagandaQuem quiser se pasmar mais ainda com o domínio esquerdista do show business, em vez de repetir slogans anti-imperialistas adquiridos em salas de aula e nos cadernos “culturais” do Globo, deve ler também o best seller de Ben Shapiro de 2011, sem tradução no Brasil, “Primetime Propaganda: The True Hollywood Story of How the Left Took Over Your TV” ["Propaganda em horário nobre - A verdadeira história de como a esquerda assumiu o controle da sua TV"], em que 39 produtores de Hollywood CONFESSAM que os seriados promovem a agenda esquerdista e que a indústria televisiva é inteiramente desse viés, o que o criador de “MacGyver” acha ótimo. Shapiro ganhou a confiança dos entrevistados usando seu boné universitário: “Sendo judeu e tendo estudado em Harvard, há 98,7% de possibilidades de ser de esquerda”, explica ele, mostrando como os produtores se sentiram à vontade, com quem supunham ser da mesma tribo ideológica, para relatar alegremente como usavam suas obras a favor da “justiça social”. Os vídeos promocionais do livro, reunidos em matéria da Hollywood Reporter, continham alguns dos depoimentos gravados, assim como a entrevista de Shapiro a Bill O’Reily, que pode ser vista com legendas em português aqui (mas onde se lê “liberal” e “liberalismo”, deve-se ler “esquerdista” e “esquerdismo”. O link contém ainda um resumo dos depoimentos).
 
Em agosto de 2012, o insuspeito esquerdista Jonathan Chait admitiu na New York Magazineaquilo que conservadores como Shapiro já denunciavam havia décadas: que Hollywood é dominada pela esquerda. “Você não tem de ser um consumidor especialmente devotado de filmes ou televisão (eu não sou) para detectar um esquerdismo generalizado, senão total. Em suma, o mundo da cultura popular cada vez mais reflete uma realidade própria em que o Partido Republicano está ausente ou é demonizado. Essa realidade são os pressupostos culturais, em especial, dos eleitores mais jovens cujo apoio se tornou a base do Partido Democrata.”
 
Chait revelou o método básico utilizado para conquistá-los: “Na maior parte dos casos, a sua televisão não está diretamente tentando alterar suas crenças políticas. Ela está sobretudo transmitindo um conjunto de valores [no original, “ethos”] em que a ganância não é apenas ruim, mas a principal fonte do mal; figuras de autoridade de todos os tipos não são confiáveis; a liberdade sexual é um valor absoluto; e a igualdade social de todos os tipos é fundamental. Dentro do universo moral dessa cultura, os méritos desses valores são auto-evidentes. Mas para o grande público dos EUA que não compartilha esse conjunto de valores, isto parece um presunçoso e autoperpetuador conluio contra eles.” Parece, não. É exatamente isto! “Nós esquerdistas devemos muito de nosso sucesso à campanha publicitária de uma minúscula elite cultural desproporcionalmente influente”, admitiu Chait, em grande momento.
 
O colunista até citou o Brasil como um país onde a televisão mudou os costumes sociais drasticamente graças à inculcação de um sistema de valores mais esquerdista, o que nosso best seller “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota” esmiuça. Na ocasião, Shapiro comentou aquilo que Olavo de Carvalho afirma há décadas sobre a situação brasileira, inclusive sobre as novelas: “O povo norte-americano foi enganado. Fomos informados de que o nosso entretenimento era apenas isso: entretenimento, em oposição à propaganda. Isso era falso. E os americanos, por ignorar o problema, permitiram que a coisa apodrecesse. Enquanto os conservadores não acordarem e perceberem que eles não vão reconquistar seu país sem reconquistar sua cultura, eles vão continuar a perder seu país para aqueles que sabem como manipular as emoções com roteiros, iluminação e trabalhos de câmera.”
 
Qualquer pessoa minimamente intelectualizada sabe que, da TV à Academia, Hollywood é o paraíso da esquerda e que os atores conservadores, como James Woods, é que temem perder seus empregos por se revelarem como tais, que dirá os prêmios. No Oscar deste ano, depois que Matthew McConaughey rompeu os padrões da cerimônia e agradeceu a Deus pelo prêmio de Melhor Ator, todos os conservadores americanos (e eu também) fizeram piadinhas a respeito da reação da plateia esquerdista e não há quem não suspeite que foi a primeira e última vez que ele ganhou. “Talvez três pessoas tenham reagido positivamente”, disse Rush Limbaugh. “Com que agência ele trabalha?”, estariam pensando as celebridades na hora, segundo Glenn Beck – que ainda comentou em seguida: “Eu realmente amo esse cara. Onde ele andou escondido?” Ann Coulter tuitou: “Membros do comitê do Oscar pensando: ‘M*rda! Eu não devia ter votado em McConaughey com todo esse papo de Deus’”… Robert Redford pode não ter ganho mais Oscars por todos os motivos do mundo, até mesmo por ser bonito, mas por ser um “democrata de primeira hora”… só na cabeça de jornalistas ativistas como Mario Abbade.
 
Não deixe que a sua fique assim também.

Como sabotar uma nação (Bill Muehlenberg)

Será que as nações vagueiam até ao declínio, estagnação e degeneração? Ou será que esse processo é estimulado por aqueles que de modo activo buscam formas de minar e subverter uma nação? Quanto mais nós entendemos a forma de agir dos grupos activistas e dos grupos subversivos, mais nos apercebemos que a segunda hipótese desempenha um papel importante nisto tudo. De facto, o estudante de História aprende que embora as nações normalmente entrem em declínio a partir do seu interior, esse processo é amplificado e acelerado por grupos que operam de forma decidida para implementar as suas agendas sociais radicais.

Eu já escrevi sobre figuras importantes deste processo, tais como Antonio Gramsci e a Escola de Frankfurt, e já examinei a forma como o Marxismo cultural continua a avançar tranquilamente no dias de hoje, trabalhando incessantemente para minar, subverter, e eventualmente suplantar o Ocidente livre.

Embora o Muro de Berlim tenha caído em 1989, e isso tenha criado a imagem de que o comunismo havia chegado ao fim, não foi isso que aconteceu. Os Marxistas mais dedicados, hoje em dia chamados de "progressistas", continuam a trabalhar nos seus planos anti-Ocidente. E eu não estou a falar de conspirações super secretas, visto que a sua agenda é simplesmente uma lista de objectivos que têm que ser cumpridos, e nós não temos que escavar muito para descobrir que objectivos são esses. Na verdade, eles têm sido bem directos ao revelarem publicamente quais são os seus objectivos. Vez após vez, eles informaram-nos do que eles tentam atingir, e a forma como eles esperam atingir esses objectivos. E embora muitas destas admissões possam ter soado demasiado fantasiosas no momento em que elas foram escritas, olhando para trás em retrospectiva, apercebemo-nos duma realidade mais sóbria e sombria.

Vale a pena olhar para alguns dos desejos presentes na lista dos radicais. Como exemplo, por volta de 1963 apareceu na "US Congressional Record" uma lista de 45 objectivos para aqueles determinados em derrubar os EUA. Esta lista teve como base um livro mais antigo escrito por um analista do FBI.

Eis aqui então uma dúzia desses objectivos. É preciso levar em conta que este material foi reunido há meio século atrás. O aspecto mais importante a ser notado é quanto da agenda já foi realizada.
Capturar um ou os dois partidos Americanos.

Usar decisões técnicas dos tribunais para enfraquecer as instituições Americanas alegando que as suas actividades violam os direitos civis.

Controlar as escolas. Usá-las como cintos de transmissão para a propaganda socialista e comunista. Amolecer os currículos. Obter o controle das associações de professores. Escrever os livros escolares de acordo com a vontade partidária.

Obter o controle de todos os jornais estudantis.

Usar as manifestações estudantis para fomentar protestos contra programas ou as organizações que estão sob ataque Comunista.

Infiltrar a imprensa. Obter o controle 1) das instituições que avaliam os livros, 2) da escrita editorial e 3) das posições onde são feitas as politicas sociais.

Obter o controle de posições-chave na rádio, na TV e na indústria cinematográfica.

Continuar a desacreditar a cultura Americana degradando todas as formas de expressão artística.

Eliminar todas as leis que governam a obscenidade qualificando-as de "censura" e também de "violação da liberdade de expressão e liberdade de imprensa".

Destruir os padrões culturais em torno da moralidade promovendo a pornografia e a obscenidade nos livros, nas revistas, no filmes, na rádio e na TV.

Apresentar o homossexualismo, a degeneração e a promiscuidade como "normal, natural e saudável."

Infiltrar as igrejas e substituir a revelação religiosa por uma religião "social". Desacreditar a Bíblia e colocar ênfase na necessidade de maturidade intelectual que não precisa de "muletas religiosas".

Eliminar a oração ou qualquer momento de expressão religiosa nas escolas, alegando que isso viola o princípio da "separação da igreja com o estado."

Desacreditar a Constituição Americana qualificando-a de inadequada, antiquada e desajustada com as necessidades modernas - um impedimento para a cooperação entre as nações numa base mundial.

Desacreditar os Pais Fundadores da América, apresentando-os como aristocratas egoístas que não tinham qualquer tipo de preocupação com o "homem comum." 

Desmerecer todas as formas de cultura Americana e desencorajar o ensino da história dos EUA alegando que ela é apenas uma pequena parte do "quadro completo".

Desacreditar a família como uma instituição. Encorajar a promiscuidade e o divórcio fácil.

Colocar ênfase na necessidade de educar as crianças longe da influência negativa dos pais. Atribuir preconceitos, bloqueios e atrasos mentais à repressora influência dos pais.

Há alguma coisa mencionada nesta lista que não esteja a ser observada a decorrer perante os nossos olhos, tanto nos EUA como no resto do mundo ocidental? Aqueles que estão determinados em destruir o nosso estilo de vida afirmaram que o queriam fazer, e cumpriram. No entanto, nós, tal como uma nação de cordeiros, nem nos apercebemos que isto está a ocorrer - e está a ocorrer duma forma total e bem rápida. Uma vez que a maior parte desta subversão ocorre nos bastidores, ou está a ser feita sob o manto de várias tendências tais como a justiça social, nós nem nos apercebemos que estamos a perder tudo.

Para além destes planos, há outros planos bem claros que poderiam ser mencionados aqui. Por exemplo, já antes disto, Joseph Stalin havia dito:
A América é um corpo saudável e a sua resistência é assenta sobre três pilares: o patriotismo, a moralidade e a vida espiritual. Se conseguirmos fragilizar estas três áreas, a América entrará em colapso a partir do seu interior.

A menos que algo nos tenha escapado, estas três áreas têm estado sob intenso ataque por parte dos radicais durante os últimos 50 anos. Parece que estes activistas têm um plano, estão a operar segundo esse plano, e estão a ser bem sucedidos. E muitos outros já falaram de desmantelar os EUA e o Ocidente livre e substituí-los com os seus utópicos esquemas colectivistas e estatizantes.

Dado que tantas pessoas já falaram claramente do que tencionam fazer, porque é que tão poucos estão cientes disso, e agindo em conformidade? Esta é, sem dúvida, a pergunta mais importante do momento. Porque é que permitimos que nos guiassem como se fôssemos ovelhas para o matadouro? Porque é que nos tornamos tão inconscientes, tão mal informados e tão descuidados? Porque é que somos tão apáticos em relação a estas forças que operam dia e noite para destruir aquilo que nós tanto estimamos?

Até nós respondermos a estas questões, e respondermos o mais rapidamente possível, não podemos esperar que a civilização Ocidental permaneça por muito mais tempo. E se por acaso ela cair no esquecimento, sendo substituída por um novo totalitarismo, só nós é que seremos os culpados.

Para aqueles que querem explorar melhor estes assuntos, recomendo o novo DVD com o nome de "Agenda", onde se discute esta guerra onde estamos envolvidos, e o que podemos fazer para reverter as coisas.
- 

É o Dia Internacional das Mulheres propaganda Comunista? (Henry Makow )

Há já muito tempo que o Dia Internacional das Mulheres (8 de Março) é uma ferramenta de propaganda Comunista. O que é que significa o facto deste feriado Soviético estar embutido na nossa cultura? Claramente, o Comunismo não morreu; ele apenas sofreu algumas modificações e passou a agir através de ideologias como o Feminismo.

Isto confirma a famosa alegação de Norman Dodd de que o Presidente da Ford Foundation lhe disse em 1954, que a agenda era levar a cabo uma "engenharia social" dentro da vida Americana de modo a que "ela se possa mergir confortavelmente com a União Soviética" como parte do governo mundial controlado pelos banqueiros. Todos os anos os média supostamente capitalistas ecoam os antigos brometos Soviéticos em torno da opressão da mulher, a edição da violência doméstica, e todos os anos eu publico esta refutação.

O "Dia das Mulheres" finge celebrar as mulheres mas o poster perto da minha casa em Winnipeg mostra uma megera ranzinza agitando um martelo. 

Ela parece estar possuída, e o sub-título diz, "se eu tivesse um martelo...".  O que é que ela faria com o martelo? Destruiria a sociedade? Atacaria as mulheres que querem um marido e filhos?

Estas opções não são assim tão fora do contexto. Por baixo do anuncio de dança lê-se: "Vem esmagar o patriarcado à meia-noite". Não parece que ela tenha muito que temer por parte dos homens. É pedido às mulheres que irão participar na marcha que tragam "os vossos capacetes, os cintos de ferramentas, coletes de segurança e ideias para trocar."

De forma típica dos Comunistas, eles definem as mulheres de uma forma que as retira da existência, isto é, como homens carpinteiros. Através do substituto feminista, os Comunistas retiraram das mulheres a sua segurança e a honrada identidade social como mães e esposas, e transformou-as em trabalhadoras e mercadorias sexuais, reféns da economia e das devastações da idade. Obviamente que este evento não reconhece a mulher pela sua graça, charme, e inteligência. O que os Comunistas fazem às mulheres é gerar um falso sentimento de ressentimento e sentimentos de que se deve algo às mulheres como forma de as manipular.

Eles [os Comunistas] usaram as mesmas tácticas com os Judeus, com os Negros e com os operários, trazendo estes grupos para a sua agenda. O objectivo é o de concentrar toda a riqueza e poder nas mãos do cartel de banqueiros centralizados, os Illuminati (Masónicos), que se encontra actualmente a colonizar todo o mundo. O verdadeiro propósito de "mudar o mundo" é o estabelecimento da Nova Ordem Mundial.

O "Dia Internacional das Mulheres" é ódio dirigido às mulheres e à sociedade levado a cabo pelos mesmos traidores banqueiros do establishment, o que inclui a maior parte dos políticos "feministas", educadores, e os órgãos de informação em massa. As mulheres são participantes enganadas e "idiotas úteis". Isto nada mais é que os vestígios dos movimentos "frente popular" Comunistas inicialmente organizados nos anos 30 como forma de enganar os idealistas ingénuos usando termos que fazem as pessoas sentirem-se bem tais como "igualdade", "paz" e "direitos humanos". Esses aldeões não sabiam que esses movimentos eram financiados e controlados por Moscovo.

O propósito era alienar a intelligentsia da sua sociedade e torná-la mais susceptível de se aliar à agenda Comunista, e, por fim, ao "governo mundial".  Parece que, em larga escala, isto foi bem sucedido. (Ver o livro de 1993 "Double Lives", por Stephen Koch)

O Comunismo centra-se no dividir e no reinar. O Dia Internacional das Mulheres teve inicio em Copenhaga (Dinamarca) sob acção da "Internacional Socialista" (isto é, Comunistas) como forma de promover os "direitos das mulheres." Tal como o poster que se segue demonstra, este evento era celebrado na Rússia Soviética.
Eis aqui o manifesto para o Dia Internacional das Mulheres publicado em Alemão e com o título "Die Kommunistin" (2 de Março de 1921):

A todas as operárias! Tu que fazes exigências e lutas tens a companhia de milhões.... Em todos os países onde deserdados avançam sob o signo do Comunismo contra a exploração e o subjugador poder do capitalismo. No Dia Internacional das Mulheres, mães cheias de dor, dons de casa dobradas devido às preocupações, mulheres trabalhadoras exaustas, funcionários de escritório, professores, e donos de pequenas propriedades juntam-se." (Wiemar Republic Sourcebook, 1995) 

O Dia Internacional das Mulheres tem como propósito fazer com que as mulheres se sintam oprimidas. Por exemplo, uma página de "factos de género" diz-lhes que "as mulheres fazem 2/3 de todo o trabalho do mundo mas só recebem 10% da renda mundial." Logo, a mulher ocidental, a geração mais favorecida da História, fica de forma indirecta com um ressentimento. As mulheres levaram uma lavagem cerebral para pensarem que era do seu interesse separarem-se dos seus pais, maridos, irmãos e filhos.

Por todo o mundo, milhares de eventos são planeados. Por exemplo, na Igreja Unitária de Londres Ont, uma organização que milita em favor das mulheres e das meninas afegãs "irá honrar e celebrar as mulheres locais com música, canção, danças e refrescos. Todas as mulheres e meninas são bem vindas. Entrada gratuita!" Cheira-me a lesbianismo.

Em São Francisco ocorrerá uma festa cocktail, bem como um filme, para ressalvar o sofrimento da mulher em Gaza. Então e os homens e os rapazes do Afeganistão e de Gaza? Será que eles não contam? Em nome da igualdade, estes Comunistas ingénuos estão a practicar a desigualdade. Ao destruírem as famílias, eles irão deixar as mulheres e as raparigas muçulmanas ainda mais vulneráveis.

CONCLUSÃO:

O facto deste agitprop de inspiração Comunista fazer parte da cultura mainstream é um exemplo da forma como a sociedade foi subvertida. A maior parte das pessoas não é socialista e muito menos Comunista. Enquanto uma elite secreta .... tiver permissão para controlar o crédito governamental e planear um governo mundial, a sociedade será cúmplice com a sua destruição, e nós não teremos ninguém a quem culpar se não nós mesmos..
- See more at: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/#sthash.JDpzpyDP.dpuf

Como Manipular as Revoluções (Anon,SSXXI)


Agenda da NOM – A manipulação dividida em dois atos 

– Primeiro ato: criar o caos

- Segundo ato: colocar ordem no caos através de uma terceira guerra mundial, ou seja, solucionar um caos fictício com um caos real.

Objetivos:

a) Eugenia (eliminar o maior número possível de seres humanos).

b) Aumentar os poderes do estado centralizado, principalmente da elite.

c) Escravizar os sobreviventes e forçá-los a viver em grandes guetos ou colmeias. 

Anon, SSXXI       

DEM é contra dispositivo do Marco Civil da Internet que submete neutralidade da rede ao Executivo (ucho.info)


internet_16Pé no freio – A bancada do Democratas na Câmara Federal rechaça o dispositivo acrescentado ao Marco Civil da Internet que submete a decreto presidencial o conceito da neutralidade da rede. O partido vai apresentará substitutivo ao texto.
De acordo com a modificação introduzida pelo relator do projeto na Casa, Alessandro Molon (PT-RJ), haverá uma brecha ao conceito de neutralidade definida por “requisitos técnicos indispensáveis à prestação adequada dos serviços e aplicações”, ou mesmo para “priorização a serviços de emergência”. Em ambos os casos a definição se dá por decreto presidencial. De acordo com o líder democrata Mendonça Filho (PE), a brecha dá “um cheque em branco” ao governo federal que ficaria acima da própria lei.
“A rigor, isto remete ao Executivo, ou seja, à Presidência da República, a possibilidade de assegurar ou não a neutralidade a partir de determinadas questões técnicas que nós não sabemos quais. Nosso partido é defensor de uma regulamentação que assegure uma internet livre e democrática, e isso é uma coisa absurda, inaceitável e evidentemente nós não podemos compartilhar. Querem que entreguemos um cheque em branco ao governo. O PT quer aparelhar a internet e controlar o que pode ou não entrar primeiro na rede”, declarou Mendonça.
De acordo com o deputado, o projeto acabou sendo remendado com outros temas polêmicos que mais prejudicarão do que ajudarão no objetivo final de consolidar uma regulamentação que assegure a liberdade ao usuário.
“Temos ainda questões absurdas, como, por exemplo, a replicação de datacenters no Brasil, que irão onerar o custo da operação no país; e a questão da duplicidade de jurisdição, o que gera conflito jurídico e inclusive contraria o tratado internacional sobre o setor”, explicou.
Por esses motivos, o Democratas apresentará texto substitutivo ao projeto que retira todos os pontos que vão de encontro ao objetivo principal do marco e à principal bandeira do partido sobre o tema: o respeito à neutralidade da rede.